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Archive for Janeiro, 2008

Chococat

Agora comprar material escolar tá virando um evento gastronômico.  No corredor dos cadernos você percebe que tem alguma coisa diferente no ar, quando repara melhor, tem um cheirinho de chocolate, isso porque duas empresas de caderno, a Tilibra e a Norma , estão produzindo cadernos aromatizados e com o tema do chocolate.

Du Chocolat

A linha da Norma é a Chococat, um gatinho super fofo com cheirinho de chocolate, já a linha da Tilibra se chama Du Chocolat e tem fotos de bombons ou chocolate derretido na capa e cheiro de chocolate.

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A sobremesa que mais gosto de preparar é pavê. Nem sei explicar porque, mas tenho diversas receitas e vivo inventando novas. Essa que está aí embaixo inventei nesse verão, fica ótima.

Pavê de chocolate

1 litro e 1 copo de leite
5 ovos
1 colher de chá de essência de baunilha
1 lata de leite condensado
1 e 1/2 colher de sopa de maisena
1 colher de sopa de chocolate em pó
2 pacotes de bolacha champanhe
1 barra de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite sem soro
4 colheres de sopa de açúcar

Modo de fazer
Separe as claras das gemas. Reserve as claras. Bata as gemas com o leite condensado e a essência de baunilha no liquidificador, depois acrescente meio litro de leite e a maisena. Despeje a mistura numa panela e acrescente o restante do litro de leite. Cozinhe a mistura em fogo médio, mexendo sempre, por cerca de 15 minutos ou até formar um creme .

Quando ficar pronto coloque metade do creme no fundo de uma refratária grande, depois faça uma camada de bolacha champanhe molhada no leite com chocolate, e coloque a outra metade do creme por cima, e faça uma nova camada de bolacha. Em seguida pique o chocolate e coloque por cima das bolachas. Bata as claras em neve com o açúcar, e depois misture o creme de leite, e espalhe essa mistura sobre a camada de chocolate picado. Agora é só levar à geladeira por cerca de 6 horas. E depois saborear a delícia, huuuummmm!

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por Claudia Midori

             Bolo bem-casado

Fiz o bolo bem-casado hoje no final da tarde. A receita é bem rápida e fácil. A massa não é das melhores – não é leve, mas achei diferente por ir chá verde.

Ingredientes para a massa:
* 3 ovos
* 2 xícaras (chá) de açúcar
* 2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
* 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
* 1 xícara (chá) de chá verde (concentrado)
* 1 colher (sopa) bem cheia de fermento em pó

Preparo: Aqueça o forno a 180ºC. Bata as claras em neve e reserve. Em outra tigela acrescente as gemas, uma a uma, e bata. Coloque o açúcar aos poucos. Acrescente a manteiga e alterne a farinha com o chá até obter uma massa homogênea. Junte o fermento. Acrescente as claras em neve delicadamente e leve para assar por 35 minutos.

No recheio coloquei 300g de doce de leite com 200g de creme de leite (hiper doce), mas ficou bom. Joguei um pouco de chocolate granulado para quebrar o doce.

Cobertura: diferente da receita original, derreti chocolate e enfeitei com o chocolate granulado. O resultado ficou bom, mas ainda prefiro uma massa tradicional com o mesmo recheio e cobertura.

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Que tal?

http://www.thinkgeek.com/geektoys/japanfan/89e4/zoom/

Compraria um pra cozinha se não fosse quase US$100!!!

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                  Julie Powell

por Claudia Midori

365 dias, 524 receitas, 343 páginas e 18 dias. Foi muito gostoso ler e rir das aventuras de Julie Powell. Todos que leram devem ter dado boas risadas de algumas receitas e as tentativas desastrosas ou não da autora do Projeto Julie & Julia. Todos que cozinham ou se arriscam a cozinhar sabem como deve ter sido difícil e como Julie foi corajosa. Eu não me arriscaria a participar de um projeto desses – seria uma TPM de um ano, nervosismo todos os dias, medo, rs, talvez uma salada de frutas, mas de sentimentos.

