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Archive for the ‘Notícia’ Category

da BBC Brasil

Pesquisadores ingleses compararam a qualidade do leite produzido em fazendas orgânicas e convencionais e sugerem que o produto orgânico é mais rico em nutrientes que beneficiam a saúde.

Segundo o estudo, o leite produzido por vacas que pastam naturalmente e têm uma dieta à base de feno é mais rico em antioxidantes, vitaminas, carotenóides e ácidos gordurosos que fazem bem à saúde, como o ômega 3 e o ácido linoleico. Essas substâncias, acredita-se, ajudam no combate ao câncer e aos problemas cardíacos.

A pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica Jounal of Science of Food and Agriculture, ressalta que os níveis desses nutrientes chegaram a ser até 60% maior em algumas amostras de leite orgânico.

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da BBC Brasil

O consumo de uma xícara de chocolate amargo enriquecido pode ajudar diabéticos a prevenir doenças cardíacas, segundo um estudo conduzido por cientistas alemães.

O estudo, publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology, sugere que compostos conhecidos como flavonóides, presentes no cacau, principal ingrediente do chocolate, seriam os responsáveis pela ação benéfica da bebida.

Os flavonóides impulsionam o aumento da produção de óxido nítrico – uma substância química produzida pelo corpo que atua no relaxamento e dilatação das artérias. Os cientistas ressaltaram que a função arterial é geralmente prejudicada pela diabetes por causa do alto nível de açúcar no sangue, que impede a dilatação das artérias e pode resultar em um aumento na pressão arterial.

De acordo com os resultados da pesquisa, o consumo de chocolate – considerado um alimento a ser evitado por pacientes diabéticos – enriquecido com flavonóides, demonstrou ser eficaz na normalização das funções arteriais dos diabéticos, o que ajudaria a prevenir doenças cardíacas.

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Milkybar – ele acabou

Uma fonte acabou de informar que o Milkybar não será mais fabricado no Brasil!!!

Aiiiiiiiiii, mais um chocolate que gosto na lista dos extintos!!!!

Péssima notícia para o pessoal do blog Assim caminha a humanidade…

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Por Marcelo Jucá

A receita é simples: para começar o dia divinamente, assista à missa das 10h no Mosteiro de São Bento, e depois passe na padaria para comprar o pão nosso de cada dia.

Mas vá a padaria do próprio mosteiro, onde é possível encontrar também o já famoso pão de mel, docinhos, além de um sagrado vinho.

Dom Bernardo, responsável pela administração da padaria, lembra que “Essa padaria começou pequena, ela era dentro da cozinha. Com o crescimento, com o desenvolvimento ela separou-se hoje da cozinha –hoje a cozinha é uma outra coisa– então a padaria ela é totalmente independente da cozinha”.

Tamanha é a fama dos produtos que o movimento é freqüente. Localizada numa pequena sala, com luz baixa e silêncio espiritual, pode-se admirar e escolher do balcão os produtos comercializados.

“As pessoas sempre falaram que iriam a missa das dez, e após a missa das dez, passar na loja dos monges (…) O que a gente espera de todo esse trabalho, é que ele possa ter um retorno”, completa Dom Bernardo.

História

De acordo com a regra de São Bento, cada mosteiro deveria ser auto-suficiente, e que o excedente fosse colocado à venda para ajudar o mosteiro. Não que fosse uma obrigação, como explica Dom Bernardo, no entanto, uma fonte de renda era necessária.

“Depois que começou essa loja, essa padaria aqui no nosso mosteiro, muitos mosteiros começaram a despertar pra esse meio de angariar recursos financeiros, apesar de que não é uma novidade, a prática data do século 5º”.

Com a crescente fama desde sua inauguração, em 1999, cada dia atrai mais curiosos por provar os produtos dos monges.

“A soma de uma série de elementos, como por exemplo, a qualidade dos produtos, porque a princípio ele pode despertar um grande mistério no cliente, mas quando você abre o produto, degusta o produto, descobre o mistério, se o produto não for bom, você não volta associado a isso. E o trabalho que a imprensa sempre teve, em lançamentos de produtos, ela sempre compareceu e divulgou com bons conceitos, com boas reportagens, com boa administração. Tudo isso somado, dá um bom resultado”, explica Dom Bernardo, referindo-se à fama que o local conquistou.

