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Archive for the ‘Notícia’ Category

A partir desta semana nossas dicas, receitas e comilanças vão mudar de endereço. Nosso blog vai ficar hospedado como parceiro do Gastronomia & Negócios e também vai mudar de nome, para Aventuras Gastronômicas.
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Esperamos que você continue nos visitando!
Camila Verbisck
Cláudia Midori
Jaci Brasil

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Um estudo do periódico Alcoholism: Clinical & Experimental Research mostrou que nos bares onde o volume da música é alto os consumidores bebem mais e mais rápido. Os cientistas constataram que nesses locais o consumo de um copo de cerveja é três vezes mais rápido do que em ambientes calmos.

Fonte: Destak

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O consumo da bebida ajuda a preservar a memória de idosos, conclui um trabalho da Universidade de Cingapura. 65% dos participantes que beberam ao menos duas xícaras de chá diariamente mantiveram a mesma capacidade cognitiva dois anos depois do início da pesquisa.

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Do site Swissinfo

Devido ao seu balanço ambiental negativo, o consumo de água mineral engarrafada deve ser proibido na Suíça, propõe o deputado federal Jacques Neirynck, do Partido Democrata Cristão (PDC).

“A polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas”, diz Peter Brabeck, presidente da Nestlé, empresa líder mundial no mercado de água mineral.

Devido ao seu balanço ambiental negativo, o consumo de água mineral engarrafada deve ser proibido na Suíça, propõe o deputado federal Jacques Neirynck, do Partido Democrata Cristão (PDC).

“A polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas”, diz Peter Brabeck, presidente da Nestlé, empresa líder mundial no mercado de água mineral.

Uma campanha iniciada nos Estados Unidos, propondo o consumo de água de torneira em vez de água mineral para proteger o meio ambiente, atinge também a Suíça.

Durante uma conferência em 23 de junho passado, 250 prefeitos dos EUA decidiram que nas suas cidades não será mais comprada água mineral com dinheiro dos contribuintes. Igrejas e organizações estudantis apóiam a “Anti Bottled Water Campaign”.

Na Suíça, alguns restaurantes já oferecem jarras de água da torneira aos seus fregueses. O deputado Jacques Neirynck, ex-reitor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, quer propor na sessão de outono do Parlamento a proibição da água mineral no país. Ela então só poderia ser comprada sob receita médica.

“São necessárias medidas restritivas para economizar energia. Gasta-se energia demais com a produção da garrafa, o engarrafamento e o transporte. Se não quisermos ter uma nova usina nuclear, temos de renunciar à água engarrafada”, argumenta.
120 litros de água mineral per capita

Cada um dos 7,5 milhões de suíços consome cerca de 120 litros de água mineral por ano. O consumo mais do que duplicou nos últimos 20 anos, período em que as importações quase dobraram. Quase um terço do mercado suíço é coberto por água importada.

Segundo um estudo da Esu-Services, de Uster (perto de Zurique), para um litro de água mineral engarrafada e transportada por um longo trajeto são gastos 3,2 decilitros de petróleo.

Dois decilitros de petróleo são gastos por litro quando a água mineral é retirada de uma fonte na Suíça, colocada em garrafa PET (reciclável) e refrigerada antes de ser servida.

Para a obtenção de um litro de água de torneira, não refrigerada, o consumo de energia equivale a 0,3 mililitros de petróleo – mil vezes menos do que para a água mineral em garrafa de vidro, importada e refrigerada.

“A carga para o meio ambiente decorre principalmente da refrigeração, da embalagem e do transporte”, diz Niels Jungbluth, gerente-executivo da Esu.
Nestlé rebate críticas

A Nestlé Waters, líder global do mercado, rebate as críticas feitas por políticos e peritos, dizendo que a água mineral de suas marcas representa apenas 0,0009% da água potável consumida no mundo.

Na Suíça, 75% de todas as garrafas PET são recicladas, diz Philippe Oertlé, porta-voz da Nestlé. Ele explicou ao jornal Tagesanzeiger que a empresa reduziu em 22% nos últimos cinco anos o peso da embalagem da água mineral.

