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Archive for the ‘Comida e saúde’ Category

por Jaci Brasil

Adoro sopa! Acho que é pratica e gostosa. E sempre dá pra fazer uma sopinha com o que a gente tem na geladeira, ontem mesmo fiz uma sopa de batata e chuchu com uma carne que tinha sobrado (um lagarto recheado com linguiça) e ficou muito gostosa.

Pra completar a sopa eu comprei um macarrão de letrinhas, pra lembrar da infância, só fiquei meio triste porque as letrinhas não cresceram muito.

Fica aqui a dica: pegue a carne que sobrou do almoço junte uns vegetais (batatas, cenoura, vagem, chuchu, mandioca, cará, mandioquinha…), um macarrãzinho e faça a festa. É gostoso e saudável!

Update
Aqui tem um especial só de sopas.

 

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por Camila Verbisck

Pode parecer incrível, mas eu descobri uma forma que qualquer legume fica delicioso! Outro dia fizemos aqui em casa abobrinha recheada com requeijão light e queijo parmesão e ficou divino.

A receita é bem fácil e qualquer um com rejeição a vegetais vai comer e achar muito bom.

Eu fiz uma abobrinha média por pessoa, mas quem quiser pode fazer mais… A quantidade de ingredientes é no olhômetro…

Abobrinha recheada

Abobrinha suficiente para todo mundo
Requeijão light
Queijo parmesão ralado

Modo de fazer: cozinhar as abobrinhas até elas ficarem mais molinhas. Cortar na metade, tirar as sementes e colocar em uma assadeira. Rechear com bastante requeijão e salpicar o parmesão ralado. O tempo de forno vai depender de se elas ficaram bem moles quando cozinhou.

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03/04/2008

da BBC

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que a constante ingestão de água ao longo do dia, ao contrário do que se pensa, não traz grandes benefícios à saúde.

Desde os anos 90, profissionais de saúde em todo o mundo vêm disseminando a idéia de que o consumo de oito copos de água por dia ajuda o organismo a se manter hidratado, eliminar toxinas e a perder peso.

Ainda segundo alguns especialistas, beber água também é bom para curar dor de cabeça e manter a pele tonificada, prevenindo contra rugas.

No entanto, o estudo realizado pelos especialistas da Universidade da Pensilvânia desmistifica os supostos poderes do líquido e defende que há poucas evidências de que o alto consumo de água traga benefícios reais à saúde.

Os médicos Dan Negoianu e Stanley Goldfarb revisaram várias pesquisas publicadas sobre o assunto. Eles observaram que pessoas que vivem em climas quentes e secos têm mais necessidade de beber água, assim como os atletas.

Pacientes com alguns tipos de doença também se beneficiam da ingestão do líquido, afirmaram os pesquisadores.

“Mas não há dados que comprovem tais benefícios em pessoas com a saúde em equilíbrio”, afirmou um porta-voz dos cientistas.

“Não se sabe de onde essa recomendação surgiu”, completou ele.

Pele

Os especialistas disseram que apesar de a água ajudar o corpo a se manter hidratado, não há provas de que a ingestão suplementar de água –quando não se tem sede– previne o organismo contra desidratação.

Ao se debruçar sobre outros trabalhos que abordam a eliminação de toxinas pela água, os médicos americanos concluíram que isso não implica, necessariamente, em benefícios reais para a saúde.

Sobre a cura para a dor de cabeça, os especialistas afirmaram que, apesar de alguns estudos apontarem que a ingestão de água ajuda a minimizar o problema, os resultados não foram estatisticamente significativos.

Os cientistas ainda analisaram a teoria de que, ao beber água, a pessoa se sentiria satisfeita, comeria menos e perderia peso. Eles concluíram que os estudos não apresentaram conclusões consistentes.

E, por fim, os pesquisadores também não encontraram benefícios clínicos que provem que o líquido seria um elixir para manter a pele tonificada.

“Há simplesmente uma falta de evidência generalizada”, afirmaram os especialistas no “Journal of the American Society of Neuphrology”.

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Dia 31 de março é o Dia Nacional da Nutrição.

Do G1, em São Paulo
As mudanças para dietas mais saudáveis precisam respeitar os hábitos e os gostos de cada pessoa. Esse é o conselho a professora de nutrição Aureluce Demonte, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), neste 31 de março, Dia Nacional da Nutrição.

Nos últimos anos têm crescido a procura pela chamada “dieta mediterrânea”, que, como o próprio nome explica, vem dos povos que vivem na região do mar Mediterrâneo — o que inclui espanhóis e italianos, mas também norte-africanos, turcos e sírios.

Tudo começou, explica Demonte, com pesquisas populacionais que mostraram que as pessoas que vivem nessa área têm expectativas de vida mais elevadas, mesmo aquelas que vivem em grandes metrópoles e levam uma vida mais estressante.

Os especialistas acreditam que isso tem muito a ver com a alimentação. Devido ao clima do Mediterrâneo, as pessoas costumam comer muito peixe, muitas frutas e, coisa mais rara aqui no Brasil, oleaginosas, como castanhas e avelãs, e muito azeite de oliva. Além disso, eles também costumam tomar vinho (com moderação) durante as refeições.

Segundo Demonte, essa combinação faz muito bem para a saúde, porque protege contra problemas cardíacos e retarda o envelhecimento. É algo extremamente positivo, mas que envolve também uma série de questões culturais e comportamentais que são difíceis de copiar no Brasil.

