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Archive for the ‘Comida é cultura’ Category

Pra quem gosta de aliar cozinha e arte, seja na preparação de um bonito prato, seja nas relações entre as artes e a comida tem boas opções. Nos últimos tempos tivemos filmes que tinham a culinária com um segundo personagem principal (Sem reservas, Ratatouille, Estômago) e um chefe de cozinha foi parar no teatro.

Agora Irene Ravache está representando uma chef de cozinha em uma peça,” A Reserva“. E a Folha convidou a atriz para uma troca de papéis (bem divertida) com Andrea Kaufmann do AK Delicatessen.

Fica a dica: amanhã é feriado em São Paulo e nada melhor do que assistir a um filminho; Estômago ainda está nos cinemas, e os outros podem ser encontrados em DVD. E a peça “A reserva” fica em cartaz até 31 de agosto no teatro Cosipa.

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por Camila Verbisck

Eu adoro queijo! Aliás, é realmente difícil encontrar quem não goste.

Por curiosidade, fiz uma pesquisinha sobre alguns queijos famosos e a diferença no preparo deles.

Divido aqui com vocês: 

Queijos franceses

Queijo Camembert
O Camembert é um queijo francês macio e cremoso. Seu nome vem da vila de Camembert. Quando fresco, o Camembert tende ser esfarelento e é relativamente duro, porém caracteristicamente amadurece e fica com sabor forte quando envelhece. 

Queijo Brie
O Brie é um queijo macio feito de leite de vaca. Seu nome vêm da província da França chamada Brie, da qual é originário. O Brie tem cor pálida, é bem macio e com sabor forte. 

Queijo Roquefort
O Roquefort é um queijo do sul da França de sabor forte feito de leite de ovelha. O Roquefort é branco, esfarelento e levemente úmido, com veios característico de matriz azul. Esse queijo tem odor forte e sabor característico notável do ácido butírico. Roquefort não tem casca, e seu exterior é comestível e levemente salgado.

Queijos ingleses

Queijo Cheddar
O Cheddar é um queijo amarelo pálido, com sabor pronunciado, originário da vila inglesa de mesmo nome.

Queijo Cottage
O queijo Cottage é uma coalhada de queijo com sabor suave. Ele é drenado, mas não prensado, então fica algum soro de leite. Cottage não envelhecido.

Queijos Holandeses

Queijo Edam
O Edam é um queijo holandês que é tradicionalmente vendido como esferas com interior amarelo claro e camada vermelha ou amarela.

Queijo Gouda
O queijo Gouda é feito de leite de vaca que é cultivado e esquentado até que a coalhada separe-se do soro. 

Queijos suíços

Queijo Emmental
O Emmental é um queijo amarelo, duro e com grandes buracos característicos. Ele tem um sabor picante mas não muito forte. Geralmente é conhecido apenas como queijo suíço.

Queijo Gruyère
O queijo Gruyère é amarelo e feito de leite de vaca. O nome vem da cidade de Gruyères na Suíça. Ele é duro, levemente salgado e picante. Quando totalmente maturado (três a doze meses) tende a ter pequenos buracos.

Queijos italianos

Queijo Gorgonzola
O Gorgonzola é um queijo da Itália com riscos azuis, feito de leite de vaca. Ele pode ser firme ou amanteigado, esfarelento e bem salgado.

Queijo Mussarela
A Mussarela é um queijo fresco italiano feito de leite de búfala ou de vaca. 

Queijo Parmesão
O parmesão é feito de leite de vaca coletado imediatamente após a ordenha e parcialmente desnatado pela gravidade.

Queijo Provolone
O provolone é um queijo de leite integral de vaca com uma pele macia. Ele é produzido principalmente nas regiões da Itália da Lombardia e Veneto. 

Queijo Ricota
O Ricota é um queijo italiano feito do soro resultante da fabricação de queijos como mussarela e provolone. O Ricota tem textura similar ao queijo cottage, porém consideravelmente mais leve.

Queijos brasileiros
Os queijos do Brasil incluem: Queijo de Minas, Prato, Catupiri e Requeijão.

A fonte é essa daqui.

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My last supperPor Claudia Midori

Qual seria seu último jantar se fosse morrer amanhã? Eu escolheria arroz, feijão, bife, batata frita e uma saladinha simples (tudo preparado pela minha mãe).

A fotógrafa americana Melanie Dunea perguntou a cinquenta grandes chefs: “Se você fosse morrer amanhã, qual seria sua última refeição?”. Em seu livro My last supper (Meu último jantar), o chef Gordon Ramsay (que eu adoro), apresentador do Hell´s Kitchen e Kitchen Nightmares, escolheu um rosbife com yorkshire pudding. Jamie Oliver optou por spaghetti all´arrabiata e, de sobremesa, pudim de arroz.

O mais interessante da pesquisa é que a palavra mãe é citada em pelo menos um terço das vezes, segundo Anthony Bourdain em entrevista à revista americana Times.  

Você comeria o quê???

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TV Ideal

Por Claudia Midori

Hoje, duas pessoas falaram para mim da TV Ideal e seus programas. Um colega do serviço comentou sobre o Chefe na cozinha, apresentado por Márcio Mussarela, que ele a-d-o-r-a. Claro que também comentou sobre a única mulher entrevistada até agora (ou que aparece no site do canal) – a diretora de planejamento da OgilvyOne e Interactive, Silvia Curiati. Mostrou até o blog da Silvia que, apesar de pouco atualizado, gostei, e ri com o post do dia 23 de abril.