O curioso é que o mosteiro já servia como ponto turístico para os estrangeiros, e depois da forte divulgação da imprensa sobre os produtos, a padaria também é um bom pretexto para se conhecer o local.

Padaria

Caio Guatelli

Sobre a qualidade posta nos produtos da padaria, Dom Bernardo afirma que “Desde o início, optei por um produto que tenha certo refinamento, associado isso a uma qualidade, como também ter certa organização para que isso flua para uma boa aceitação de público”.

E acrescenta: “Eu sempre tenho a preocupação de não industrializar os produtos. De ser produtos artesanais. Claro que ao longo desses nove anos, devido à demanda das pessoas, você fica aflito de ver a vontade que as pessoas têm de provar, de conhecer seus produtos, aumentando a produção como também a diversidade dos produtos”.

Mesmo com tantas opções saborosas, não fica difícil adivinhar qual o produto mais procurado: “Eu diria que o pão, por ser um produto, talvez, mais acessível para o bolso do cliente, é um produto com maior número de vendagem, embora o bolo de natal tenha uma aceitação muito boa. É um produto sazonal, e eu diria que a venda de natal, por ser natal também, ele sempre superou as nossas expectativas”.

Espertos como são obviamente eles próprios também consomem os produtos da padaria: “O pão nosso de cada dia também é o que nós produzimos, e os bolos nós colocamos sempre aos domingos”.

Lançamentos

Festivais e livros com as receitas sagradas não fazem parte dos planos – pelo menos até agora – de Dom Bernardo, no entanto, antecipa uma nova surpresa que estará na padaria em junho.

“Estou para lançar agora em junho, uma caixa de pães de mel –nós vendemos em unidade– fazer algo menor, mas vender os pães de mel numa caixa para presente. Isso foi uma idéia, um projeto, agora para o mês de maio, para o dia das mães, que vai concretizar-se agora em junho”.

“Você se sente desafiado de colocar um pouco de você ali dentro”, conclui.

Serviço:

Todos os produtos estão à venda na loja do Mosteiro.
Domingo logo após a missa das 10h;
de segunda a sexta no horário de 7h às 18h; e sábado de 7h30 às 12h.
http://www.mosteiro.org.br

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do The New York Times

Nicholas Bakalar

Beber muita água deveria ser saudável, mas, ao que parece, há pouco respaldo científico para essa convicção. Uma análise de estudos clínicos não encontrou nenhuma evidência de que beber oito copos de água por dia, a recomendação usual, seja benéfico para uma pessoa saudável.

Muitas afirmações já foram feitas em relação à água – que ela previne dores de cabeça, elimina “venenos” perigosos para o corpo, melhora o funcionamento de vários órgãos e está associada à redução do risco de várias doenças. No entanto, nenhuma dessas afirmações está fundamentada em evidências científicas. Os autores nem mesmo conseguiram encontrar qualquer estudo que leve à regra dos “oito copos por dia”, cuja origem continua desconhecida.

Os pesquisadores afirmaram, na edição de junho do The Journal of the American Society of Nephrology, que alguns estudos descobriram evidências de que beber muita água ajuda os rins a eliminar sódio, e a retenção de sódio a longo prazo pode aumentar o risco de hipertensão, mas não foi estabelecida nenhuma relevância clínica para o fenômeno. A água também ajuda a eliminar uréia, mas uréia não é uma toxina.

Há uma evidência “intrigante” de que a água ajude a diminuir o apetite e controlar o ganho de peso, afirmam os autores, dizendo serem necessários mais estudos.

“Em circunstâncias normais”, disse Dr. Stanley Goldfarb, co-autor e professor de medicina da University of Pennsylvania, “beber ainda mais água é desnecessário. Quero livrar as pessoas do peso de carregar garrafinhas de água por aí o dia inteiro”.

 

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da BBC Brasil

O gosto pela cachaça vem se espalhando pelos Estados Unidos, afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário americano The New York Times.

