Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for 1 de Novembro, 2007

As panquecas são muito antigas, surgiram há 9.000 anos atrás na Europa, mais precisamente na França. Acredita-se que  elas surgiram quando uma mulher derramou de forma acidental, um pouco do mingau utilizado no fogão e percebeu que ele cozinhava rápido, era fácil de se manusear e possuía um sabor muito agradável.

O hábito de comer panquecas se difundiu rapidamente por toda a Europa, inclusive tendo sido criados vários festivais em função do prato. Hoje em dia as panquecas são muito famosas no mundo todo e desde o começo do século 20, elas começaram a aparecer em vários lugares e a se tornarem bastante populares.

Aproveito pra colocar a receita de casa para a massa:

* 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
* 1 xícara (chá) de leite
* 2 ovos
* 4 colheres (sopa) de óleo
* sal a gosto

Read Full Post »

Panetone

por Claudia Midori

Li no Mixirica um post sobre os panetones não “fresquinhos” que já invadiram as pratileiras de todos os supermercados. Até os mercadinhos de bairro já rechearam as prateleiras com o cheirinho do Natal – desde o começo de outubro sonhava com os chocotones…

Nunca fiz panetone na vida, nem tenho vontade de fazer, acho mais prático comprar, apesar de concordar em número, gênero e grau com o que a Tatiana (ou Tatu) escreveu. Acabei entrando em algum dos vários blogs que tenho entre os FAVORITOS e caí na página da Garoto. Acabei encontrando uma receita de panetone cujo título é “panetone delicioso” – tem até doce de leite com nozes de recheio!

Ingredientes:

Para a fermentação:
– 4 tabletes de fermento biológico (60g)
– 3 colheres (sopa) de açúcar
– 1 xícara (chá) de leite morno
– 2 ovos
– 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Para a massa:
– 200g de manteiga amolecida
– ½ xícara (chá) de açúcar
– 6 ovos
– 3 colheres (sopa) de mel
– 4 colheres (sopa) de óleo
– 1 colher (chá) de raspas de limão
– raspas de 1 laranja
– 2 colheres (sopa) de rum
– 1 colher (café) de noz-moscada ralada
– 1 colher (chá) de canela em pó
– 5 xícaras (chá) de farinha de trigo
– 2 xícaras (chá) de Dessert Gotas para Confeitaria
– ½ xícara (chá) de nozes picadas

Para o recheio:
– 1 ½ xícara (chá) de doce de leite em ponto de corte
– 1 ½ xícara (chá) de nozes picadas

Para a cobertura:
– 2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro
– 1 colher (chá) de canela em pó
– ½ xícara (chá) de nozes trituradas
– 2 claras ligeiramente batidas

Modo de Preparo

1- Fermentação: misture o fermento e o açúcar numa tigela grande até dissolver completamente. Junte o leite, os ovos, a farinha e misture novamente. Cubra com filme-plástico e deixe crescer por 30 minutos.

2- Massa: coloque na batedeira a manteiga, o açúcar, os ovos, o mel, o óleo, as raspas, o rum, a noz-moscada e a canela. Bata até obter um creme homogêneo, junte este creme à massa crescida e adicione, aos poucos, a farinha de trigo. Sove a massa até ficar macia e uniforme. Acrescente as gotas de Dessert, cubra com um filme-plástico e deixe crescer até dobrar de volume.

3- Recheio: abra a massa sobre uma superfície enfarinhada, espalhe o doce de leite e as nozes. Enrole e divida-a em 8 partes iguais. Coloque-as em fôrmas redondas descartáveis (15cm de diâmetro) e deixe descansar por 30 minutos.

4- Cobertura: misture delicadamente o açúcar, a canela, as nozes e as claras batidas. Espalhe sobre cada panettone e asse em forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Retire do forno, deixe esfriar e embrulhe da maneira que desejar.

Read Full Post »

Batatas Duchesse

*** receita de Silvia Percussi, do livro “O cinema vai à mesa”

Ingredientes:

* 1 kg de batatas
* 100 gramas de manteiga
* sal
* pimenta-do-reino
* 1 ovo
* 3 gemas batidas

Descasque as batatas, corte-as em pedaços, coloque em uma panela com água fria e cozinhe. Escorra bem e passe no espremedor. Junte a manteiga, o sal, a pimenta, e o ovo ligeiramente batido. Bata até que a mistura fique fofa. Coloque a massa em um saquinho de confeitar e forme rodelinhas sobre uma assadeira untada com manteiga. Pincele as batatas com as gemas batidas. Leve ao forno quente para dourar.

Read Full Post »

publicado hoje no Metro

Aula dá receita de alguns pratos clássicos das telas

A França sempre foi conhecida por sua sofisticação tanto na culinária quanto no cinema. Aproveitando as duas coisas, o instituto Spicy, em parceria com a Casa do Saber, ministra na próxima segunda, dia 5, o curso “A Clássica Gastronomia Francesa no Cinema”.

Como o próprio nome dá a entender, são receitas de pratos franceses mostrados em alguns filmes importantes já produzidos naquele país. A aula será ministrada pelo crítico de cinema Rubens Ewald Filho, acompanhado da chef Marie-France Henry, do restaurante La Casserole, e da jornalista Nilu Lebert, com quem publicou recentemente o livro “O cinema vai à mesa”.