Segundo o presidente da Nestlé, Peter Brabeck, “a polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas. Quem quiser economizar água por motivos ecológicos tem de tomar mais água mineral e menos água de torneira”, disse ao jornal Sonntagszeitung.

Brabeck argumenta que a água engarrafada provoca o menor consumo de água para levar líquido da melhor qualidade ao consumidor. “Como o preço da água de torneira é baixo demais, por motivos políticos, não há como investir o suficiente nas redes. Nos países em desenvolvimento, 70% da água potável é desperdiçada por furos na rede; na União Européia, 30%.”

O presidente da Nestlé concorda que existe um direito humano à água. “Cinco litros por pessoa diariamente para beber e 20 litros para a higiene. O que passar disso tem de ser vendido a preço de mercado. Do contrário, serão subvencionadas piscinas em campos de golfe”, afirma.

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Nem das outras dez, ou vinte. Quem acha que fazer comida nos fins de semana é coisa muito séria quer uma cozinha à altura. Custe o que custar


por Bel Moherdaui da Veja 

O paulistano Eduardo Mazza, 41 anos, trabalha de segunda a sexta como diretor financeiro de uma construtora. Nos momentos de lazer, vai ao cinema, viaja ou bate bola com o filho Bruno, de 8 anos. O almoço com a família nos domingos é sagrado. Por trás dessa perfeita normalidade, Mazza alimenta um vício incontrolável, que o leva a gastar milhares de reais em questão de minutos: ele é louco por utensílios de cozinha. Em nome da compulsão, calcula já ter torrado uns 15.000 reais em vinte panelas de ferro fundido esmaltado, todas da marca francesa Le Creuset, na cor vermelho flamejante. São caçarolas, frigideiras, jarras, tigelinhas e até um elegante recipiente para fazer pratos marroquinos como cuscuz e tagine (690 reais). Com orgulho de colecionador, Mazza acomoda-os num armário com portas de vidro especialmente instalado em frente ao fogão. “É um exagero mesmo. Já tenho tudo de que preciso em matéria de panelas e talheres. Também troquei recentemente todos os pratos e tenho um jogo de doze facas fantástico, que inclui uma para desossar e outra de serra, faca para cortar tomate, filetar cebola, preparar sushi”, descreve, entusiasmado. Mazza é um exemplar típico de uma espécie em constante evolução, os chefs de fim de semana, em geral profissionais bem-sucedidos que gostam de exibir seus dotes culinários.

O fato de que o façam nos melhores equipamentos que o dinheiro pode comprar produz fenômenos que escapam à compreensão dos cozinheiros eventuais, aqueles do macarrão e da omelete, como pagar 56.000 reais por um imenso fogão da marca Viking com dois fornos, chapa, grelha e seis bocas (todas capazes de reproduzir o efeito banho-maria); 45.000 reais por uma geladeira Sub-Zero, que regula sozinha as variações de temperatura e umidade conforme a porta é aberta; 18.000 reais por uma coifa Wolf, que sobe e desce, por controle remoto; e 8.000 reais pela gaveta térmica, também da Viking, que mantém a pipoca crocante por várias horas (no muito improvável caso de a tigela não ser abatida em quinze minutos). É um mercado aquecido, em todos os sentidos do termo. “De 2006 para 2007, notamos um crescimento de 50% nas vendas”, avalia Beatriz Zwarg, gerente de marketing da americana Viking, uma espécie de Versace dos eletrodomésticos, cujo fogão mais vendido é um monumento de quase 1 metro de largura que custa 30.260 reais. O equivalente a um carro médio, mas quem consegue fazer crème brûlée sobre quatro rodas?

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da Folha de S.Paulo

Bolo pé-de-moleque, bolo de grude, munguzá… Esses e outros quitutes tradicionais nas festividades juninas do Nordeste poderão ser provados em São Paulo até o dia 29 deste mês.

Paralelamente ao projeto “Anfitriãs do Brasil”, do Obá, o Cordel e o Mocotó também vão homenagear os santos juninos.

