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Archive for the ‘Bebidinha’ Category

Coffe AvelãEssa semana tomei três vezes o Coffe Avelã (R$ 6,20), do Café do Ponto. A foto tirei hoje à  tarde no Shopping ABC, em Santo André.

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Pasteletes

Por Claudia Midori

e dar uma descansada na sexta-feira e finais de semana, indico o bar Veredas. Dos mesmos donos do Pé de Manga, e pertinho do Astor.

O nome Veredas é uma homenagem à obra do maravilhoso João Guimarães Rosa: “Grande Sertão: Veredas” e aos anos dourados de JK. O projeto foi desenvolvido pela arquiteta Marina Grinover e Paula Pompeu de Toledo, e segue a mesma linha da década de 50 – muito concreto e aço. PS: Coloque um bom agasalho se estiver frio, pois o bar é bem aberto e não tem onde se esconder de um ventinho gelado.

Para não se arrepender, peça uma porção de pastéis de carne e queijo (R$ 17,90) e uma caipirinha (ou caipiroska) de lichia!!! No dia, o chopp estava horroroso (quente)!

Caipiroska de lichia

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Veredas

Rua Delfina, 196, Vila Madalena
Telefone: 11 3816-3290

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Por Claudia Midori

Restaurante, bar ou charutaria, o Esch Café reúne em seus ambientes todas essas funções. Inaugurado há quase um ano nos Jardins, o carioca Esch Café mistura a descontração do Rio, o calor de Cuba, a sofisticação de São Paulo e um sopro de bar americano no ar.

Na casa, é difícil não reparar na decoração. Predomina a cor vermelha, a luz baixa, mesas de madeira bem separadas uma das outras, e a música ambiente não atrapalha a conversa dos que visitam o local. Na filial paulista, as oito mesas do lado de fora são as mais concorridas pelo público, geralmente, formado pelo público masculino acima dos 35 anos, e apreciadores de um bom charuto cubano. Os garçons, todos homens, são rápidos e atenciosos, e todos vestem camisas Guayabera e chapéus Panamá – alinhadíssimos.

Após sua passagem pelo lendário bar cubano La Floridita – considerado o berço do Daiquiri do mundo, o mestre Derivan de Souza comanda, a partir de hoje, dia 21, o Daiquiri Day. Ao todo, seis drinks exclusivos, todos regados por uma famosa história e apreciadores mundialmente conhecidos. Entre eles, claro, Ernest Hemingway em “My Mojito in La Bodeguita. My Daiquiri in La Floridita”!  

Conheça os drinks (são 6) do Esch, todos elaborados com o legítimo rum cubano:

Daiquiri Floridita (rum/ suco de limão/ marasquino/ açúcar / gelo moído)
Seu criador foi Costantino Ribalaigua, barman empresário que jamais abandonou o balcão, dando atenção a todos sem distinção. Inovador ao ter uma máquina de gelo Flak Mak americana para a produção de gelo branco transparente e, em seguida, acrescentar ao daiquiri o gelo moído, tornando a bebida cremosa como é até hoje.

Banana Daiquiri (rum/ suco de limão/ licor de banana/ açúcar/ gelo moído)
O Plátanos é considerado a loucura dos cubanos e veio junto com os famosos daiquiris de La Floridita e com os mojitos do La Bodeguita.

Daiquiri Chiclet (rum/ suco de limão/ licor de menta/ licor de banana/ gelo moído)
A combinação pode parecer no mínimo diferenciada, mas a criação deste daiquiri uniu-se o sabor marcante do Plátanos ao frescor da menta

Para quem não conhece, o La Floridita, em Cuba, é considerado o berço da bebida em questão. O bar surgiu quando o país nem sonhava ser uma República e ainda era um território com muitos escravos e sob domínio espanhol. Diante deste cenário, nasceu em 1817 o “Bodegon”, chamado primeiramente de La Pina de Plata. Logo em seguida transformou-se em El Bar – Restaurante La Florida e, mais tarde, La Floridita.

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Dica para enófilos

         Vinho

Por Claudia Midori

Não entendo nada de vinhos. No máximo, digo que sei beber, mais nada! De qualquer maneira, achei bacana colocar no Comidinhas a dica do Mário Soma em um dos seus vários blogs – o Confraria dolce vita.

No blog, ele explica melhor o que ele chama de “brinquedo online de enófilos”:

Até pouco tempo atrás, o que você está vendo na foto poderia ser considerado apenas uma demo para os aficcionados por vinhos, entretanto, se você ficar fazendo suas harmonizações por mais de 30 minutos, eu diria que isso serviria, nos dias de hoje, como um advergame.

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Banana Daiquiri

 

Por Caroline Marino

 

Garçons com chapéu de palha, camisa branca e calça bege. Homens fumando tranqüilamente charutos. Luz baixa. Música ambiente. Essas são as primeiras coisas que se notam ao entrar no Esch Café, uma mistura de bar, restaurante e tabacaria que representa a La Casa Del Habano, tradicional casa cubana. Porém, o lugar é mais do que isso. Esconde um ambiente fino e ao mesmo tempo tranqüilo com público cativo (na maioria homens na faixa dos 40 e 50 anos), garçons simpáticos e cardápio variado. O que nos levou até lá (eu e a Claudia) foi o lançamento do Daiquiri Day, comandado pelo mestre Derivan de Souza todas as segundas, a partir do dia 21 de abril. A carta é composta por seis drinks: Daiquiri Floridita, Banana Daiquiri, Daiquiri Chiclet, Daiquiri Hemingway, Daiquiri Fraise, Daiquiri Mulata.