Mas a Spicy tem outros cursos de culinária francesa em novembro. A cada segunda do mês, um tema diferente é abordado na cozinha.

Cooking Spicy – Cozinha Cultural da França, às segundas, 19h30.

Spicy
Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1218
Tel.: 3083-4407

Read Full Post »

                        Chá

É um chá que abre durante a infusão, não é demais???

Read Full Post »

por Camila Verbisck

Começou hoje e vai até 30 de novembro a V Folia Gastronômica de Paraty, evento propõem que os chefes dos restaurantes locais preparem pratos especiais. Este ano o tema é Folia Orgânica, com refeições preparadas com alimentos orgâncicos.

Em paralelo, acontece o Encontro de Ches, de 8 a 11 de novembro, com uma programação bem interessante.

Quem estiver procurando lugar para ir nesse mês cheio de feriados, essa é uma boa idéia, não acham?

Read Full Post »

01/11/200711h01

TEREZA NOVAES
da Folha de S.Paulo

A invenção é atribuída comumente aos italianos –assim como a fama de produzirem os melhores do mundo–, mas são dois franceses que estão renovando a fabricação de sorvetes artesanais em São Paulo.

Silvia Zamboni/Folha Imagem
Sorvete de avelã da sorveteria Vipiteno, comandada pelo chef Laurent Suaudeau
Sorvete de avelã da sorveteria Vipiteno, comandada pelo chef Laurent Suaudeau

O consagrado chef Laurent Suaudeau responde pelas receitas da sorveteria Vipiteno, aberta há 20 dias no Itaim, e o chef pâtisserie Fabrice Le Nud oferece, desde o começo deste ano, sorbets e “glaces”, que são também usados como base de geladíssimas sobremesas.

Cada um aposta em um estilo diferente. Suaudeau segue a escola italiana, com misturas emulsionadas, que resultam em um sorvete mais leve e aerado. Já Le Nud se mantém na tradição francesa, cujo sorvete é mais denso. Apesar de a técnica ser diferente, ambos prezam pelo artesanal e trabalham com ingredientes frescos e de qualidade em suas produções.

Nos últimos quatro anos, Suaudeau, 50, que assinou o cardápio do prestigiado restaurante Laurent, vem se dedicando a uma escola, consultorias e eventos fechados. Há um ano ele desenvolve os sabores à venda na nova sorveteria.

A cozinha, que ele chama de laboratório, tem equipamentos especiais, como forno de convecção (que faz o calor circular uniformemente), freezer para gelar rapidamente a – 40 ºC, mixer de última geração.

É com essa aparelhagem que ele criou 24 sabores, como o de pistache, que considera um dos melhores da casa. Tiramisù, avelã, dois tipos de morango e outros dois de chocolate são outras das opções servidas, em taças ou bolas.

O chef promete para breve sabores mais exóticos, como especiarias à base de cerveja e pepino com vodca.

As frutas brasileiras, como cupuaçu, graviola e caju, também aparecem nas receitas. “A tendência é que o mercado assimile cada vez mais essas frutas. O “start” foi o açaí, que é sucesso lá fora. São produtos maravilhosos”, elogia.

A concepção a partir dessas matérias-primas varia. “Geralmente, sorvetes de frutas são feitos à base de água. Mas o processo que ela passa para entrar no sorvete é que varia”, explica.

As emulsões que dão a cremosidade ao sorvete são feitas a partir de algas marinhas, e as fórmulas, seguidas à risca, sem uso de gorduras saturadas ou trans. “A pâtisserie e os sorvetes são ciências exatas, é a expressão da matemática na cozinha”, compara Suaudeau.

Os dois chefs lamentam que a tradição dos sorvetes artesanais seja pouco difundida no país. “Há uma massificação da cultura do sorvete vendido por multinacionais”, diz Suaudeau.
“Sorvete é um alimento, não é diversão”, afirma ele.

“Glaces”

“Hoje qualquer um pode ser dono de sorveteria, é uma falta de respeito com os profissionais”, diz o chef Le Nud. “O sorvete é um dos ramos da família da pâtisserie que não pode ser desprezado”, completa.

Avesso às químicas, Le Nud produz em dias quentes até 50 litros de sorvete. Prefere fazer apenas 18 sabores –seu expositor tem capacidade para 12 tipos–, sempre usando os ingredientes frescos e de época.

Os sorvetes do chef não levam emulsificantes (a substância não faz parte da receita francesa) nem estabilizantes.

“Fazemos o clássico”, diz ele.

Na vitrine da Douce France, os sorvetes são “glaces” (aqueles que tem gordura animal) e sorbets –à base de água e que podem ter gordura vegetal.

Segundo Le Nud, a distinção é uma forma de “educar” a clientela. Entre os sabores de sorbets, estão o de cacau 70%, mamão, limão, manga e goiaba.

A composição dos sorbets é simples: água, açúcar e frutas –de acordo com o chef, suas receitas possuem entre 60% e 65% da polpa. “Aqui não entram garrafinhas nem congelados, só frutas de verdade”, diz.

A consistência é dada pela quantidade de açúcar, medida por um aparelho, o refractômetro –quanto mais açúcar mais mole será o sorbet.

Read Full Post »

Older Posts »