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Posts Tagged ‘Batata frita’

PauloPor Caroline Marino 

Sabe aqueles lugares que você se sente em casa? O Pharmacia é assim. Você chega e é chamado pelo nome, o garçom já sabe o que você vai pedir e sempre arranja uma mesa (mesmo que o bar esteja cheio). Localizado numa esquina onde antes funcionava uma farmácia, o bar mistura, na decoração, itens antigos e novos, como estantes com remédios e uma balança, e prateleiras cheias de cachaças, garrafas de whisky e outras bebidas. Para completar fotos em preto e branco do bairro dão aos clientes a idéia de como era viver na região nas décadas passadas.

O bar convive bem com todos os públicos e oferece de porções, como a tradicional batata frita a R$ 11,00 (bem sequinha) e isca de frango com maionese a R$ 17,00 (ótima opção) a saladas e lanches, além de acepipes de balcão. E lógico que bebida é o que não falta lá. Aliás, o garçom Paulo (muito atencioso e sempre pronto a nos atender bem) não erra no que eu e minhas amigas vamos pedir. A caipiroska de frutas (R$ 12,00) é ótima e meu pedido de sempre. O bar tem também chopp claro e escuro e chopp de vinho, mais um cardápio cheio de opções (para mim só falta a cerveja de garrafa).

Pharmacia Bar
R. Guaimbé, 365, Mooca

Tel: (11) 6606 1105


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por Camila Verbisck

Eu não sabia que as batatas fritas eram um prato típico (e grande orgulho) da Bélgica até receber a visita do Michel no feriado da Páscoa.

Hoje, lendo algumas notícias pela internet, encontrei que foi inaugurado na cidade de Bruges (ao norte de Bruxelas) o primeiro museu do mundo sobre batatas fritas. Os idealizadores da nova atração turística dizem que além do chocolate, nada melhor do que as batatas fritas para simbolizar o estilo de vida belga.

O Frietmuseum (Museu da Frita, em flamengo) conta a história do tubérculo desde que foi descoberto pelos europeus no Peru até a chegada no Velho Continente, trazida pelos espanhóis, e a popularização depois da Primeira Guerra, quando os soldados americanos e ingleses experimentaram a batata vendida nos portos belgas.

Ao que parece, as batatas fritas ficaram conhecidas como french fries porque na Bélgica também se fala o francês.

O museu também mostra a presença do tubérculo na cultura do país e esculturas sobre o tema. Também há uma ala dedicada a explicar todo o processo de colheita até se tornar uma boa batata frita.

E o que o Michel achou da batata frita brasileira? Ele achou boa. Eu particularmente já comi muito melhor do que aquelas daquele bar da r. Augusta.

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