“Há poucas coisas mais complicadas do que mudar um hábito alimentar. A pessoa gosta de comer as coisas que ela gosta de comer e pronto. É possível adequar muitas coisas, mas não dá para a pessoa mudar completamente da noite para o dia”, explica ela. “A dieta mediterrânea envolve, por exemplo, alto consumo de azeite de oliva. Alto mesmo. Eles usam azeite para tudo, para cozinhar carnes, para temperar saladas, tudo. E, embora os brasileiros tenham em geral o hábito de consumir algum azeite, dificilmente nos o usamos nessas quantidades tão grandes”, afirma.

De acordo com Delmonte, quem quer se beneficiar da saúde do Mediterrâneo precisa exercitar o equilíbrio e adequar a dieta aos seus hábitos alimentares normais. “Se a pessoa simplesmente comer um pouco de azeite por dia, já ajuda. Comer mais frutas, procurar comer castanhas. Tomar uma taça de vinho de vez em quando”, orienta. “A chave é se respeitar e respeitar o seu organismo. Mudanças radicais de uma hora para a outra não se mantêm ao longo do tempo; a pessoa invariavelmente acaba voltando para seu comportamento anterior”, diz a professora.

Delmonte explica que a melhor maneira de ter uma alimentação saudável não é se prender a receitas fixas e a dietas mirabolantes. “Enquanto a pessoa segue as ‘regras’ da dieta, tudo bem. Assim que ela ‘escapa’, volta a se alimentar como antes. É isso que faz surgir o famoso efeito sanfona”, explica.

O melhor a ser feito é buscar o equilíbrio no dia-a-dia. Em casos mais graves, como de obesidade, vale a pena procurar um especialista em nutrição.

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por Camila Verbisck

Acabei de ler o comentário da Elvira aqui no blog e ela me fez lembrar de uma questão: por que tudo que é mais saudável é mais caro?

Verdade! Alguém já parou para pensar nisso?

Por exemplo, quando eu saio do trabalho esfomeada e páro na estação de trem da Barra Funda para comprar uma barrinha de cereal, chego a pagar R$ 2,00 por uma mísera barrinha de 25g. Enquanto isso, um pacote de bolacha Bono, com 156g, custa o mesmo preço!

Quer ser saudável? Então pague (mais caro) por isso!

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20/03/2008 

da Folha Online

O estudo Target Group Index, realizado regularmente pelo Ibope Mídia, apontou serem as mulheres as maiores consumidoras de chocolate no Brasil. A pesquisa revela também que o consumo do produto aumentou 10% entre os anos de 1999 e 2007 no país.

Entre os “chocólatras”, as mulheres representam 55,96% contra 44% de homens, mostra o levantamento. Além disso, o consumo de chocolate no Brasil saltou de 57% da população para 67%, entre o 1999 (período do início das análises) e o ano passado.

Segundo o Target Group Index, o tablete puro é o preferido do brasileiro consumido por 82% do entrevistados, seguido dos bombons (72%) e das barras recheadas (58%).

A pesquisa passou por nove regiões metropolitanas brasileiras entre 10 de julho de 2006 e 1º de julho de 2007 e mostrou que os curitibanos (71%) e os brasilienses (70%) são os principais consumidores de chocolate no Brasil. Fortaleza (CE) é a capital onde os consumidores menos se interessam pelo produto (63%).

Saúde

Para a nutricionista Cristiane Kovacs, da seção de nutrição do instituto Dante Pazzenese, da Secretaria de Estado da Saúde, é preciso tomar cuidado com o consumo excessivo de chocolate, que pode elevar o índice de glicemia, além de trazer ganho de peso.

Mesmo assim, consumido com cautela e em pequenas quantidades, o produto pode trazer benefícios. Um relatório apresentado pela Associação de Cardiologia dos Estados Unidos afirma que o chocolate ajuda a reduzir os riscos de ataque cardíaco.

O chocolate amargo pode ser considerado o mais saudável. Rico em flavonóides, um potente antioxidante, proveniente do cacau, esta variedade do doce ajuda a combater os radicais livres e retarda o envelhecimento. Alguns estudos mostram que ele estimula a produção de serotonina –melhorando o humor– e de neurônios.

O cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração de São Paulo, ressalta que o chocolate contém gordura saturada, açúcar e cacau que, em excesso, podem trazer efeitos nocivos à saúde.

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15/03/2008

da Efe, em Londres

Cerca de 50 grupos de defesa dos consumidores lançaram uma campanha para restringir a publicidade de “junk food” (comida rica em calorias e com péssima qualidade nutricional) destinada à população infantil.

A campanha exige um código voluntário de boa conduta que seria assinado pelas empresas e que restringiria a publicidade desse tipo de produtos nesse meio e na internet.

Seus organizadores querem também que se coloque fim a anúncios da “junk food” em escolas e deixem de ser usados famosos ou personagens de desenhos animados com fins publicitários.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 177 milhões de crianças de todo o mundo estão ameaçadas por doenças relacionadas com a obesidade.

A agência das Nações Unidas prevê que 2,3 bilhões de pessoas com mais de 15 anos sofrerão de obesidade até 2015.

A campanha contra a publicidade e outros métodos de promoção destes alimentos é apoiada por “International Obesity Task Force” (Grupo de Trabalho Internacional contra a Obesidade).

A entidade culpa em boa medida do fenômeno os bilhões de libras gastos ao ano em publicidade de refrigerante ou alimentos doces, gordurosos ou salgados.

“Desafiamos os gigantes da indústria alimentícia e da bebida para que apóiem nossa campanha e demonstrem que querem realmente fazer parte da solução e não do problema”, disse o presidente desse grupo, Philip James, citado pela ‘BBC’.

“Com o aumento da obesidade e das doenças relacionadas à dieta, as empresas do setor alimentício têm que ser mais responsáveis na hora de promover seus produtos entre o público infantil”, afirma, por sua vez, Sue Davis, da organização Which?.

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