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Sushi1. SUSHI
(bolinho)

Errado: Comê-lo com o arroz virado para baixo

Certo: Levá-lo à boca com o peixe em contato com a língua

Banzai: Exige um pouco de malabarismo no começo, mas vale a pena. Afinal, as papilas gustativas que fazem você sentir o sabor da comida estão na língua, não no céu da boca. E o importante é sentir o gosto do peixe.

2. GARI
(gengibre)

Errado: Comer como entrada, sobremesa ou petisco

Certo: Utilizar entre um bolinho e outro, para limpar o paladar

Banzai: A função do gari é limpar o paladar para você encarar a próxima espécie de peixe. “Funciona como um sorbet”, explica Lumi. As lascas de gengibre devem estar rígidas – o nome gari vem do barulho produzido quando mordemos coisas crocantes .

3. WASABI
(pasta verde)

Errado: Sobre o peixe ou diluído no shoyu

Certo: Deve ser colocado durante a preparação, entre o arroz e o peixe

Banzai: Além de dar gosto, o wasabi tem funções higiênicas: é antídoto contra intoxicação alimentar – providencial para quem está comendo peixe cru – e acelera a digestão. O peixe fica menos tempo no corpo e não corre o risco de entrar em estado de putrefação

4. HASHI
(palitos)

Errado: Cruzá-los ou espetá-los no bolinho

Certo: Manter os palitos paralelos ou usar as mãos

Banzai: Espetar o hashi no bolinho lembra um ritual fúnebre japonês com incenso. Se você não sabe manejá-los, mãos à obra. “Usar os dedos está de acordo com a etiqueta. Especialmente no balcão, onde é normal fazer refeições mais rápidas”, diz Lumi.

5. SHOYU
(molho de soja)

Errado: Ensopar o sushi no molho de soja

Certo: Molhar levemente o peixe e evitar contato com o arroz

Banzai: Faça um sushiman feliz: não exagere no shoyu. “O molho deve acrescentar e não roubar sabor. É aqui que a maioria dos brasileiros erra”, diz Lumi. O arroz é temperado com vinagre e açúcar e não deve encostar no molho de soja.

Mais sobre o SUSHI

O sushi é o prato mais famoso da culinária japonesa. Sua origem é milenar e, assim como nossa carne-seca, nasceu da necessidade de armazenar peixe nas eras pré-geladeira. Para resolver o problema, pescadores alternavam camadas de frutos-do-mar com arroz numa tina de madeira coberta por um peso. Em semanas, a mistura virava um compacto e a fermentação dava o sabor ao arroz (o mesmo sabor que o sushiman consegue hoje usando açúcar e vinagre). O curioso é que a técnica pode ter surgido na China, inimiga histórica dos japoneses. É como se a feijoada tivesse sido inventada na Argentina.

No formato que conhecemos hoje, o bolinho apareceu apenas no século 18 pelas mãos do chef Yohei Hanaya, que criou uma espécie de fast food em Edo, hoje Tóquio. A idéia era servir comida rápida e acessível para trabalhadores, e os bolinhos nunca apareciam em jantares requintados. Por lá ainda é assim, e o sushi não tem nada a ver com a imagem refinada e cara que a culinária japonesa acabou adquirindo no Brasil.
Fonte: Abril.com

Leia mais no blog do restaurante Yamaai.

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             abalone

por Claudia Midori

Tinha esquecido da foto acima. Na verdade, queria escrever um post bacana sobre o assunto, mas não rola. Alguns comentários de nossos leitores sobre as iguarias chinesas e asiáticas fizeram que eu tentasse escrever sobre o abalone.

Mas, a questão é: eu provei o bicho, fiz cara de nojo, olhei pra ele e desisti! Não rolava comer aquilo, ainda mais depois da explicação:

– É uma iguaria cara e muito apreciada na China, só os ricos comem, explicou a jornalista chinesa que estava ao meu lado. PS: Ela comeu o abalone de outros dois jornalistas que nem quiseram provar, rs.

Fiquei com medo! Putz grila, o que será isso? Só pode ser nojento, rs. No fundo, o bicho não é nojento, mas o fato de não curtir muito carne de porco (quase crua), troquei o abalone pelo prato seguinte… a carne de siri… muito melhor!!!

Para quem não sabe o que é um abalone, como eu não sabia, procurei no wikipédia a resposta e a fotinho do animal.

Haliote ou abalone é um gastrópode, o único na família Haliotidae. Sua carne é um prato muito apreciado na Ásia.

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Escondidinho de carne seca do Bentoo

por Claudia Midori

Encontrei no blog do Leandro – o Cozinha Pequena, a história desse prato típico brasileiro – o escondidinho de carne seca. Semana passada fui novamente no Bentoo para experimentar mais um escondidinho. Já provei o de frango, o de alcatra, de carne moída, filé mignon e o de carne seca. Até então, o que mais tinha gostado era o de alcatra. Mas mudei de idéia, o de carne seca é muito bom!!! Ainda falta provar o escondidinho de berinjela, picanha e calabresa.

Diferente da receita tradicional, meu escondidinho de carne seca foi com purê de batatas e optei pelo queijos parmesão e requeijão. Divino!!!

História:

O escondidinho é um prato encontrado em diversas regiões do país, e tem como base a mandioca (ou macaxeira, ou aipim) e a carne seca. O nome vem do fato de a carne ficar “escondida” pelo purê de mandioca.

Bentoo
Rua Deputado Lacerda Franco, 115, Pinheiros
Tel.: 3816-0816

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