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Archive for 2 de Julho, 2007

Sinfonia nutritiva

por Audrey Cristina

O cheiro e a apresentação são os elementos mais comuns que nos atraem na comida, mas é interessante como o alimento também é sonoro. Nossa boca é uma verdadeira caixa acústica que além da nossa voz, ressoa a voz da comida.Muitas vezes temos a sensação de que estamos fazendo um barulho tremendo enquanto mastigamos, mas na verdade o barulho nem é tão alto assim.

Quando comemos usamos os cinco sentidos (a visão, o olfato, o paladar, o tato e a audição). Apesar de não prestarmos muita atenção, o som da comida contribui muito na avaliação da qualidade do alimento. Por exemplo, é pelo “creck” do biscoito que sabemos se ele está fresquinho ou não.

Fiz a análise do som de algumas comidas. O torresmo faz “crock, crock, crock “; quando mordemos uma uva ouvimos um “puf”. Preparando um purê, a música é “nhem, nhem, nhem”. Tem coisa mais prazerosa que o “shiii” emanado ao abrir uma garrafa de refrigerante?

Por outro lado, o mesmo som que atrai pode espantar o freguês. O “reck reck” da cebola, que eu detesto, tenho que admitir que é justamente a graça para quem gosta dela.

É claro que quando gostamos de determinada comida o som não tem muita importância, gostamos e pronto, mas o processo de degustar prestando a atenção na sonoridade da própria comida é muito interessante.

Como tudo hoje em dia é fast, cada vez menos reparamos nas coisas simples da vida – mas quando tiver tempo, faça uma degustação completa. Aprecie a aparência suculenta, o cheiro sedutor, a textura agradável, o som característico e satisfaça o seu paladar.

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por Claudia Midori

Combinando uma espécie selecionada de microrganismos vivos com a biotecnologia já conhecida da fermentação láctica, nasceu um dos alimentos mais consumidos da história da humanidade no século 20 – o leite fermentado Yakult.

Desde criança lembro que saía correndo para chamar minha mãe quando a “moça do Yakult” passava na rua. Sempre com um carrinho que parecia aqueles de feira, depois um carrinho com a marca da empresa, sempre pedia um pacotinho. Gostava tanto do leite fermentado que minha mãe começou a regular. Lembro que foi minha “sobremesa” por muito tempo. É que minha mãe falava que tomar demais dava dor de barriga… e eu podia escolher entre um doce e o Yakult.

Há muito tempo não compro Yakult, a não ser que vá ao mercado e dê vontade. A empresa fica perto de onde trabalho e, sempre que vejo, tenho vontade de pedir uma embalagem de 1 litro!

Entei no site da empresa e descobri que eles entregam em casa, olha que bacana: www.yakult.com.br

Curiosidades:

1899 – Nasce no Japão, na província de Nagano, o médico e
microbiologista Dr. Minoru Shirota.
1925 – O Japão apresentava alto índice de mortalidade infantil por infecções intestinais. Inconformado com isso, o Dr.Shirota inicia seus estudos sobre lactobacilos intestinais, com o objetivo de usá-los em prol da medicina preventiva.Nesta época, a medicina preocupava-se mais com o tratamento do que com a prevenção das doenças. Praticamente existiam poucas pesquisas sobre microrganismos úteis ao intestino.
1930 – Após anos de contínuas pesquisas, Dr. Shirota selecionou uma espécie de lactobacilos, resistentes à acidez do estômago e, que mantendo-se vivos no intestino, inibiam a proliferação de bactérias intestinais nocivas. Desta forma, promoviam o equilíbrio da flora intestinal.
Estes microrganismos revolucionaram todos os conceitos da área de saúde e foram denominados Lactobacillus casei Shirota.
1935 – É desenvolvido o Leite Fermentado Yakult alimento à base de leite desnatado e fermentado com os Lactobacillus casei Shirota. Para que ele estivesse facilmente disponível para o maior número de pessoas, foi adotado o sistema de entrega domiciliar. Assim, o Leite Fermentado Yakult tornou-se um dos alimentos mais consumidos no século 20.
1963  – Com o objetivo de dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Dr. Minoru Shirota, a distribuição do Leite Fermentado Yakult  no Japão  passou a contar com as “Yakult Ladies”, aqui no Brasil conhecidas como C.As (Comerciantes Ambulantes Autônomas).

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Especialidades sírias

por Claudia Midori

No dia da greve do metrô de SP estava no Centro. Com tanta confusão e fome, resolvi comer por lá mesmo… Quem gosta da culinária árabe pode deliciar-se com as casas da rua Com. Abdo Schahin, paralela à rua 25 de março.

Acabei comprando pão folha no Empório Syrio. Além dos pães fresquinhos, eles comercializam vários docinhos (bem doces e muito calóricos)!!!

Empório Syrio
Rua Com. Abdo Schahin, 136, Centro
Tel.: 11 3228-3640 / 3228-7651
emporiosyrio@terra.com.br

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Rodas

por Claudia Midori

Só tenho a agradecer à família Farré Martinez. É que sempre que dá vontade de comer churro, vou na Casa do Churro, no Tatuapé, comprar o delicioso alimento de origem espanhola coberto por açúcar e canela.

O churro em roda é um doce tradicional espanhol que se come diariamente acompanhado de chocolate grosso (espesso) à moda espanhola ou com café, com leite ou chá mate. O copo do chocolate espesso custa R$ 5. Na Casa ainda há outras variedades de roda simples com ou sem açúcar (custa R$ 25), com cobertura (R$ 32) e catupiry (R$ 38). Claro, sem falar nos churros tradicionais, recheados com doce de leite, chocolate e outras opções que não me recordo.

