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Archive for the ‘Comida lá fora’ Category

por Camila Verbisck

Eu não sabia que as batatas fritas eram um prato típico (e grande orgulho) da Bélgica até receber a visita do Michel no feriado da Páscoa.

Hoje, lendo algumas notícias pela internet, encontrei que foi inaugurado na cidade de Bruges (ao norte de Bruxelas) o primeiro museu do mundo sobre batatas fritas. Os idealizadores da nova atração turística dizem que além do chocolate, nada melhor do que as batatas fritas para simbolizar o estilo de vida belga.

O Frietmuseum (Museu da Frita, em flamengo) conta a história do tubérculo desde que foi descoberto pelos europeus no Peru até a chegada no Velho Continente, trazida pelos espanhóis, e a popularização depois da Primeira Guerra, quando os soldados americanos e ingleses experimentaram a batata vendida nos portos belgas.

Ao que parece, as batatas fritas ficaram conhecidas como french fries porque na Bélgica também se fala o francês.

O museu também mostra a presença do tubérculo na cultura do país e esculturas sobre o tema. Também há uma ala dedicada a explicar todo o processo de colheita até se tornar uma boa batata frita.

E o que o Michel achou da batata frita brasileira? Ele achou boa. Eu particularmente já comi muito melhor do que aquelas daquele bar da r. Augusta.

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             abalone

por Claudia Midori

Tinha esquecido da foto acima. Na verdade, queria escrever um post bacana sobre o assunto, mas não rola. Alguns comentários de nossos leitores sobre as iguarias chinesas e asiáticas fizeram que eu tentasse escrever sobre o abalone.

Mas, a questão é: eu provei o bicho, fiz cara de nojo, olhei pra ele e desisti! Não rolava comer aquilo, ainda mais depois da explicação:

– É uma iguaria cara e muito apreciada na China, só os ricos comem, explicou a jornalista chinesa que estava ao meu lado. PS: Ela comeu o abalone de outros dois jornalistas que nem quiseram provar, rs.

Fiquei com medo! Putz grila, o que será isso? Só pode ser nojento, rs. No fundo, o bicho não é nojento, mas o fato de não curtir muito carne de porco (quase crua), troquei o abalone pelo prato seguinte… a carne de siri… muito melhor!!!

Para quem não sabe o que é um abalone, como eu não sabia, procurei no wikipédia a resposta e a fotinho do animal.

Haliote ou abalone é um gastrópode, o único na família Haliotidae. Sua carne é um prato muito apreciado na Ásia.

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02/04/2008 – 08h01 – Atualizado em 02/04/2008 – 10h51

Especialista usa produtos típicos do Brasil para fazer doce que comia em Tóquio. Nas mãos de Shizuko Yasumoto, eles viram bolinhos com um creme de açúcar.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Nas panelas, uma combinação que todo brasileiro conhece e aprecia: arroz e feijão. Mas no fogão da especialista em culinária japonesa Shizuko Yasumoto, a famosa dupla vira sobremesa.

Usando a técnica oriental do paninho ela envolve os bolinhos de arroz com um creme de açúcar e feijão. A receita faz a especialista em culinária japonesa voltar ao passado. Cada bolinho lembra o tempo em que ela morava com a família em Tóquio.

Ela vive no Brasil há 40 anos e apesar de defender o sabor da cozinha japonesa confessa que logo que chegou por aqui se apaixonou por uma delícia bem brasileira. “Primeiro, cheguei no Brasil e assustei com quindim. Por que era tão amarelo? Achei que colocava tinta. Depois eu estudei e aprendi que era a gema”, diz. “Achei gostoso” .

Shizuko conta que o doce saudável tem 2 nomes. No outono é “orragui”. Na primavera, em homenagem a esta flor, se chama “botamoti”. “Dentro tem arroz sem açúcar, então não é tão doce”.

Os amigos da anfitriã fazem questão de provar o docinho que acabou de sair da panela. “Parece um coco ralado e chocolate, mas é arroz e doce de feijão fora. É delicioso. Pra mim é sabor da infância lembra muito da minha mãe, da minha irmã, que a gente fazia junto”, afirma um deles. “Está saboroso. Nunca tinha comido tão gostoso”, diz outro.

Apesar de doce, o orragui não deve ser saboreado depois do almoço ou do jantar. É um lanche da tarde, diz quem entende do assunto. E pode ser saboreado com chá verde.