No Cordel, uma barraquinha, tal qual as dos forrós pernambucanos, será montada junto ao bar. Ali, à tarde e à noite, os clientes poderão provar tapiocas salgadas e doces, bolo de grude, bolo de tapioca com sorvete de milho e, claro, o tradicional bolo pé-de-moleque -que em nada lembra a barrinha dura de açúcar e amendoim consumida por aqui. Para beber, licor de cana-de-açúcar.

No Mocotó, as estrelas serão os derivados de milho: canjica (nas bandas de cá, conhecida como cural) e munguzá (ou mugunzá, o equivalente à nossa canjica), nas versões doce -cozido no leite de coco e servido com cocada cremosa e canela polvilhada- e salgado -com costelinha de porco, lingüiça defumada, carne-seca e bacon.

Cordel
Onde: r. Aspicuelta, 471, Vila Madalena, São Paulo, SP, tel. 0/ xx/11/3375-0471

Mocotó
Onde: av. Nossa Sra. do Loreto, 1.100, Vila Medeiros, São Paulo, SP, tel. 0/xx/11/2951-3056

Obá
Onde: r. Dr. Melo Alves, 205, Jardins, São Paulo, SP, tel. 0/xx/11/3086-4774

 

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Há opções lights, mais calóricas, com legumes, massas e frutas.
Os preços dos bufês variam de R$ 16,90 a R$ 23,80

Luísa Brito Do G1, em São Paulo

A chegada do tempo frio desperta a vontade, e por que não dizer, a necessidade de comer algo bem quente e saboroso. Para atender ao anseio dos paulistanos por comidas de inverno, grandes padarias da cidade criaram novos sabores de sopa para a próxima estação. Para o inverno, há receitas até com frutas como a sopa de cenoura com manga, com bebidas, como a de creme de queijo e vinho e também com bacalhau.

 

A Galeria dos Pães, na região dos Jardins, conta com quatro nutricionistas e um engenheiro de alimentos que, juntamente com a cozinheira, criaram dois novos sabores para o inverno: as sopas de creme de batata com calabresa e creme de tomate com mussarela de búfala.

 

Segundo o dono da padaria, Milton Guedes de Oliveira, após a criação das receitas, a nova sopa é submetida à aprovação dos funcionários do local que dão dicas para melhorar o produto e voltam a provar para dar o aval final.

“Nossa principal preocupação é com o sabor e em oferecer variedade para os clientes”, diz Oliveira. O movimento no bufê da padaria durante a noite quase quadruplica na época fria, passando de cerca de 200 pessoas, no verão, para 700 no inverno. A padaria lança sabores novos durante todo o ano.

A cada dia, o local oferece seis tipos de sopas. Os sabores variam e apenas a canja é feita todo dia, pois é a preferida pelos clientes. Além dos sabores novos, a padaria conta também com uma sopa light feita de legumes e madioquinha, creme de queijo e vinho, capeletti imbrodo, cenoura com manga, entre outras. As sopas são servidas a partir das 18h até as 5h. O local funciona 24 horas.

 

 Sugestão da cozinheira

Na padaria Bella Paulista, na região central, as novidades do inverno são as sopas São Bento, feita de abobrinha, berinjela, cenoura e batata em rodelas, e a Sugestão da Ju, com rúcula, alho-poró, champinhon, tomate seco, shitake e batata. Essa última ganhou o nome porque a cozinheira e idealizadora das novas receitas se chama Jucélia.

Raul Zito/G1

Raul Zito/G1
Padaria nos Jardins oferece seis diferentes tipos de sopas toda noite (Foto: Raul Zito/G1)

A Bella Paulista chega a receber 900 pessoas à noite na época do inverno, 30% a mais que no resto do ano. Diariamente, são oferecidos quatro tipos de sopa diferentes no bufê, que também conta com pães, frios e cafés. Segundo a gerente administrativa Luzia Bento, a sopeira observa durante o ano o que as pessoas mais pedem e o que há de novidade no mercado para poder criar os novos sabores.

