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Archive for 5 de Maio, 2008

Aumente o som e ouça Funiculì Funiculà! Acabei de ligar na paróquia da Achiropita para saber quando será a festa desse ano. Anote na agenda: começa dia 2 de agosto e termina dia 31! E, para quem não entede bulhufas da música, abaixo a letra.

Aissera, Nannine’, mme ne sagliette,
tu saje addo…
(Tu saje addo.)

Addo, ‘sto core ‘ngrato, cchiu dispiette
farme nun po…
(Farme nun po!)

Addo Io ffuoco coce, ma si fuje,
te lassa sta…
(Te lassa sta.)

E nun te corre appriesso e nun te struje
sulo a guarda…
(Sulo a guarda.)

Jammo, jammo,
‘ncoppa jammo ja’…
Jammo, jammo,
‘ncoppa jammo ja’…
Funiculi – funicula,
funiculi – funicula…
‘Ncoppa jammo ja’,
funiculi, funicula.

Se n’e sagliuta, oje ne, se n’e sagliuta,
la capa gia…
(La capa gia.)

E’ ghiuta, po’ e tornata, po’ e venuta…
sta sempre cca…
(Sta sempre cca.)

La capa vota vota attuorno, attuorno,
attuorno a te…
(Attuorno a te.)

Lo core canta sempe no taluorno:
sposammo, oje ne’…
(Sposammo, oje ne’.)

Jammo, jammo, ecc.

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por Camila Verbisck

Eu não sabia que as batatas fritas eram um prato típico (e grande orgulho) da Bélgica até receber a visita do Michel no feriado da Páscoa.

Hoje, lendo algumas notícias pela internet, encontrei que foi inaugurado na cidade de Bruges (ao norte de Bruxelas) o primeiro museu do mundo sobre batatas fritas. Os idealizadores da nova atração turística dizem que além do chocolate, nada melhor do que as batatas fritas para simbolizar o estilo de vida belga.

O Frietmuseum (Museu da Frita, em flamengo) conta a história do tubérculo desde que foi descoberto pelos europeus no Peru até a chegada no Velho Continente, trazida pelos espanhóis, e a popularização depois da Primeira Guerra, quando os soldados americanos e ingleses experimentaram a batata vendida nos portos belgas.

Ao que parece, as batatas fritas ficaram conhecidas como french fries porque na Bélgica também se fala o francês.

O museu também mostra a presença do tubérculo na cultura do país e esculturas sobre o tema. Também há uma ala dedicada a explicar todo o processo de colheita até se tornar uma boa batata frita.

E o que o Michel achou da batata frita brasileira? Ele achou boa. Eu particularmente já comi muito melhor do que aquelas daquele bar da r. Augusta.

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O sukiyaki é um prato típico da culinária japonesa muito consumido no inverno, perfeito para unir a família e os amigos. O prato tem um sabor suave e um pouco adocicado. A lenda conta que, por volta do século 19, existia um fazendeiro que grelhava as carnes que mais gostava na ponta da sua espada. Assim surgia o sukiyaki, a união de gostar (suki) e grelhado (yaki).

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Atsuyaki tamago

Ingredientes

6 ovos batidos
1/2 xícara de água (100 ml)
1/2 colher (chá) de hondashi
1 colher de shoyu
4 colheres de mirin
3 colheres (chá) de açúcar

Preparo: Em um tigela grande, coloque os ovos, a água, o hondashi, o shoyu, o mirin e o açúcar, e misture bem. Em uma frigideira retangular (13×18 cm), untada com óleo, coloque parte da mistura de ovos, o suficiente para cobrir o fundo da frigideira e leve ao fogo baixo por aproximadamente 20 segundos, ou até que fique ligeiramente encorpada. Segure uma ponta da omelete, dobre três vezes, e retire. Limpe a frigideira com um papel toalha e unte com mais óleo se necessário. Acrescente mais uma parte da mistura de ovos, adicione a parte pronta em uma das extremidades da frigideira e repita o procedimento, dobrando a omelete sobre a primeira parte dobrada. Frite o restante da mistura de ovos utilizando esse mesmo processo, até obter uma espécie de rocambole. Transfira para uma esteira de bambu e defina o formato retangular. Deixe esfriar e corte em fatias de 2cm. Sirva em seguida.

Fonte: Ajinomoto

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