Segundo o jornal, as importações do produto brasileiro cresceram de menos de 100 mil litros em 1998 para 213 mil litros em 2002 e 647 mil litros em 2007.

A reportagem observa que as duas marcas que dominam o mercado, Pitú e 51, são produzidas em escala industrial e comercializadas nos Estados Unidos por até cinco vezes seu preço de venda no Brasil, “onde elas custam pouco mais do que uma garrafa de água e são pouco respeitadas”.

O texto, que traz uma orientação sobre como pronunciar o nome da bebida (ka-SHA-sas), comenta que os americanos que já experimentaram o aguardente provavelmente o fizeram como parte de uma capirinha (kye-peer-EEN-yahs, orienta o jornal).

Cachaças artesanais

Mas o NYT comenta que há um crescente interesse nos Estados Unidos por cachaças artesanais, envelhecidas em tonéis de madeira.

“As cachaças envelhecidas, que normalmente passam ao menos um ano em tonéis de madeira, representam ainda apenas uma pequena fração do mercado total de cachaça nos Estados Unidos”, diz o jornal. “Mas a demanda está crescendo.”

A reportagem comenta que mesmo no Brasil o gosto pela cachaça como bebida fina também é uma novidade. “Apesar de a cachaça existir desde o século 16, somente na última década que as marcas mais finas se tornaram populares”, diz o texto.

Antônio Rocha, produtor da cachaça Rochinha, no Estado do Rio de Janeiro, comenta ao jornal que “até os anos 1990, a cachaça não tinha nenhum valor”. “As cachaças que vendiam bem eram as anunciadas; as de qualidade não eram anunciadas e dependiam só do boca-a-boca”, diz.

Para um importador citado pela reportagem, o mercado da cachaça “ainda está em sua infância”. “O que a cachaça pode mostrar ao mundo é uma variedade de sabores que não está disponível em nenhum outro aguardente”, diz o importador.

 

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da BBC Brasil

Uma descoberta genética pode ajudar a explicar porque algumas pessoas que bebem demais desenvolvem determinados tipos de câncer enquanto outras não.

Um estudo conduzido na França e publicado na revista científica Nature Genetics detectou duas variáveis de genes que oferecem proteção “significativa” contra câncer na boca e na garganta.

O estudo sugere que pessoas que têm as variáveis dos genes conseguem transformar o álcool em agentes químicos menos nocivos, com uma eficiência 100 vezes maior do que as pessoas que não as têm.

Riscos do álcool

Sete em cada dez pessoas diagnosticadas com câncer de boca bebem acima do limite de álcool recomendado.

O estudo, realizado pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, na cidade francesa de Lyon, analisou 9 mil pessoas de idades e estilos de vida semelhantes. Algumas delas tinham desenvolvido câncer de boca ou de garganta.

Em tese, quanto mais eficientes são esses genes, menores são as chances de o álcool atingir células da boca e da garganta.

Pesquisas anteriores já haviam identificado os genes ADH como fatores que influenciam no desenvolvimento de câncer.

A nova pesquisa mostra que duas variáveis do ADH reduzem as chances de se desenvolver câncer. O estudo mostrou que há menos incidência de câncer em pessoas com uma das variáveis do gene, mesmo entre aqueles que disseram consumir altas quantidades de álcool.

No entanto, especialistas sugerem que as pessoas que têm alguma das duas variáveis do gene não devem exagerar na bebida alcoólica.

“É uma pesquisa científica interessante, mas as pessoas com essas variáveis genéticas que bebem álcool demais ainda têm risco maior do que as pessoas que não bebem”, afirma Hazel Nunn, da entidade britânica Câncer Research UK.

“Mais pesquisa é necessária para examinar o papel preciso destas variações genéticas no desenvolvimento do câncer. A melhor recomendação prática para reduzir o risco de câncer da boca, faringe, laringe e esôfago continua sendo parar de fumar e beber menos álcool”, diz ela.

“Álcool também está ligado a câncer de mama, intestino e fígado. Quanto mais você corta o álcool, mais você reduz o risco.”

 

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