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Archive for the ‘Fastfood’ Category

Viciei mesmo

por Claudia Midori

Tem dias que troco facilmente o arroz com feijão por um fast food. O lugar que tenho ido com mais frequência é o Applebees. Em março fui duas vezes. Diferente das outras vezes, comi lanche ao invés do tex mex.

               Hambúrger

Acima a fotinho com meu pedido (Applebee´s Bacon Cheeseburger) e o da Rê (Italian Burger).

Applebee´s Bacon Cheeseburger – 210g de hambúrguer com bacon e duas fatias de queijo cheddar servido com alface, tomate, rodelas de cebola roxa e picles num pão com gergelim. (R$ 19,90)

Italian Burger – Delicioso hambúrguer de 210g empanado e frito, coberto com molho Marinara e tomate fresco, gratinado com nossa mistura de queijos italianos. (R$ 19,90)

Para beber pedimos a limonada (R$ 4,90) – com direito a refil.

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Sem pressa

Nesse nosso mundo de hoje, em que tudo tem que ser pra ontem, comer se tornou mais uma necessidade do que um prazer. Comemos o que está à mão e muitas vezes nosso almoço é um pacote de doritos, acompanhado de uma coca-cola.

Isso sem falar na instituição do fast food como a “comida” tradicional da hora do almoço: hamburguer, cachorro-quente, batata frita, esfirra…

Quando alguém fala em preparar uma comida especial em casa, daquelas que vai demorar horas pra fazer, a gente já pensa: “que trabalhão!”. Mas não tem nada como uma lasanha de molho de tomate caseiro, um pão caseiro (minha mãe faz!), uma carne que passou horas marinando até ficar bem macia, uma feijoada,  um vatapá, doces de calda, e muitas outras comidas deliciosas.

Pra tentar resgatar tudo isso existe um movimento chamado Slow Food, que prega o uso de alimentos orgânicos no preparo das refeições, o respeito ao meio ambiente, isso sem falar que eles valorizam, e muito, o momento da refeição, onde a convivência e a celebração são fundamentais. Comer bem e saborerar sem pressa!

A Slow Food defende a necessidade de informação do consumidor, protege identidades culturais ligadas à tradições alimentares e gastronômicas, e também produtos alimentares e comidas, processos e técnicas de cultivo e processamento herdados por tradição.

Eles têm como símbolo um caracol porque se movimenta lentamente e vai comendo calmamente durante o seu ciclo de vida.

Isso tudo pra gente parar um pouco e pensar se um pacote de doritos e uma coca dá pra se chamar “almoço”.

Aqui você também encontra informações legais.

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Publicado no site Guia da Semana

Uma pesquisa divulgada durante o 1º Seminário Setorial de Fast Food da ABF (Associação Brasileira de Franchising), em São Paulo, mostrou de que forma o brasileiro gasta seu dinheiro na hora de se alimentar. Segundo o estudo, cerca de R$ 11,42 são gastos em redes de fast foods. A tendência é que a população gaste menos em casas que oferecem refeições rápidas, como lanchonetes (R$ 8,93), doçarias e sorveterias (R$ 6,98) e cafeterias (R$ 7,24), e mais em outros lugares como restaurantes italianos (R$ 18,06) e asiáticos (R$ 21,72).

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Por Camila Verbisck 

O primeiro fast food no Brasil surgiu no Rio de Janeiro e há controvérsias se foi uma rede de lojas de sorvetes chamada Falkenburg, que vendia exclusivamente sorvetes de baunilha ou se foi o Bob’s, que lançou o hot-dog, o hambúrguer, o milk-shake (que ainda não devia ser o de ovomaltine!) e o sundae. Isso aconteceu no comecinho da década de 50, quando o Rio ainda era a capital federal.

A rede-monopólio MacDonald’s só chegou por aqui em 1979, em São Paulo. Hoje, o Brasil é o oitavo mercado da rede, com 1.146 pontos de venda sendo 544 restaurantes, 602 quiosques e 49 unidades de McCafé, empregando 34.000 pessoas, segundo dados de 2005.

Eu, que nasci em 1982, vi o primeiro MacDonald’s se instalando em São Bernardo do Campo. Naquela época as coisas demoravam tanto! Lembro que ir lá era motivo de festa, de tão caro que era! A alegria de ir ao MacDonald’s era tanta que na minha formatura da pré-escola, em vez de fazer festinha para os pais, minha turminha decidiu comemorar no restaurante.

Hoje fast food é sinônimo de lucro. É só analisar, já viu shopping que dá certo e não tem MacDonald’s ou pelo menos um quiosque de sorvetes da rede na praça de alimentação? É bancarrota na certa…

Ontem eu almocei no Burger King, o último exemplar dos péssimos hábitos alimentares americanos que chegou ao Brasil. E vi que é isso mesmo, prefiro muito mais o BK ao MacD… Não sei se é porque tem menos gosto de industrializado, se é o gostinho de churrasco do hambúrguer, se é porque tem tomate e alface de verdade, se é porque o atendimento é mais espontâneo…

Só tenho certeza de que comer no MacD é vício, raramente alguém come lá e fala, com convicção: “Eu acho o MacDonald’s a melhor comida do mundo!”