Tentei escolher a parte do livro que mais gostei. Coloquei várias anotações no meio do livro, mas gostei mesmo do final. Durante a leitura me permiti pensar como era Julia Child, até não resistir e procurar no google o rosto da senhora.

           Julia Child

O mais engraçado é que imaginava ela mais alta e gordinha, de cabelos enrolados e morena. Não resisti e coloquei a foto. Também não aguentei e procurei uma entrevista que Julie deu para a CBS. Uma coisa que faltou no livro, o endereço do blog de Julie. Não pretendo escrever mais nada porque não sei se a Jaci terminou de ler as aventuras de Julie com o famigerado

Mastering the Art of French Cooking

Na semana passada encontrei um dos livros de Julia na banquinha de ofertas da Fnac. Peguei, fiquei com vontade de compras, mas devolvi. Ainda nem tinha terminado de ler Julie & Julia. O livro que encontrei entre as promoções era esse:

                                            Julia Child

Engraçado pensar que em 18 dias consegui ler Julie & Julia e cozinhar apenas duas vezes apenas. Semana passada foi estrogonofe e não lembro o que fiz na semana retrasada!!! Mas nada parecido com as comidinhas do MtAoFC, nem com as aventuras das compras por ingredientes diferentes, foi tudo convencional.

E como diz Julie: “O bom de ter um blog é que a gente recebe um cheque em branco para chorar as pitangas”….. e eu quero dizer que a capa verdinha é muito mais bonita que a vermelha!!!!!

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do Guia da Semana

Por aqui, dizem que eles são arrogantes, chatos e convencidos. Eles, porém, nos chamam de macaquitos e ainda dizem que Maradona é melhor que Pelé. Mas em um ponto temos que admitir a superioridade deles: o churrasco. A tal parrila argentina é considerada a melhor do mundo, desbancando tantos outros países também tradicionais na hora de assar carne.De alguns anos para cá, o churrasco argentino vem agradando ao paladar tupiniquim. Acostumados aos tradicionais rodízios, os brasileiros estão conhecendo a forma porteña de se servir costela, contrafilé, ponta de agulha e outras carnes nobres. Isso é comprovado pelo número de casas especializadas abertas recentemente na cidade de São Paulo. Atualmente, a capital da gastronomia já conta com 20 estabelecimentos. Há pouco tempo não chegavam a cinco.Quem ainda não provou de um churrasco hermano deve se perguntar o que de tão especial há no preparo para que ele seja considerado o melhor do mundo. As diferenças entre o de lá e o daqui, por exemplo, começa desde a criação do gado. Geograficamente, a Argentina é um país plano, diferentemente do Brasil, que é formado por morros e montanhas. Rosa Maria Martinelli, proprietária da churrascaria DaRosa e ex-sócia do Rincón de Buenos Aires, explica que isso faz com que o boi criado na Argentina não faça tanto esforço, resultando em uma carne com mais gordura, já que ele não cria músculos . Além disso, clima e pasto, também de boa qualidade, contribuem para que os animais tenham uma carne mais saborosa.

Rosa também afirma que lá os bois são criados em confinamento . Desta forma, os animais não se movimentam tanto, contribuindo para que sua carne seja macia. Basicamente, os criadores em nosso país vizinho trabalham com duas raças européias: a Aberdeen-angus e a Hereford. Por aqui, agora é que estamos promovendo misturas entre a raça Zebu com outras da Europa , diz a empresária.

Os famosos cortes e outros segredos

Quando brasileiro pensa em churrascaria lembra de imediato do sistema rodízio. Nas argentinas, essa forma de servir não é possível. Lá, essa forma não é aplicada, pois o corte servido vem com aproximadamente 400 gramas. Tanta quantidade de carne requer muito mais tempo para assar. Em média, gasta-se 13 minutos para preparar a carne mal passada, aproximadamente 18 minutos para deixá-la no ponto e cerca de 23 para quem gosta de bem passada. Vale lembrar que em nosso vizinho, come-se apenas na forma mal passada ou ao ponto. Bem passada é invenção de brasileiro.

