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Archive for 10 de Julho, 2007

La Farina

Quem trabalha na região da Paulista, especialmente entre a Rua da Consolação e a Rua Augusta, tem uma opção interessante para almoço executivo, em ambiente bem decorado, com serviço a la carte e preço justo. O La Farina Speciale repaginou o cardápio da tradicional matriz do centro da cidade, mas manteve as generosas porções. Diariamente, o restaurante tem oito opções de pratos executivos e uma sugestão do chefe; além do cardápio fixo, com: entradas, saladas, sopas, risotos, grelhados, frango, carnes, peixes, massas e sobremesa. Os preços variam de R$ R$ 15,00 a R$ 40,00.

O campeão de pedidos é Bife à Caseira (bife à milanesa, arroz, feijão, fritas e ovo frito) por R$ 15,80. Na sexta, fila para o Bacalhau ao forno com arroz, por R$ 38,00. Todo dia 29, tem nhoque da sorte (de R$ 16,90 a R$ 25,80 – depende do tipo de molho).

Fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/779720336/

LA FARINA Speciale
Rua Haddock Lobo, 179
Tel.: 3256-9431

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Donuts

                           Rosquinha

A receita de rosquinhas para os alienígenas que sumiram com nossos posts…rs! A receita é do açúcar Guarani.

MASSA: 1 tablete de fermento biológico fresco
– 3 colheres (sopa) de Açúcar GUARANI®
– 1/2 xícara (chá) de leite morno
– 2 colheres (sopa) de margarina
-2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
– 1 pitada de sal

GLACÊ:
1/2 xícara (chá) de Açúcar GUARANI®
1 colher (sopa) de água quente

POLVILHAR: Açúcar GUARANI® a gosto
PARA FRITAR: óleo

MASSA: Dissolva o fermento no Açúcar GUARANI®. Junte os demais ingredientes e amasse bem
– Coloque em uma vasilha, cubra e deixe descansar por cerca de 30 minutos, até dobrar o volume
– Extenda sobre a mesa enfarinhada em uma espessura de 1 cm
– Corte rodelas de 7 a 8 cm de diâmetro com o cortador e no centro, retire um círculo de 2 a 3 cm
– Deixe descansar por mais 15 minutos. Frite em bastante óleo quente, dourando dos dois lados. Escorra sobre papel absorvente
– GLACÊ: Dissolva bem o Açúcar GUARANI® com a água
– Espalhe sobre os donuts e deixe secar bem
– Sirva a seguir
– Se preferir, polvilhe fartamente com açúcar GUARANI® os donuts ainda quentes
– RENDIMENTO: 12 a 14 porções

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Sushi

É do mar que o Japão retira os principais alimentos que compõem a sua cozinha. O sushi, talvez o prato mais conhecido da culinária oriental, é a combinação do arroz com os pescados crus. 

Antigamente os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. A técnica também era usada pelos pescadores que ficavam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.

No século XVIII um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi. A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes de arroz.

Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida. Já na região de Tókio o estilo era o Edo e cujo melhor exemplo é o nigirizushi, aquele bolinho de arroz coberto com o peixe sem a utilização da alga.

Em meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, o wassabi e o gengibre, pois eles tinham fortes poderes antibacterianos e havia uma grande preocupação quanto a manipulação e o consumo dos peixes crus. Surgiram assim, os primeiros quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje.

Saiba mais: http://culinaria.terra.com.br/dicas/ingredientes/0,,OI545981-EI149,00.html

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por Claudia Midori Nishiguchi

“…uma vez por ano, no dia sete do mês sete, a Via Láctea (Ama no Gawa) irá desaparecer e a princesa Orihime (Shokujo) e Kengyu (Hikoboshi) poderão se reencontrar…”

O Tanabata Matsuri conta a história da princesa Orihime e o seu amado Kengyu. Contrariando todos, eles se apaixonaram e negligenciaram as suas obrigações: o camponês não trabalhava e a princesa não governava. Como conseqüência, ambos foram castigados por uma entidade celestial que os transformou em estrelas, separadas pela Via Láctea. Devido à dor e ao sofrimento da separação, a entidade celestial concedeu um dia por ano para que o casal se reencontre e, em agradecimento, atenda aos pedidos feitos em papel (tanzaku) e amarrados nos ramos de bambu (sassadake). No final do festival, os bambus e os pedidos são queimados numa grande fogueira, para que a fumaça e as cinzas subam e levem os desejos até o casal.

Uma das maiores e mais belas manifestações do folclore oriental, o Tanabata Mtsuri ou Festival das Estrelas é realizado em São Paulo desde 1979. Nos dias de Tanabata Matsuri, as pessoas costumam escrever seus desejos em papeletas coloridas (tanzaku) e pendurá-los em ramos de bambu enfeitados (sassadake). Segundo a crença, os pedidos feito aos deuses serão atendidos como forma de gratidão pela dádiva recebida. 

Cada cor do tanzaku representa algum tipo de desejo:

Amarelo – dinheiro
Azul – proteção dos céus
Branco – paz
Rosa – amor
Verde – esperança
Vermelho – paixão 

É uma pena que a festa tenha sido no final de semana véspera do feriadão prolongado… queria ter voltado no domingo (mas as malas estavam prontas). Sábado de manhã estava a caminho da aula quando vi a Galvão Bueno toda enfeitada, linda!!! Não resisti, nunca resisto, a visitar as lojinhas da Liberdade, de tomar café da manhã, almoçar, jantar ou comer um lanchinho.

Sábado, dia 7, aproveitei para almoçar e curtir um pouquinho da Tanabata Matsuri. Até comentei da festa para as meninas, mas só a Jaci foi com a família. Na festa tinha barraca de pastel, yakissoba, bifum, churrasco, churros etc. O que mais chamava atenção do público era a tal pizza (sempre ela!) japonesa, o okonomiyaki. Para mim, a tal pizza japa parece mais uma massa de panqueca ou omelete. Tirei algumas fotos, mas fiquei com um belo prato de bifum com legumes e carne, uma delícia!!!

              Pizza japonesa

O okonomiyaki é uma massa grelhada e recheada com peixe seco, camarões secos, ovos, bacon, maionese, batata e repolho, entre outros ingredientes.

Fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/778232709/

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Os opostos se estapeiam

por Claudia Midori

Hoje é dia da comida que mais detesto – a pizza. Até ontem nem sabia que existia o “Dia da Pizza”, que tristeza… pelo menos fico feliz de saber que não é feriado dia 10! Até poderia ser, desde que fosse outra comida, menos pizza.

Meu namorado ama pizza. A família dele inteira ama, meus amigos adoram, meus pais comem. Eu O D E I O pizza. Meu namorado come (comia) pizza todo final de semana. É de praxe pedirem pizza de atum e calabresa (ou atum com qualquer outro sabor) sábado à noite na casa dele. Por isso, evito passar perto da casa dele nos sábados à noite para fugir da redonda massuda e sem graça. A pizza já virou até motivo (várias vezes) de briga. A boa notícia é que faz muito tempo que não brigamos por comida, cada um escolhe onde comer graças à grande variedade de comidinhas em São Paulo.

Quero o dia do churrasco, do atum, do sushi!!!

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