Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for 24 de Julho, 2007

por Claudia Midori

Terça e sábado saio de casa sem tomar café da manhã – são os dias que não me preocupo em acordar muito cedo, meus dias de calmaria. Terça vou para a acupuntura relaxar, cuidar da dor nas costas que me aflige, diminuir o stress e colocar as sementinhas de mostarda na orelha para ficar bem durante a semana. Aos sábados tenho aula na Liberdade, por isso a paradinha rápida e deliciosa no Café Sol – fica na esquina na rua Galvão Bueno com a rua dos Estudantes, na Liberdade.

Meu pedido é sempre o mesmo, um chocolate quente médio (R$ 2,80) e uma tortinha de frango (R$ 3,00) ou pão de queijo quentinho (R$ 1,00). Quem estiver de passagem deve parar lá para saborear os salgados, o bom chocolate, o café super cheiroso e dar uma olhada nas fotos PB de São Paulo feitas por um tal de Norio.

Juro que sábado pergunto que é o Norio. Tem fotos da Catedral da Sé, rio Tietê, tori da Liberdade, Largo São Francisco, Igreja Nossa Senhora da Saúde, Casa das Retortas e outras belíssimas fotos.

Fotos

Anúncios

Read Full Post »

Cremeria Nestlé

por Claudia Midori

Depois da experiência horrorosa no Boteco Seu Zé procuramos outro lugar para saborear algo doce. Como confiamos na Regina, andamos muito, mas muito mesmo, até achar uma doceria fechada e pararmos na Cremeria Nestlé. Pelo menos lá o saldo foi positivo, todos saíram satisfeitos. Fiquei com vontade de comer o petit gâteau, mas dividi o fondue (que não tem cara de fondue) com a Rê. Tirando as bananas, estava delicioso!!! Devo dizer que fomos MUITO bem atendidos, valeu pela atenção! Era tarde quando chegamos lá – era quase o horário de fechamento.

Fotos:
http://www.flickr.com/photos/sitecomidinhas/877484611/

Vila Madalena
Rua Wisard, 179
São Paulo – SP
Tel : (11) 3232-1858
Horários:
Domingo a Quarta das 10h às 22h30
Quinta-feira das 10h às 23h30
sábado das 10h às 01h

Read Full Post »

por Claudia Midori

Desde domingo tô adiando o post sobre o Boteco Seu Zé. Na Veja São Paulo a crítica diz “Em meio a tanto empenho no visual, a cozinha acabou esquecida”, o que é bem verdade. Vou procurar outras críticas para saber o que acharam do lugar e publicar no blog…

Enfim, experimentamos petiscos e lanches diferentes do que estão na crítica da revista – hambúrguer, bolinho do Seu Zé e beirute de filé mignon e frango. 

O resultado foi o mesmo – bemmm D E S A S T R O S O!

Tirando o bolinho que estava bom (ou a fome era demais), o resto era deplorável. A cerveja estava gelada e não demorou muito para chegar na mesa, mas a Pepsi do João… foi uma eternidadeeeeeeee!

Os beirutes estavam fininhos, nem dava para ver o recheio, mas não experimentei. Para meu azar e de mais duas pessoas, escolhemos o “tal” hambúrguer da casa. Achei que seria um lanche suculento, saboroso, grande, rs. Pois bem, veio um hambúrguer (ainda bem que não era Sadia riu a Regina quando viu o prato) com queijo já frio, salada de alface com tomate e quatro fatias de pão francês duro, muito provável que amanhecido. Foi um descontentamento total. Além disso, não havia maionese para passar nas fatias duras de pão que “acompanhavam” o prato.

Pedi maionese para três ou quatro garçons. A comunicação entre o pessoal da cozinha é tão ruim que chegou à mesa três potinhos de maionese, um de catchup e um de mostarda mais de meia hora depois do último pedido. A infelicidade foi a maionese chegar quando estávamos comendo o hambúrguer horroroso com pão seco e duro!!! Uma lástima ir num boteco que tem tudo para ser ótimo, com exceção da comida ou da cozinha.

Vá para beber uma bela cerveja geladinha que sai das 10 geladeiras enfileiradas atrás do balcão. Com tantas críticas negativas à cozinha, resta perguntar: E agora, José?

José
(Carlos Drummond de Andrade)
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, – e agora?

Boteco Seu Zé
Rua Mourato Coelho, 1144, Vila Madalena
Tel.: 3034-6382

Fotos

Read Full Post »

Omelete colorida

Tirei a receitinha de um livrinho da Sakura 

Ingredientes:
5 ovos
2 colheres (sopa) de missô
1 colher (sopa) de amido de milho
100g de cogumelo
1 pimentão verde em tirinhas
2 tomates médios sem sementes e em tirinhas
1 xícara (chá) de queijo prato em cubos
1 1/2 colher (sopa) de óleo
molho parmesan Kenko

Modo de preparo: Em um copo de liquidificador, coloque os ovos, o missô e o amido de milho e bata em potência média até que forme um pouco de espuma. Despeje o conteúdo batido em uma tigela média e junte os cogumelos, o pimentão, os tomates e o queijo. Misture bem. Pegue uma frigideira funda (22 cm de diâmetro), aqueça o óleo e adicione a misture. Frite em fogo médio por 8 minutos e em seguida vire a omelete e frite por mais 8 minutos ou até cozinhar por dentro. Sirva acompanhado com molho parmesan.

Rendimento: 5 porções
Tempo de preparo: 20 minutos

Read Full Post »

por Jaci Brasil

Tem uma coisa que é quase uma unanimidade, não sei bem dizer se é comida ou bebida, mas não conheço ninguém que não goste, você não sabe ainda?  Sorvete, claro! Eu, pessoalmente, adoro. Tomo no frio, no calor, na verdade, fico até com cara de criança quando tenho um sorvete enorme e delicioso nas mãos.

E esses dias me deparei com uma reportagem muito legal sobre a história do sorvete numa Simples antiga, um texto muito gostoso de ler.  Fica aqui a dica.

Read Full Post »