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Archive for the ‘Livros’ Category

* receita do livro O Diário de Olivier – 10 anos de viagem em busca da culinária brasileira (editora Melhoramentos)

Ingredientes

Massa
250 ml de água
125 g de manteiga
1 colher (café) de açúcar
1 pitada de sal
125 g de farinha de trigo
250 ml de ovos (em torno de 5 unidades)
manteiga para untar

Ganache
300 ml de leite
300 g de chocolate meio amargo picado
1 litro de sorvete para rechear

Preparo

Massa
Numa panela, coloque a  água, a manteiga, o açúcar e o sal e leve ao fogo até ferver. Junte a farinha e mexa sem parar, cozinhando a massa por 5 minutos. Retire a massa da panela, coloque-a na batedeira em velocidade média e acrescente os ovos, um a um. Unte uma assadeira com manteiga e, com um saco de confeitar, faça bolinhas com 3 cm de altura. Leve ao fogo pré-aquecido a 180ºC por 20 minutos ou até que fiquem douradas.

Ganache
Enquanto a massa estiver assando, faça a calda de chocolate.

Ferva o leite em uma panela, retire do fogo, junte o chocolate e mexa até dissolvê-lo completamente. Faça um corte nas carolinas, recheie com sorvete e cubra-as com a calda de chocolate.

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Sugestões de leitura

Livros

Por Claudia Midori

Ontem terminei de ler Papel Manteiga de manhã enquanto esperava meu carro sair da revisão (e isso levou uma eternidade). No final da tarde passei na livraria e comprei Comer, rezar, amar, que comecei a ler ontem mesmo. Estou adorando!!!

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História do café

Livro

O homem, a cabra e o café: três elementos que inseriram no mundo
 uma bebida exótica, de cor negra, sabor amargo,
com um aroma inconfundível e cativante 

Quando o simples criador de cabras lá no Oriente observou que um dos seus animais ficara eufórico após comer o fruto do café, não imaginava que a partir dali nasceria uma das bebidas mais consumidas no mundo. Seu alcance foi realmente além da imaginação. Traçou o perfil e a história de muitos países que se desenvolveram à sua sombra, vincando-lhes a sociedade e a cultura. Essa identificação imediata pode ser medida no Brasil, até hoje o maior produtor mundial de café.

No livro História do café da Editora Contexto, Ana Luiza Martins, faz um traçado do que o café representou e representa econômica, cultural e socialmente – sobretudo no Brasil.

A autora conta como as safras generosas, nascidas dos cafezais brasileiros, sustentaram o Império, fizeram a República e hoje geram divisas significativas para a economia do país. Sua competitividade atinge novos patamares, com excelência de sabor, aroma e corpo – os três itens básicos para a classificação e a apreciação da bebida.

O livro História do café ultrapassa os aspectos agronômicos ou mesmo iconográficos. Transformar o café em bebida deliciosa sempre implicou longo e por vezes penoso processo, até que o produto chegasse ao destino final, para ser apreciado e disputado nas mesas do mundo.

Devida essa vasta abordagem do tema, que se confunde com a própria História do Brasil, a autora colocou quatro partes distintas e primordiais para o entendimento da importância do café. Na primeira, o livro fala das origens na África, seu avanço no Oriente e a chegada no Brasil.  Na segunda, volta-se para a sua difusão no Brasil e a sua preponderância na construção do Império. Na terceira, o produto divide a República em dois momentos: antes e depois da crise de 1929. Na quarta parte, Ana Luiza Martins analisa o avanço contemporâneo das plantações de café e as práticas que vêm definindo seu uso, manejo e consumo no novo milênio. 

 

Das floradas brancas dos cafezais, passando pela colheita da cereja vermelha e pelo ensacamento do grão classificado, até se verter o saboroso líquido negro negociado internacionalmente, esse fruto exótico, em sua origem, tem desencadeado intensa mobilização de homens, máquinas, economias, sociedades e políticas, definindo parte dos destinos do mundo. O café abriu estradas rodoviárias e ferroviárias, como uma onda verde invadiu sertões e marcou a Era Vargas em momentos distintos. Nas reuniões diplomáticas, o café era o assunto e a bebida principal. 

