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Archive for 26 de Maio, 2008

do The New York Times

Nicholas Bakalar

Beber muita água deveria ser saudável, mas, ao que parece, há pouco respaldo científico para essa convicção. Uma análise de estudos clínicos não encontrou nenhuma evidência de que beber oito copos de água por dia, a recomendação usual, seja benéfico para uma pessoa saudável.

Muitas afirmações já foram feitas em relação à água – que ela previne dores de cabeça, elimina “venenos” perigosos para o corpo, melhora o funcionamento de vários órgãos e está associada à redução do risco de várias doenças. No entanto, nenhuma dessas afirmações está fundamentada em evidências científicas. Os autores nem mesmo conseguiram encontrar qualquer estudo que leve à regra dos “oito copos por dia”, cuja origem continua desconhecida.

Os pesquisadores afirmaram, na edição de junho do The Journal of the American Society of Nephrology, que alguns estudos descobriram evidências de que beber muita água ajuda os rins a eliminar sódio, e a retenção de sódio a longo prazo pode aumentar o risco de hipertensão, mas não foi estabelecida nenhuma relevância clínica para o fenômeno. A água também ajuda a eliminar uréia, mas uréia não é uma toxina.

Há uma evidência “intrigante” de que a água ajude a diminuir o apetite e controlar o ganho de peso, afirmam os autores, dizendo serem necessários mais estudos.

“Em circunstâncias normais”, disse Dr. Stanley Goldfarb, co-autor e professor de medicina da University of Pennsylvania, “beber ainda mais água é desnecessário. Quero livrar as pessoas do peso de carregar garrafinhas de água por aí o dia inteiro”.

 

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da BBC Brasil

O gosto pela cachaça vem se espalhando pelos Estados Unidos, afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário americano The New York Times.

Segundo o jornal, as importações do produto brasileiro cresceram de menos de 100 mil litros em 1998 para 213 mil litros em 2002 e 647 mil litros em 2007.

A reportagem observa que as duas marcas que dominam o mercado, Pitú e 51, são produzidas em escala industrial e comercializadas nos Estados Unidos por até cinco vezes seu preço de venda no Brasil, “onde elas custam pouco mais do que uma garrafa de água e são pouco respeitadas”.

O texto, que traz uma orientação sobre como pronunciar o nome da bebida (ka-SHA-sas), comenta que os americanos que já experimentaram o aguardente provavelmente o fizeram como parte de uma capirinha (kye-peer-EEN-yahs, orienta o jornal).

Cachaças artesanais

Mas o NYT comenta que há um crescente interesse nos Estados Unidos por cachaças artesanais, envelhecidas em tonéis de madeira.

“As cachaças envelhecidas, que normalmente passam ao menos um ano em tonéis de madeira, representam ainda apenas uma pequena fração do mercado total de cachaça nos Estados Unidos”, diz o jornal. “Mas a demanda está crescendo.”

A reportagem comenta que mesmo no Brasil o gosto pela cachaça como bebida fina também é uma novidade. “Apesar de a cachaça existir desde o século 16, somente na última década que as marcas mais finas se tornaram populares”, diz o texto.

Antônio Rocha, produtor da cachaça Rochinha, no Estado do Rio de Janeiro, comenta ao jornal que “até os anos 1990, a cachaça não tinha nenhum valor”. “As cachaças que vendiam bem eram as anunciadas; as de qualidade não eram anunciadas e dependiam só do boca-a-boca”, diz.

Para um importador citado pela reportagem, o mercado da cachaça “ainda está em sua infância”. “O que a cachaça pode mostrar ao mundo é uma variedade de sabores que não está disponível em nenhum outro aguardente”, diz o importador.

 

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da BBC Brasil

Uma descoberta genética pode ajudar a explicar porque algumas pessoas que bebem demais desenvolvem determinados tipos de câncer enquanto outras não.

Um estudo conduzido na França e publicado na revista científica Nature Genetics detectou duas variáveis de genes que oferecem proteção “significativa” contra câncer na boca e na garganta.

O estudo sugere que pessoas que têm as variáveis dos genes conseguem transformar o álcool em agentes químicos menos nocivos, com uma eficiência 100 vezes maior do que as pessoas que não as têm.

Riscos do álcool

Sete em cada dez pessoas diagnosticadas com câncer de boca bebem acima do limite de álcool recomendado.

O estudo, realizado pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, na cidade francesa de Lyon, analisou 9 mil pessoas de idades e estilos de vida semelhantes. Algumas delas tinham desenvolvido câncer de boca ou de garganta.

Em tese, quanto mais eficientes são esses genes, menores são as chances de o álcool atingir células da boca e da garganta.

Pesquisas anteriores já haviam identificado os genes ADH como fatores que influenciam no desenvolvimento de câncer.

A nova pesquisa mostra que duas variáveis do ADH reduzem as chances de se desenvolver câncer. O estudo mostrou que há menos incidência de câncer em pessoas com uma das variáveis do gene, mesmo entre aqueles que disseram consumir altas quantidades de álcool.

No entanto, especialistas sugerem que as pessoas que têm alguma das duas variáveis do gene não devem exagerar na bebida alcoólica.

“É uma pesquisa científica interessante, mas as pessoas com essas variáveis genéticas que bebem álcool demais ainda têm risco maior do que as pessoas que não bebem”, afirma Hazel Nunn, da entidade britânica Câncer Research UK.

“Mais pesquisa é necessária para examinar o papel preciso destas variações genéticas no desenvolvimento do câncer. A melhor recomendação prática para reduzir o risco de câncer da boca, faringe, laringe e esôfago continua sendo parar de fumar e beber menos álcool”, diz ela.