 

Escolhi o Banana Daiquiri (ron, suco de limão, licor de banana, açúcar e gelo moído) e a Claudia preferiu o Daiquiri Hemingway (ron, suco de limão, marasquino e gelo moído). Além de bonitos, os dois são ótimos. Para quem gosta de bebidas mais doces, o Banana Daiquiri é melhor, pois a banana e o açúcar suavizam o gosto forte do limão. Mas quem prefere sabores mais fortes, o Daiquiri Hemingway é uma boa pedida.

 

Para acompanhar as bebidas, foi servida uma porção de pastel (queijo e carne) – bem sequinhos e saborosos –, carne ao molho madeira com pães de forma e uma cesta com outros tipos de pães. A carne tinha uma cara ótima e o aroma dava vontade de experimentar, mas já que não como carne, experimentei apenas o molho (que é muito bom). A Claudia aprovou a carne.

 

O lugar convive bem com todos os gostos. Os amantes de charuto sentem-se em casa, pois além de poderem fumar à vontade, têm à disposição uma charutaria no fundo do bar. Mas quem não gosta da fumaça de um habano, pode ficar na parte de dentro do bar em um lugar reservado para não fumantes.
 
Esch Café
Alameda Lorena, 1.899, Jardins
Tel.: (11) 3062 2285

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Avelã                                 Bom!

por Claudia Midori

Ontem à tarde a Carol quis parar no Amor aos Pedaços para um docinho. Aliás, o que seria de nós, mulheres, sem um belo pedaço de chocolate, bolo, brigadeiro e afins? E o que seria de nós sem um bom café? Pois é… café para não dormir, café de manhã, café à tarde, qualquer hora é hora para um bom café!

Ontem provei um café gelado na Amor aos Pedaços – o Amor Sossegado. Dentre as seis opções, fiquei na dúvida entre o trufado e o de maracujá, eis que pedi a opinião de quem trabalha na loja e atende sei lá quantos clientes todo dia… A atendente da loja na Mooca não quis opinar sobre os sabores. Limitou-se a dizer:

– Depende do seu paladar!

Sim, depende do meu paladar! Acabei escolhendo o de maracujá e não me arrependi, a combinação do chocolate com a calda azedinha e o chantilly foi agradável.

Mas, o café de hoje foi muito melhor. Dica do Mario Soma, o Coffee Avelã (do Café do Ponto) – que mistura a cremosidade do chocolate Chocon´up com o café expresso aromatizado de avelã, espuma de leite e raspas de chocolate. Além do sabor, o aroma é divino, e ainda tem um chocolatinho com menta, que eu adoro!

 

 

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História do café

Livro

O homem, a cabra e o café: três elementos que inseriram no mundo
 uma bebida exótica, de cor negra, sabor amargo,
com um aroma inconfundível e cativante 

Quando o simples criador de cabras lá no Oriente observou que um dos seus animais ficara eufórico após comer o fruto do café, não imaginava que a partir dali nasceria uma das bebidas mais consumidas no mundo. Seu alcance foi realmente além da imaginação. Traçou o perfil e a história de muitos países que se desenvolveram à sua sombra, vincando-lhes a sociedade e a cultura. Essa identificação imediata pode ser medida no Brasil, até hoje o maior produtor mundial de café.

No livro História do café da Editora Contexto, Ana Luiza Martins, faz um traçado do que o café representou e representa econômica, cultural e socialmente – sobretudo no Brasil.

A autora conta como as safras generosas, nascidas dos cafezais brasileiros, sustentaram o Império, fizeram a República e hoje geram divisas significativas para a economia do país. Sua competitividade atinge novos patamares, com excelência de sabor, aroma e corpo – os três itens básicos para a classificação e a apreciação da bebida.

O livro História do café ultrapassa os aspectos agronômicos ou mesmo iconográficos. Transformar o café em bebida deliciosa sempre implicou longo e por vezes penoso processo, até que o produto chegasse ao destino final, para ser apreciado e disputado nas mesas do mundo.

Devida essa vasta abordagem do tema, que se confunde com a própria História do Brasil, a autora colocou quatro partes distintas e primordiais para o entendimento da importância do café. Na primeira, o livro fala das origens na África, seu avanço no Oriente e a chegada no Brasil.  Na segunda, volta-se para a sua difusão no Brasil e a sua preponderância na construção do Império. Na terceira, o produto divide a República em dois momentos: antes e depois da crise de 1929. Na quarta parte, Ana Luiza Martins analisa o avanço contemporâneo das plantações de café e as práticas que vêm definindo seu uso, manejo e consumo no novo milênio. 

 

Das floradas brancas dos cafezais, passando pela colheita da cereja vermelha e pelo ensacamento do grão classificado, até se verter o saboroso líquido negro negociado internacionalmente, esse fruto exótico, em sua origem, tem desencadeado intensa mobilização de homens, máquinas, economias, sociedades e políticas, definindo parte dos destinos do mundo. O café abriu estradas rodoviárias e ferroviárias, como uma onda verde invadiu sertões e marcou a Era Vargas em momentos distintos. Nas reuniões diplomáticas, o café era o assunto e a bebida principal. 

 

Desde sua descoberta, a Coffea arabica traçou novas rotas comerciais, aproximou países distantes, criou espaços de sociabilidades até então inexistentes, estimulou movimentos revolucionários, inspirou a literatura e a música, desafiou monopólios consagrados, mobilizou trabalhadores a serviço da Revolução Industrial, tornou-se o elixir do mundo moderno, consolidando as cafeterias como referências internacionais de convívio, debate e lazer.

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