Basicamente, os principais cortes oferecidos nas parrilas são o assado de tira (costela), o vacio (ponta de agulha), o bife de chorizo (contrafilé) ( foto abaixo), o ojo de bife – o olho do bife , a parte mais nobre do contrafilé -, bife ancho (contrafilé da costela) e tapa de cuadril (é, para os argentinos, como a picanha para os brasileiros). Os cortes são feitos longitudinalmente e diretamente na fibra da carne.

Outra característica é o ponto, tradicionalmente mal passado. Como os cortes são altos, a carne sempre ficará mal passada no meio , garante a especialista. Como não estamos acostumados àquela parte avermelhada, Rosa conta que alguns clientes em seu restaurante passaram a pedir que a carne fosse aberta para permitir um ponto um pouco mais bem passado.

Para Allan Espejo, sócio-proprietário da rede de restaurantes Don Pepe di Napoli (Vila Conte, La Pepa, Al Mare, entre outros), a grelha também é um dos fatores determinantes para a qualidade do churrasco argentino. Elas são móveis, deixando os cortes paralelos às brasas ou inclinados, permitindo maior controle do calor. Isso também impossibilita que a gordura caia sobre o fogo, evitando que fuligem e fumaça subam até a carne . Para temperar, nada mais que sal fino, aquele mesmo utilizado em qualquer cozinha.

Molhos, vinhos e outras delícias

Se nem só de pão vive o homem, nem só de churrasco vive um argentino. Eles também são excelentes na hora de preparar outros pratos. As empanadas são uma espécie de pastel de forno bem recheado , diz Rosa. Geralmente, um bom hermano costuma apreciar a sugestão nas versões carne, milho ou queijo com presunto. Por aqui, o jeitinho brasileiro aparece em criações como a de carne seca, exclusividade do DaRosa. A comida que oferecemos é argentina, mas quem come é brasileiro , defende a proprietária. Para sobremesa, já é possível encontrar variações doces, como a de doce de leite com sorvete (foto abaixo)

O chef Allan cita o puchero como uma boa dica. É um prato espanhol, mas bastante difundido na Argentina. É feito com mais carne (vitela, chouriço, toucinho, frango e paio) e menos grão-de-bico, ao contrário da receita dos espanhóis .

Um tal chimicurri também merece destaque quando se fala de culinária argentina. Trata-se de um molho feito à base de ervas e que leva azeite e vinagre. Ele pode ser espalhado na carne, o que acrescenta um sabor especial, ou ainda ser apreciado no pão. Também tem a parrilada, feita com morcella, molleja, riñones, chinchollines, entre outros miúdos bovinos.

Por fim, churrasco para eles combina com… Vinho! Enquanto nós o associamos à cerveja, nossos vizinhos preferem uma boa taça para acompanhar as carnes. É um povo acostumado a tomar vinho diariamente , finaliza Rosa Martinelli.

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Meu irmão mora em Fortaleza há 5 anos e sente muita falta da pizza paulista, afinal aqui em sampa até a pizza do disk pizza da esquina é gostosa. Já em Fortaleza…. as pizzas costumam ser de massa congelada e sem molho de tomate (??!).

Mas ele acabou encontrando uma pizza deliciosa por lá, na pizzaria Buoni Amici´s . E eu experimentei, é mesmo uma delícia.

E a localização do restaurante é ótima, dentro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, ponto de encontro e divertimento em Fortaleza, que une show, espetáculos de teatro, exposições, cinema.

Comemos uma meia Farra na casa alheia especial (presunto parma, catupiry e tomate fresco) e meia Portuguesa. Massa gostosa, molho, e bastante recheio… hum!!

Buoni Amici´s
Rua Dragão do Mar, 80
Fortaleza

 
 
 

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