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Archive for the ‘Fui, comi e não gostei’ Category

             Nando Reis - você não é lindo, mas seu show foi maravilhoso!

por Regina Lara Stevanatto

Não entendo qual é a da galera de pegar almoço e transformar em doce! A Jaci já falou aqui sobre o doce de jiló, mas hoje eu vou falar sobre o milho.Na quarta-feira (14/11), eu, a Claudia e a Carol fomos ao maravilhoso show do maravilhoso Nando Reis. Como no Credicard Hall tudo é uma fábula, fui munida da minha Fanta uva de casa mesmo. Depois de duas horas e meia de um show com momentos de emoção, muita gritaria e pulos (apesar de lugares no meio, sentados, conseguimos chegar perto do palco!!!), estávamos verdes de fome e, claro, de sede.

Às duas da matina não é fácil encontrar um lugar gostoso e barato para comer. Decidimos ir até a Bella Paulista, uma padaria na Haddock Lobo – que fica aberta 24 horas – e tem um rodízio de sopa maravilhosa.

Como a casa estava muito lotada, sentamos no balcão e rapidamente ficamos maravilhadas com um monte de coxinhas de aparência maravilhosa! Mas as aparências enganaram, como enganam! A coxinha era massuda, estava fria e o catupiry ficou para a história – talvez tivesse meia colher de chá misturado na massa.

O banheiro também estava parecendo de balada. Estava cheio de papel para todos os lados. Isso sem falar da privada que era quadrada com assento redondo!

Suco de milho

E o mais chocante da madruga foi o suco de milho do Rancho da Pamonha. Ele tinha aquela pá que ficava fazendo aquela meleca amarela nojenta e grudenta rodar e rodar. Parecia que estava rodando desde as seis da manhã…

Por que as pessoas não entendem que milho é verde, na espiga e é para comer igual ao Mickey, que ia comendo as fileirinhas e fazendo o barulho de máquina de escrever?

Também é permitido como pipoca, na pizza, salada de maionese, enfim, em coisas salgadas. Curau? Pamonha?

A invenção é tão desastrosa que o único jeito de vender é colocar um cara em um carro gritando “Pamonha, curau e milho verde” aos domingos, às 9h da manhã, que te obriga a comprar senão ele não sai da sua rua!!! Deveria haver uma lei que proibisse doce de feijão, doce de arroz, suco de couve… Eca…

Sim ao milho no prato! Não ao milho no copo!

Bella Paulista
Rua Haddock Lobo, 354
www.bellapaulista.com.br

 

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por Claudia Midori

Desde domingo tô adiando o post sobre o Boteco Seu Zé. Na Veja São Paulo a crítica diz “Em meio a tanto empenho no visual, a cozinha acabou esquecida”, o que é bem verdade. Vou procurar outras críticas para saber o que acharam do lugar e publicar no blog…

Enfim, experimentamos petiscos e lanches diferentes do que estão na crítica da revista – hambúrguer, bolinho do Seu Zé e beirute de filé mignon e frango. 

O resultado foi o mesmo – bemmm D E S A S T R O S O!

Tirando o bolinho que estava bom (ou a fome era demais), o resto era deplorável. A cerveja estava gelada e não demorou muito para chegar na mesa, mas a Pepsi do João… foi uma eternidadeeeeeeee!

Os beirutes estavam fininhos, nem dava para ver o recheio, mas não experimentei. Para meu azar e de mais duas pessoas, escolhemos o “tal” hambúrguer da casa. Achei que seria um lanche suculento, saboroso, grande, rs. Pois bem, veio um hambúrguer (ainda bem que não era Sadia riu a Regina quando viu o prato) com queijo já frio, salada de alface com tomate e quatro fatias de pão francês duro, muito provável que amanhecido. Foi um descontentamento total. Além disso, não havia maionese para passar nas fatias duras de pão que “acompanhavam” o prato.

Pedi maionese para três ou quatro garçons. A comunicação entre o pessoal da cozinha é tão ruim que chegou à mesa três potinhos de maionese, um de catchup e um de mostarda mais de meia hora depois do último pedido. A infelicidade foi a maionese chegar quando estávamos comendo o hambúrguer horroroso com pão seco e duro!!! Uma lástima ir num boteco que tem tudo para ser ótimo, com exceção da comida ou da cozinha.

Vá para beber uma bela cerveja geladinha que sai das 10 geladeiras enfileiradas atrás do balcão. Com tantas críticas negativas à cozinha, resta perguntar: E agora, José?

José
(Carlos Drummond de Andrade)
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, – e agora?

Boteco Seu Zé
Rua Mourato Coelho, 1144, Vila Madalena
Tel.: 3034-6382

Fotos

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por Claudia Midori

Sábado, dia 23 de junho, passado rolou um encontro que estava para ser na semana anterior do meu namorado com os amigos. Homem para marcar esse tipo de coisa é uma desgraça! Combinaram até um churrasco para mês que vem… duvido que aconteça, rs. É um mais enrolado que o outro…

Enfim, não é disso que vou escrever, mas da Cachaçaria Água Doce de São Caetano do Sul. Não sei exatamente por onde começar… talvez pela comida!

Pedimos uma Picanha na chapa com batata frita. A picanha estava dura, ressecada e sem tempero. Pedimos um pão de alho, exatamente o que sempre mais gostei da Casa… que infelicidade a nossa, o pão mais parecia uma torrada sem alho. Antigamente, o pão era macio e com tanto alho que era necessário se acostumar com o bafo de alho do amigo ao lado! Sem alho, reclamei para o garçom que queria outra, pura decepção, estava menos duro, mas igualmente sem a pasta de alho…

O jeito foi conversar e beber. Até, claro, chegar a hora de pagar a conta! O garçom voltou com os cheques e pediu para nos dirigirmos ao caixa para efetuar o pagamento. A turma foi informada que eles estavam com um “probleminha técnico” e não poderiam consultar os cheque. Algum problema? Não. Não, se a resposta da atendente fosse: O cliente deve ter outra forma de pagamento! Tem horas que as pessoas deveriam ser pagas para não falarem besteira…

Enfim, três anos sem frequentar o lugar, deu no que deu, decepção pura! Juro que não devo voltar tão cedo…  

Fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/651529198/

São Caetano do Sul / SP
Rua Rio Grande do Sul, 460
Tel.: 4221 – 8629
E-mail: saocaetanodosul@aguadoce.com.br

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