É igual tomar Coca-Cola, ninguém toma porque gosta, mas isso é assunto para outro post.

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por Jaci Brasil

A culinária tex mex é pouco conhecida aqui no Brasil, mas é uma febre nos Estados Unidos, e uma opção bem gostosa de fastfood. Ela se baseia nas tradições mexicanas e usa elementos da culinária americana, e como foi criada no estado americano do Texas, tem esse nome.

Sábado fui conhecer o Chiuaua, um dos restaurantes tex mex de São Paulo. Achei bem gostoso e meus amigos também gostaram bastante. O lugar também é agradável, com mesas coloridas e cactos do lado de fora.

Segue o sistema fastfood: peça, pague, pegue e coma. E ainda tem combos a partir de R$13,95 (1 burrito, 1 taco, 1 pacote de nachos, 1 molho e um refri), você pode escolher o sabor (carne, frango ou salada).

Ahh, e quem não gosta muito de pimenta pode comer tranquilo, porque tem pimenta, mas é só uma pitadinha. E eu aconselho experimentar tanto o taco de carne como o de frango…. hum!! Sem falar que os nachos são feitos lá mesmo (não são Doritos).

É um lugar pra quem quer variar o cardápio sem pagar muito caro.

Chiuaua
Rua da Consolação, 2731 (esquina com a Alameda Jaú)
Telefone: 3085-2408
Horário de funcionamento: de segunda a quarta, das 12h às 24h; de quinta a sábado, das 12h às 5h; domingo, das 18h às 24h.

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Hambúrguer

por Claudia Midori

O que é hambúrguer para você? Para mim, não é um bolinho de carne achatado. Servido entre duas metades de um pão rechonchudo e fofinho, com maionese, alface, tomate, catchup, mostarda, cebola, queijo e bacon, assim é meu lanche – hambúrguer. Sem o pão, a carne não tem graça, é melhor um bife na chapa acebolado, talvez um bife com molho, mas sem nada não dá. É horroroso!!!

Depois da carne servida como hambúrguer no Boteco Seu Zé, resolvi escrever de uma lanchonete que fomos há um mês no shopping Ibirapuera – fomos eu, a Camila e a Audrey, que já escreveu aqui no blog sobre o som das comidas e nunca mais arriscou a escrever sobre comida. A praia dela é outra – teatro. Enfim, fomos descansar um pouco depois das longas caminhadas por Moema… não é Camila???

A fome bateu e não quisemos a muvuca da praça de alimentação do shopping. O Jig´s Burger fica no piso Campo Belo (não tenho certeza), longe da gritaria. O ambiente é agradável, calmo, com serviço um pouco devagar, mas com lanches maravilhosos!

Escolhi o Revolution, adorei! As cebolas fritas que acompanham o lanche são sequinhas e crocantes, a maionese é temperada, mas não tão saborosa como a maionese do Barello, outro lugar que já comi ( e como!) um dos melhores lanches de São Paulo.

Não houve reclamação dos lanches, as três devoraram e adoraram os lanches. A Audrey optou pelo hambúrguer que leva o nome da casa. Já a Camila, foi de Stairway to heaven -com queijo brie e tomate seco acompanhado de batata frita.

Fica aqui a minha dica para quem procura um bom, belo e barato hambúrguer de carne, que graças aos alemães, deixou de ser crua. Melhor ainda, foi o aperfeiçoamento dos americanos, que acrescentaram o pão.

Jig´s Burger
Shopping Ibirapuera
Av. Ibirapuera, 3103

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No sábado, as meninas foram no Applebee´s outra vez, eu não fui com elas, e me aventurei na selva que é almoçar no shopping num sábado. Eu tinha me esquecido de como shopping é lotado de sábado, ainda mais no fim de semana que antecede o Dia das mães, a segunda data comemorativa que mais enche os cofres das lojas. Tinha me esquecido de porque não vou mais em shopping. E dois minutos depois de entrar me lembrei, aquelas escadas que só ajudam a gente a se perder e dar voltas e voltas, aquela praça de alimentação lotada….

Na praça de alimentação chegou a hora da decisão, tinha pouco tempo pra comer, então tinha duas opções: comprar fast food total, leia-se um hambúrguer do Burger King (que eu adoro, mas sem cebola, por favor!) e comer no parque ou comprar um fast food com mais cara de comida de casa, um grelhado com legumes e salada, no Giraffas. Pensando na minha saúde optei pelo grelhado, mas se arrependimento matasse eu tinha morrido naquela hora. Porque não tinha mesa pra sentar! Acabei pedindo pra dividir uma mesa com uma moça, e como ainda existe gentileza no mundo, ela deixou. Mas comer no meio de tanta gente, e com aquele barulho… é horrível. Não dá nem pra dizer se a comida tava gostosa.

Depois desse almoço fui pra um parque e dá pra acreditar que com aquele sol que tava no sábado, o parque tava vazio? E o shopping lotado, dá pra entender?

(Jaci Brasil

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