Como a procura é bem maior na época fria, há estabelecimentos que só servem sopas neste período. É o caso da padaria Cepam, na Vila Prudente, Zona Leste de São Paulo. De maio a julho, o local oferece um bufê de sopas com cinco tipos diferentes das 16h às 23h. Apenas a de quatro queijos é oferecida todos os dias por ser a mais procurada.

Neste ano, as estreantes são de lentilha e de carne seca com mandioca, que foi inspirada no sucesso do escondidinho de carne seca, segundo conta o gerente da Cepam, Rafael Macarrão. “A gente costuma pegar coisas tradicionais da comida brasileira e leva para a sopa”, diz. Na Cepam, as sopas também são sugeridas pelo cozinheiro.

Com quatro unidades espalhadas pela cidade, a padaria Dona Deôla criou três sabores novos de sopa para este inverno. Além das tradicionais canja de galinha e caldo verde, as unidades contam agora com sopas de bacalhau com batatas, alho-poró com shitake e uma terceira, chamada Aurora, que é um creme à base de farinha tapioca e legumes.

A Dona Dêola diz contar com mais de 20 diferentes receitas e serve diariamente seis tipos distintos em cada unidade. As sopas são servidas em um bufê que conta também com torradas, pães, frios, sanduíches, entre outros alimentos.
Serviço:
Galeria dos Pães
Rua Estados Unidos, 1.645, Jardim América
Telefone: 3064.5900
Preço: R$ 23,80 o bufê que conta com sopas, pães, doces, frios, sanduíches, sucos, cafés e chás, entre outros produtos
Horário: Das 18h às 5h

Bella Paulista
Rua Haddock Lobo, 354, Bela Vista
Telefone: 3214.3347
Preço: R$ 21,50 o bufê com sopas, pães, doces, frios, sucos, cafés, chás, entre outros produtos. A sopa fora do bufê custa R$ 9,80 e é acompanhada de pão e queijo
Horário: Das 18h às 3h,

Cepam
Rua Ibitirama 1.409, Vila Prudente
Telefone: 2341.6644
Preço: R$ 16,90 as cinco opções de sopa com pães e petit fours
Horário: Das 16h às 23h

Dona Deôla
Alto da Lapa – Avenida Pio XI 1377
Telefone: 3022-5640
Higienópolis – Rua Conselheiro Brotero 1422
Telefone:3826-4648
Pompéia – Avenida Pompéia 1937
Telefone:3672-6600
Granja Viana – Rodovia Raposo Tavares km 22
Telefone:4612-2288
Preço: R$ 19,90 o bufê com torradas e pães, parmesão ralado, vinagrete, bacon em cubos, tábua de frios, sanduíches de metro e sobremesas quentes e frias. Bebidas não estão incluídas
Horário: Das 18h às 2h

 

Receitas

Apenas a Galeria dos Pães forneceu receitas de suas sopas.

  • Creme de batata com calabresa

Ingredientes: cebola, alho, azeite, água, batata, lingüiça calabresa defumada, bacon, sal, creme de leite fresco e caldo de carne.
Modo de preparo: Refogue a cebola e o alho no azeite, depois acrescente a água e a batata e deixe cozinhar. À parte, frite a lingüiça calabresa com o bacon na sua própria gordura, então acrescente essa lingüiça com o bacon na batata já cozida. Bata tudo no mix. Acrescente o sal se necessário, desligue o fogo, acrescente o creme de leite e bata novamente.

  • Creme de tomate com mussarela de búfala

Ingredientes: alho, cebola, azeite, tomate, açúcar, creme de cebola, caldo de carne, caldo de galinha, creme de leite fresco, manjericão, hortelã, vinagre, orégano, amido de milho, mussarela de búfala.
Modo de preparo: Refogue o alho e a cebola no azeite. Adicione os outros ingredientes (exceto o amido de milho ) e cozinhe junto com o tomate. Bata e engrosse com o amido de milho. Depois de pronto corte a mussarela de búfala e acrescente no creme.

 

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