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Archive for the ‘Comida típica’ Category

Por Claudia Midori

O bar é apertado, vive cheio, mas quem gosta de petiscos “latinos”, vai curtir o local. Adorei a saltenha de carne. Quero voltar para provar os demais sabores.

Fotos

Exquisito!
Rua Bela Cintra, 532, Consolação
www.exquisito.com.br

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             abalone

por Claudia Midori

Tinha esquecido da foto acima. Na verdade, queria escrever um post bacana sobre o assunto, mas não rola. Alguns comentários de nossos leitores sobre as iguarias chinesas e asiáticas fizeram que eu tentasse escrever sobre o abalone.

Mas, a questão é: eu provei o bicho, fiz cara de nojo, olhei pra ele e desisti! Não rolava comer aquilo, ainda mais depois da explicação:

– É uma iguaria cara e muito apreciada na China, só os ricos comem, explicou a jornalista chinesa que estava ao meu lado. PS: Ela comeu o abalone de outros dois jornalistas que nem quiseram provar, rs.

Fiquei com medo! Putz grila, o que será isso? Só pode ser nojento, rs. No fundo, o bicho não é nojento, mas o fato de não curtir muito carne de porco (quase crua), troquei o abalone pelo prato seguinte… a carne de siri… muito melhor!!!

Para quem não sabe o que é um abalone, como eu não sabia, procurei no wikipédia a resposta e a fotinho do animal.

Haliote ou abalone é um gastrópode, o único na família Haliotidae. Sua carne é um prato muito apreciado na Ásia.

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O post da Jaci sobre a influência nordestina em São Paulo está no site Dicas do Chef. Veja a receita do Atolado de bode do restaurante Mocotó.

Dicas

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02/04/2008 – 08h01 – Atualizado em 02/04/2008 – 10h51

Especialista usa produtos típicos do Brasil para fazer doce que comia em Tóquio. Nas mãos de Shizuko Yasumoto, eles viram bolinhos com um creme de açúcar.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Nas panelas, uma combinação que todo brasileiro conhece e aprecia: arroz e feijão. Mas no fogão da especialista em culinária japonesa Shizuko Yasumoto, a famosa dupla vira sobremesa.

Usando a técnica oriental do paninho ela envolve os bolinhos de arroz com um creme de açúcar e feijão. A receita faz a especialista em culinária japonesa voltar ao passado. Cada bolinho lembra o tempo em que ela morava com a família em Tóquio.

Ela vive no Brasil há 40 anos e apesar de defender o sabor da cozinha japonesa confessa que logo que chegou por aqui se apaixonou por uma delícia bem brasileira. “Primeiro, cheguei no Brasil e assustei com quindim. Por que era tão amarelo? Achei que colocava tinta. Depois eu estudei e aprendi que era a gema”, diz. “Achei gostoso” .

Shizuko conta que o doce saudável tem 2 nomes. No outono é “orragui”. Na primavera, em homenagem a esta flor, se chama “botamoti”. “Dentro tem arroz sem açúcar, então não é tão doce”.

Os amigos da anfitriã fazem questão de provar o docinho que acabou de sair da panela. “Parece um coco ralado e chocolate, mas é arroz e doce de feijão fora. É delicioso. Pra mim é sabor da infância lembra muito da minha mãe, da minha irmã, que a gente fazia junto”, afirma um deles. “Está saboroso. Nunca tinha comido tão gostoso”, diz outro.

Apesar de doce, o orragui não deve ser saboreado depois do almoço ou do jantar. É um lanche da tarde, diz quem entende do assunto. E pode ser saboreado com chá verde.

 Chá verde

O chá verde que na casa de Shizuko é o acompanhamento obrigatório pro docinho de arroz e feijão, em uma confeitaria de São Paulo se transforma na matéria prima principal de um rocambole. Aqui tem chá verde na massa, na cobertura e em boa parte do recheio.

O bolo é uma invenção de um confeiteiro japonês que há 10 anos se mudou com a mulher para São Paulo. Jully Lumi é brasileira e conheceu o chef Shinobo Sasaki do outro lado do mundo. “Eles testavam e eu provava. Os clientes começaram a gostar e assim criamos os ovos de chá verde, o bolo de chá verde”, conta Jully.