Mais fotos: http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/651750064/
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/779691122/

A Casa do Churro
Rua Rodrigues Barbosa, 232, Tatuapé
Tel.: 6671-7180 ou 6671-9044
www.casadochurro.com.br

Horário de funcionamento
Seg a quinta – das 10h às 22h
Sexta, sáb e feriado – das 10h às 23h
Domingo – das 10h às 22h30

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por Claudia Midori

Não existe coisa pior que mulher na TPM. Aliás, existe sim, é pior quando você não está (ou está) na TPM, e a pessoa que está ao seu lado tem a TPM pior que a sua. E quando é chata, crica e ranzinza por natureza? É dose! A vontade é mandar a pessoa para a Lua e nunca mais voltar, rs.

Como existe solução para tudo ou quase tudo, pesquisei algumas comidinhas que fazem bem para aquele período chato de irritação, agressividade, aumento de peso, dor nas pernas, inchaço, falta de concentração, dores de cabeça, tontura, aumento de apetite, compulsão por chocolates e doces, enjôos, dores lombares e espinhas. A lista é imensa, por isso, achei melhor parar por aqui.

Vamos ao que interessa, os alimentos que ajudam a diminuir todos os sintomas citados acima.

Vitamina B6
Ela é chamada de “vitamina do bom humor” e está presente em cereais integrais, castanha-do-pará, nozes, banana, melão, carnes, abacaxi e abacate.

Omega 3
Eles regulam a irritabilidade e ajudam na diminuição da cólica – peixes como atum e salmão são as melhores fontes, além das castanhas.

Magnésio
É o maldito que provoca a retenção de sódio e inchaço. Não economize na soja, castanhas, lentilha, feijão, espinafre, rúcula, agrião e couve. Os alimentos devem ser ingeridos com mais frequência dez dias antes da menstruação.

Cálcio
Encontrado no leite e derivados, atua contra a retenção de líquidos.

Chocolates e carboidratos
Todas as mulheres sabem, a vontade de comer doce é muito maior quando estamos na TPM, isso por que temos deficiência de ferro, eliminado na perda do sangue. A vontade de comer mais carboidrato está ligada à serotonina, que provoca a sensação de bem-estar e saciedade.

Se comer bem não ajudar, resta recorrer (ou dar de presente) a pílula Yaz, um novo contraceptivo lançado pela Bayer Schering Pharma que promete combater a maldita TPM com mais eficácia. Viva a medicina!!!

Segundo pesquisas recentes com mulheres latino-americanas e européias mostram que 90% delas sofrem com pelo menos UM sintoma pré-menstrual. ..

Saiba mais sobre a pílula:http://www.gineco.com.br/yaz.htm

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por Claudia Midori

Sábado, dia 23 de junho, passado rolou um encontro que estava para ser na semana anterior do meu namorado com os amigos. Homem para marcar esse tipo de coisa é uma desgraça! Combinaram até um churrasco para mês que vem… duvido que aconteça, rs. É um mais enrolado que o outro…

Enfim, não é disso que vou escrever, mas da Cachaçaria Água Doce de São Caetano do Sul. Não sei exatamente por onde começar… talvez pela comida!

Pedimos uma Picanha na chapa com batata frita. A picanha estava dura, ressecada e sem tempero. Pedimos um pão de alho, exatamente o que sempre mais gostei da Casa… que infelicidade a nossa, o pão mais parecia uma torrada sem alho. Antigamente, o pão era macio e com tanto alho que era necessário se acostumar com o bafo de alho do amigo ao lado! Sem alho, reclamei para o garçom que queria outra, pura decepção, estava menos duro, mas igualmente sem a pasta de alho…

O jeito foi conversar e beber. Até, claro, chegar a hora de pagar a conta! O garçom voltou com os cheques e pediu para nos dirigirmos ao caixa para efetuar o pagamento. A turma foi informada que eles estavam com um “probleminha técnico” e não poderiam consultar os cheque. Algum problema? Não. Não, se a resposta da atendente fosse: O cliente deve ter outra forma de pagamento! Tem horas que as pessoas deveriam ser pagas para não falarem besteira…

Enfim, três anos sem frequentar o lugar, deu no que deu, decepção pura! Juro que não devo voltar tão cedo…  

Fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/651529198/

São Caetano do Sul / SP
Rua Rio Grande do Sul, 460
Tel.: 4221 – 8629
E-mail: saocaetanodosul@aguadoce.com.br

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Melona 

por Claudia Midori

Cremoso, saboroso, delicioso! Quem costuma passear na Liberdade já deve ter visto váriassss pessoas com um sorvete verde claro, de embalagem verde, e formato diferente do picolé convencional vendido aqui.

O Melona, um sorvete coreano, é uma delícia. Quem não experimentou… deveria correr para a Liberdade e experimentar o sorvetão verde claro. Além de melão, tinha morango e feijão, mas não tenho certeza. Comprei o meu no Restaurante, Café e Mercearia Banri. No sábado voltei na Liberdade e a Camila provou o de morango! Ela adorou!

Dê uma olhadinha no site da empresa coreana que fabrica o sorvete: http://www.bing.co.kr

Mais fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/631957561/

Banri
Rua Galvão Bueno, 160
* O sorvete custa R$ 3,50

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