“Álcool também está ligado a câncer de mama, intestino e fígado. Quanto mais você corta o álcool, mais você reduz o risco.”

 

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O Pão da mamãe

por Jaci Brasil

Já tem um tempo que to devendo a receita do pão que minha mãe faz. Prometi aqui. Hoje cumpro a promessa:

Receita de pão integral

Ingredientes:
1 xícara de aveia flocada
3 xícaras de trigo integral
1 ½ xícara de farelo de trigo
1 ½ colher de sopa de linhaça moída
1 xícara de açúcar mascavo
1 colher de sopa rasa de sal
canela em pó a gosto
600 ml de leite morno
2 ovos
1 envelope de fermento biológico
¾ de xícara de óleo
2 colheres cheias de manteiga
6 xícaras de farinha de trigo e mais um pouco pra dar o ponto

Modo de preparo
Coloque todos os secos, menos a farinha de trigo, numa bacia, misture e faça um buraco no meio para colocar os ingredientes úmidos: ovos, leite morno, óleo e manteiga. Mexa tudo, depois vá acrescentando a farinha de trigo branca aos poucos na massa, deixe de mexer e passe a amassar, você pode até retirar a massa da bacia e usar o balcão da pia. Vá amassando e juntando a farinha, é importante que a massa absorva bem a farinha, pra se certificar que o fermento está funcionando corte grosseiramente a massa.

O ponto ideal da massa chega na hora ela  não gruda quando você a amassa levemente, dessa forma a massa ainda ficará um pouco mole e seu pão macio. Quando estiver no ponto pingue uma gota de óleo e espalhe em toda a superfície da massa, deixe descansar por 30 minutos.

A massa vai quase dobrar de tamanho enquanto descansa. Você deve dividir a massa em 5 partes iguais. Pegue cada uma delas e abra com o rolo de macarrão, numa superfície enfarinhada, depois enrole apertando bem pra não ficar cheio de ar , coloque numa assadeira untada apenas com farinha. Coloque um pão ao lado do outro, deixando um espaço pra eles crescerem (eles irão dobrar de tamanho). Deixe descansar por mais 2 ou 3 horas. Cubra com uma toalha, e se estiver frio coloque também um cobertor.

Asse em forno médio alto por cerca de meia hora ou até ficar dourado.

Essa receita tem um custo médio de R$6,50 e rende 5 pães grandes. Uma dica, vá até a zona cerealista, que fica alí no centro de São Paulo, próximo ao Mercado Municipal, lá você encontra todos esses produtos integrais bem baratinhos.

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da BBC

O badalado chefe britânico Jamie Oliver afirmou que as mulheres deveriam fazer greve de sexo para obrigar seus parceiros a começar a cozinhar.

A declaração de Oliver foi feita durante uma sessão de perguntas e respostas com o público no festival literário Hay-on-the-Wye, na cidade de Powys, no País de Gales.

“Os homens são muito simples. Eles fazem tudo por sexo. Por isso, a melhor maneira de fazer os homens entrar na cozinha é se recusar a fazer sexo até que eles comecem a cozinhar”, disse o chef.

Além disso, Oliver afirmou ainda que “as melhores chefs do mundo são mulheres”.

Hábito

Durante o encontro, o chef descreveu ainda sua surpresa ao iniciar as filmagens do seu mais recente programa de televisão, filmado em Roterdã, e descobrir que várias famílias não sabem cozinhar.

O chef, que virou celebridade internacional graças ao seu programa de TV –e que ganhou notoriedade na Grã-Bretanha com suas campanhas por uma alimentação mais saudável nas escolas– disse que está tentando fazer com que as famílias entendam que o ato de cozinhar pode tornar a vida mais simples e reduzir o custo da alimentação.

“Estou vivendo com famílias que não têm o hábito de cozinhar em suas vidas e quero que elas se apaixonem pela cozinha”, afirmou Oliver.

“As pessoas perderam a noção de que a comida é algo importante. As crianças deveriam poder sair da escola e saber preparar um prato simples”, disse.

Porcos

Durante o festival, Jamie Oliver também indicou que sua próxima campanha será por uma melhoria nas condições de criação de porcos.

Em janeiro, um documentário feito por Oliver sobre a indústria do frango, que mostrava o processo de criação das aves, foi transmitido por um canal de televisão britânico para incentivar a criação solta dos animais.

De acordo com o chef, a opção pelos suínos se deve a escolha de sua própria audiência. Segundo ele, outros planos incluíam campanhas para melhorar o processo de criação de gado e da produção de leite.

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Café da manhã

Por Claudia Midori

Estudo da pesquisadora Madalena Maria Schlindwein, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), constata que, entre 1974 e 2003, o consumo do pão francês caiu 23% no Brasil. Madalena acredita que a queda se deve à introdução de outros produtos no mercado. O consumo brasileiro de pão, por habitante, incluindo todos os tipos, francês e de cereais variados, é de 33 quilos ao ano. Há 10 anos, essa média era de 26 quilos.

LanchinhoAlguma novidade? Além do aumento ($$$) do pãozinho, com a variedade de comidinhas deliciosas que temos hoje é fácil trocar o pão com manteiga por lanches variados. Hoje de manhã rolou um Welcome Coffee, já que troquei de emprego!!! Agora estou no Grupo RMA.

As comidinhas do café da manhã são da Nova Pão Kent.

Ao Grupo RMA, muito obrigada!!!

Nova Pão Kent
Telefone: 3814-6633

 

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