 Chá verde

O chá verde que na casa de Shizuko é o acompanhamento obrigatório pro docinho de arroz e feijão, em uma confeitaria de São Paulo se transforma na matéria prima principal de um rocambole. Aqui tem chá verde na massa, na cobertura e em boa parte do recheio.

O bolo é uma invenção de um confeiteiro japonês que há 10 anos se mudou com a mulher para São Paulo. Jully Lumi é brasileira e conheceu o chef Shinobo Sasaki do outro lado do mundo. “Eles testavam e eu provava. Os clientes começaram a gostar e assim criamos os ovos de chá verde, o bolo de chá verde”, conta Jully.

A mistura deu certo. O pó de chá verde, chamado de “matchá”, dá cor e um sabor oriental à massa do rocambole. O bolo com recheio de frutas também tem o gostinho da folha.

Até o sorvete e o chantilly sáo feitos com chá verde. O doce de feijão e o capricho do confeiteiro dão um toque especial à sobremesa.

Pensando nos apaixonados por chocolate, o casal investiu em novas receitas, como as trufas verdes. Além de gostosa, a sugestão é uma boa maneira de homenagear esses imigrantes que ajudam há 100 anos a incrementar os sabores do Brasil.

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Restaurante por dentro

por Claudia Midori

Na foto parece que estava sozinha no restaurante japa. Eu não estava. O restaurante estava razoavelmente cheio. A razão desses lugares vazios da foto é simples: não sair do restaurante Sakada com cheiro de fritura.

Lámen

Pedi um combinado que era sashimi, lámen, arroz e tempurá. O lámen veio razoável, tanto que comi tudo, só tirei a massa de peixe e o resto devorei. Lembro que eu tava faminta no dia. A cobertura do evento terminou tarde e não queria comer lanche, estava de saco cheio de comer bobagem.

O arroz não veio – fui avisada que não tinha mais. Aí veio a comidinha… e que comidinha! Esse restaurante foi um que comentei em um post que escrevi aqui para o Comidinhas! quando estava em Hong Kong.

Comidinha

Imagine que eu tenha pago US$ 30 nessa bandejinha! A salada veio no lugar do arroz – igual aos japoneses, os chineses adoram uma salada de repolho cru! Reparem na grossura das fatias do sashimi (um atentado a qualquer profissional japa ou brasuca). O tempurá não era de legumes, mas de massa de peixe empanado.

Conclusão: devia ter comido um lanche do 7 eleven…

PS: o restaurante fica em Wanchai perto das ruas Gloucester e Fleming, perto de várias lanchonetes.

Achei o endereço:

Shop 3, 1/F, Causeway Centre, 28, Harbour Road, Wanchai, Hong Kong
Telefone: 2827-9808

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               Bakery

por Claudia Midori

Tá vendo a padoca aí em cima? Ela é a bakery mais bonita das muitas que visitei em Hong Kong. O probleminha da Maxim´s Deluxe é o gosto dos doces – um horror! Os pães são deliciosos, bem recheados, assados e quentinhos, quase sempre.

Época de Páscoa, aproveitei para experimentar alguns doces. Até aí, nenhum problema. Isso até chegar na Maxim´s…

Devo começar pela embalagem que eles entregam o doce. Dê uma olhada na sacolinha.

                    Sacola

Eles entregam nessa sacola sem proteção, sem nada. Aí você sente na mesinha do lado de fora e come antes que o doce derreta..! Pois é, que coisa genial os chineses inventaram! Você não usa sacola no mercado, mas usa para levar seu doce até a mesa!

                  Doce

Como amo os ovos de páscoa daqui…

Então, esse é um bolinho de chocolate com uma meleca de chocolate ruim, com míseros confetis de chocolate… um horror! Ainda bem que voltei a tempo de comemorar a Páscoa com ovos deliciosos daqui! O bolinho é um donuts de chocolate!

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Tang gigante           Leite Ninho 

A lata de Tang tem 1,5 kg e custa US$ 3,22 (aproximadamente R$ 6, melhor que ter um monte de saquinhos em casa!)

Apesar de não tomar leite em pó, fiquei assustada com o tamanho do saco de 5 kg de leite Ninho! Que em Dubai e em Hong Kong chama Nido.

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Café da manhã para os chineses é na rua – de preferência com bastante gordura, num lugar de aparência duvidosa! O vídeo foi feito numa manhã fria do dia 8 de março em Wanchai, um bairro da ilha de Hong Kong.

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