 

Desde sua descoberta, a Coffea arabica traçou novas rotas comerciais, aproximou países distantes, criou espaços de sociabilidades até então inexistentes, estimulou movimentos revolucionários, inspirou a literatura e a música, desafiou monopólios consagrados, mobilizou trabalhadores a serviço da Revolução Industrial, tornou-se o elixir do mundo moderno, consolidando as cafeterias como referências internacionais de convívio, debate e lazer.

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da assessoria de imprensa da editora (12/03) 

No dia 13 a Editora Anhembi Morumbi lança Elas à Mesa – 10 Mulheres no Comando de Cozinhas em São Paulo, livro de Júlia Reis, que conta como dez grandes chefs entraram no mundo da gastronomia. A obra explora os bastidores, as histórias e o perfil dessas profissionais que fazem sucesso no forno e fogão fora de casa. O lançamento será promovido na Livraria Cultura, às 19h.

O livro, que já é recomendado por renomados profissionais da área, como Rosa Moraes, diretora da Escola de Turismo e Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi, traz, além de histórias das chefs, as receitas preferidas das personagens. São elas: Sílvia Percussi, da Vinheria Percussi; Clo Dimet, do La Table; Morena Leite, do Capim Santo; Leila Kuczynski, do Arábia; Ina de Abreu, do Fillipa e do Mestiço; Ana Luiza Trajano, do Brasil a Gosto; Felicidade Bastos, do Dona Felicidade; Mariana Seabra, do Pão de Açúcar; Paula Lazarinni, do Spadaccino e Mara Salles, do Tordesilhas.

“A leitura deste livro original e especialmente informativo de Júlia Reis é uma alegria para as mulheres e uma aula para os homens”, elogia Rosa. A opinião de Ricardo Castilho, diretor editorial da revista Prazeres da Mesa, também reforça que a obra é de leitura agradável e descomplicada. “Logo que li as primeiras histórias da Júlia, sobre algumas das principais chefs de cozinha do Brasil, fiquei espantosamente feliz com sua desenvoltura para narrar fatos e perfilar suas entrevistadas”, define Castilho.

Júlia Reis é paulista e jornalista, formada pela Faculdade Cásper Libero. Trabalhou em sites e revistas de economia e negócios, e se especializou também na área de gastronomia e enologia. Atualmente é editora de publicações segmentadas e colabora com diversos veículos de comunicação.

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Sonhos de consumo

                  Livros

Adoro o Gordon!!! Tirei essa foto numa livraria do aeroporto de Dubai, todos os livros são fantásticos.

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Autor do best-seller “Cozinha Confidencial”, chef norte-americano lança no Brasil a coletânea de artigos “Maus Bocados’ Apresentador do “Sem Reservas” afirma se sentir mal por críticas feitas ao colega Jamie Oliver: “Ele ficou chateado com o que eu disse”

JANAINA FIDALGO
DA FOLHA DE SÃO PAULO

Ele é pago “para ter uma vida boa” e diz se sentir “culpado e envergonhado” por correr o mundo viajando e se hospedando de graça, enquanto seus velhos camaradas suam a camisa, de pé, o dia todo na cozinha.

Ouvir algo assim de alguém que trabalhou quase 30 anos como cozinheiro pode soar pura demagogia; não, porém, se a declaração vier de Anthony Bourdain, 51, o chef que ganhou fama, dinheiro e reconhecimento, não tanto pelo exercício de sua profissão, mas revelando (e descrevendo saborosamente) os meandros nada abonáveis das cozinhas profissionais.

Autor do best-seller “Cozinha Confidencial”, Bourdain lança agora no Brasil “Maus Bocados”, no qual compila, principalmente, artigos publicados em jornais e revistas. Lançado pela Companhia das Letras, chega às livrarias no dia 26 (R$ 49; 360 págs.).