A mistura deu certo. O pó de chá verde, chamado de “matchá”, dá cor e um sabor oriental à massa do rocambole. O bolo com recheio de frutas também tem o gostinho da folha.

Até o sorvete e o chantilly sáo feitos com chá verde. O doce de feijão e o capricho do confeiteiro dão um toque especial à sobremesa.

Pensando nos apaixonados por chocolate, o casal investiu em novas receitas, como as trufas verdes. Além de gostosa, a sugestão é uma boa maneira de homenagear esses imigrantes que ajudam há 100 anos a incrementar os sabores do Brasil.

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                       Mc Donald´s

por Claudia Midori

Aí está a foto do Mc Donald´s do aeroporto de Dubai. Vou ficar devendo a foto do lanche porque esqueci de fotografar com a embalagem do lanchinho aberta… sorry!!! Faltou colocar a nota fiscal e as moedas, até agora não sei identificar o dinheiro de números arábicos… vai pra minha coleção de moedas. Ah, o combo custava US$ 5, preço parecido com o daqui.

                         bandejinha

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                                     Que tal?

por Claudia Midori

Depois de dormir e perder a comidinha tenebrosa (extremamente picante) da Emirates, acordei perto da hora de desembarcar em Dubai. Aproveitei a escala para comer um lanchinho “das arabias”. A outra foto coloco quando chegar de viagem. Vou aproveitar para comer em lugares diferentes para colocar aqui no Ccomidinhas. Por enquanto, somente esta novidade!

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por Claudia Midori

                    Menu do El Café
 
Não faz um ano que conheci Buenos Aires, mas faz 10 meses que estou órfã das deliciosas empanadas porteñas. Para compensar a falta das legítimas empanadas, escolhi falar aqui do último lugar que apreciei uma bela empanada argentina! Não, não pense que todas as empanadas são iguais. Não são mesmo!
 
Pergunte isso ao simpático Cristian, dono do bar-restaurante El Café na Mooca, em São Paulo. Com um baita sotaque, ele certamente vai perguntar se você conhece Buenos Aires e abrirá um belo sorriso repleto de saudosismo de um argentino que trocou a capital portenha pela paulista!
 
Uma pausa para um comentário: No dia que conheci o El Café morri de inveja de Cristian, ele havia voltado de BsAs há poucos dias. Infelizmente ele contou que alguns pontos turísticos da cidade (como a Casa Rosada e o Teatro Colón) continuam em reforma, o que me deixou mais entusiasmada de voltar à bela capital.
 
No El Café você vai ouvir músicas dos conterrâneos de Cristian, verá fotos do Che, desenhos da Mafalda, fotos e mapas da capital argentina, além disso, uma bela camisa do Boca Júniors tem lugar cativo próximo do balcão. Mas, o que interessa mesmo são as deliciosas empanadas de carne, de frango, a portuguesa, a de quatro queijos, de atum, de queijo, de creme de milho com mussarela, de escarola, de frango com catupiry, de calabresa e peperoni. Com preços que variam de R$ 1,90 a R$ 2,40, vale experimentar pelo menos três sabores. Na visita que fiz acompanhada do meu namorado provamos a Tucumana (com pedaços de carne picada artesanalmente e recheada com cebola, pimentão, ovo cozido e azeitonas), a Portuguesa (recheada com queijo, presunto, cebola e ervilha) e, por fim, a de Quatro Quesos (mussarela, parmesão, catupiry e roquefort).
 
Não experimentei as empanadas doces, mas a casa tem de doce de leite argentino com nozes, ricota com doce de leite, goiabada com ricota e doce de leite com queijo a R$ 2,50 cada. Ah, a cerveja é brasileira, apesar das belas garrafas da Quilmes disputarem atenção com as empanadas.
 
El Café
Rua da Mooca, 3593, Alto da Mooca
Tel.: 11 6604-2337 ou 3567-2951
http://empanadaselcafe.com/
 
Empanadas Caminito
Av. Divino Salvador, 320
Tel: 11 5055-0551
 
Empanadas Bar
Rua Wisard, 489, Vila Madalena
Tel.: 11 3032-2116
 
El Guatón (* sugestão da Jaci)
Rua Arthur de Azevedo, 906, Pinheiros
Tel.: 11 3085-9466 
 

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