Em entrevista à Folha, ele credita seu sucesso como escritor ao fato de nunca ter tido “absolutamente nenhuma expectativa”. “Nunca penso no que as pessoas vão gostar ou no que esperam. Apenas conto a história da melhor maneira que eu posso”, diz.

Curioso contumaz
Se, por um lado, ele tem uma vida capaz de despertar inveja até no mais virtuoso dos homens -afinal recebe um salário polpudo para viajar ao redor do mundo atrás de comidas e boas histórias-, por outro tem de abdicar de uma convivência mais próxima da família. Fica fora de casa de duas a três semanas por mês para gravar o programa “Sem Reservas”, exibido no Discovery Travel & Living. “É muito tempo. Sou pai agora, está ficando difícil.”

Viajar ainda é uma bênção ou já virou condenação? “Com certeza é uma bênção, eu tenho o melhor emprego do mundo. Sou incrivelmente sortudo. Não tem nenhuma parte ruim. Porém, sinto falta da minha mulher e da minha filha. E, ocasionalmente, experimento comida ruim, mas disso não reclamo”, diz. “Por 28 anos, trabalhei de pé numa cozinha; então, para mim, isto, sim, parece trabalho. Qualquer coisa que eu fizer agora, vai parecer que estou ganhando dinheiro fácil.”

Viciado em conhecer, o que imprime um ritmo ainda mais frenético à sua vida, Bourdain diz que ninguém pode dizer já ter visto o suficiente. “Sou sempre curioso, nunca paro e relaxo. Quanto mais viajo, menos sei. Você percebe quão grande é o mundo e quanto mais tem para aprender. Mesmo se eu tivesse dez vidas, ainda assim não seria suficiente.”

O chef-escritor titubeia quando o assunto é o quanto de sua narrativa é real e o quanto é ficcional: “Não tenho idéia, escrevo da maneira como eu vejo. Gosto de hipérboles e recorro a elas, porque quero que o leitor sinta do jeito que eu senti”.

“Magoei Jamie”
Por trás da pose de sarcástico, também há espaço para mudar de idéia e voltar atrás em comentários nem sempre elogiosos, como os que já fez sobre Jamie Oliver. Em um dos capítulos de “Maus Bocados”, publicado nos EUA há quase dois anos, ele chama o apresentador britânico de petulante.

Na entrevista, relativiza: “Ele é um fã, gosta dos meus livros e ficou realmente chateado com o que eu disse. Honestamente, eu me sinto mal por isso, porque eu costumava odiar “The Naked Chef”, mas, dos programas que vi recentemente, gostei. Está fazendo algumas coisas boas. Tenho um pouco de remorso por ter tirado sarro do Jamie. Aparentemente, magoei os sentimentos dele e me sinto mal por isso”.

Chef critica aventureiros da televisão

Em “Maus Bocados”, Bourdain fala em vários momentos sobre o “boom” dos chefs celebridades (embora também seja um deles) e de cozinheiros atraentes, “com madeixas juvenis e adoráveis” que são puxados para um estúdio de TV e que, apesar de montarem um restaurante em “torno de sua cara estúpida e bem conhecida”, não podem ser considerados chefs.

Mas eles não têm a função de aproximar o público não-iniciado? “Se você está na TV ensinando pessoas comuns a preparar comidas que podem ser feitas em casa, eu admiro. O que me irrita em muitos programas é que há gente cozinhando pratos que são uma merda. Deveriam dar bons exemplos, mas são preguiçosos.”

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por Camila Verbisck

Nosso livro de cabeceira ultimamente tem sido Julia e Julie. Li ele inteirinho no Carnaval e adorei! Há muito tempo eu não lia um livro tão interessantemente leve…

Procurando mais sobre Julia Child acabei de descobrir que o livro vai virar filme. O papel da adorável Julie Powell vai ser interpretado por Amy Adams (Encantada) e Meryl Streep (que dispensa apresentações) será Julia Child. A direção é de Nora Ephrom que é especialista em comédias românticas.

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