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Do site Swissinfo

Devido ao seu balanço ambiental negativo, o consumo de água mineral engarrafada deve ser proibido na Suíça, propõe o deputado federal Jacques Neirynck, do Partido Democrata Cristão (PDC).

“A polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas”, diz Peter Brabeck, presidente da Nestlé, empresa líder mundial no mercado de água mineral.

Devido ao seu balanço ambiental negativo, o consumo de água mineral engarrafada deve ser proibido na Suíça, propõe o deputado federal Jacques Neirynck, do Partido Democrata Cristão (PDC).

“A polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas”, diz Peter Brabeck, presidente da Nestlé, empresa líder mundial no mercado de água mineral.

Uma campanha iniciada nos Estados Unidos, propondo o consumo de água de torneira em vez de água mineral para proteger o meio ambiente, atinge também a Suíça.

Durante uma conferência em 23 de junho passado, 250 prefeitos dos EUA decidiram que nas suas cidades não será mais comprada água mineral com dinheiro dos contribuintes. Igrejas e organizações estudantis apóiam a “Anti Bottled Water Campaign”.

Na Suíça, alguns restaurantes já oferecem jarras de água da torneira aos seus fregueses. O deputado Jacques Neirynck, ex-reitor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, quer propor na sessão de outono do Parlamento a proibição da água mineral no país. Ela então só poderia ser comprada sob receita médica.

“São necessárias medidas restritivas para economizar energia. Gasta-se energia demais com a produção da garrafa, o engarrafamento e o transporte. Se não quisermos ter uma nova usina nuclear, temos de renunciar à água engarrafada”, argumenta.
120 litros de água mineral per capita

Cada um dos 7,5 milhões de suíços consome cerca de 120 litros de água mineral por ano. O consumo mais do que duplicou nos últimos 20 anos, período em que as importações quase dobraram. Quase um terço do mercado suíço é coberto por água importada.

Segundo um estudo da Esu-Services, de Uster (perto de Zurique), para um litro de água mineral engarrafada e transportada por um longo trajeto são gastos 3,2 decilitros de petróleo.

Dois decilitros de petróleo são gastos por litro quando a água mineral é retirada de uma fonte na Suíça, colocada em garrafa PET (reciclável) e refrigerada antes de ser servida.

Para a obtenção de um litro de água de torneira, não refrigerada, o consumo de energia equivale a 0,3 mililitros de petróleo – mil vezes menos do que para a água mineral em garrafa de vidro, importada e refrigerada.

“A carga para o meio ambiente decorre principalmente da refrigeração, da embalagem e do transporte”, diz Niels Jungbluth, gerente-executivo da Esu.
Nestlé rebate críticas

A Nestlé Waters, líder global do mercado, rebate as críticas feitas por políticos e peritos, dizendo que a água mineral de suas marcas representa apenas 0,0009% da água potável consumida no mundo.

Na Suíça, 75% de todas as garrafas PET são recicladas, diz Philippe Oertlé, porta-voz da Nestlé. Ele explicou ao jornal Tagesanzeiger que a empresa reduziu em 22% nos últimos cinco anos o peso da embalagem da água mineral.

Segundo o presidente da Nestlé, Peter Brabeck, “a polêmica tomou as feições de uma caça às bruxas. Quem quiser economizar água por motivos ecológicos tem de tomar mais água mineral e menos água de torneira”, disse ao jornal Sonntagszeitung.

Brabeck argumenta que a água engarrafada provoca o menor consumo de água para levar líquido da melhor qualidade ao consumidor. “Como o preço da água de torneira é baixo demais, por motivos políticos, não há como investir o suficiente nas redes. Nos países em desenvolvimento, 70% da água potável é desperdiçada por furos na rede; na União Européia, 30%.”

O presidente da Nestlé concorda que existe um direito humano à água. “Cinco litros por pessoa diariamente para beber e 20 litros para a higiene. O que passar disso tem de ser vendido a preço de mercado. Do contrário, serão subvencionadas piscinas em campos de golfe”, afirma.

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Começa em Ribeirão Pires ( a 40 km da capital) o 4º Festival do Chocolate. Serão quatro semanas (de sexta, sábado e domingo), com vários shows, muitos quiosques de doces e salgados, montados no Complexo Cultural Ayrton Senna (centro da cidade – Av. Brasil, ao lado da delegacia), entrada gratuita e com toda a segurança.

18/07 – 6ª feira
18h – Piloto Automático (pop-rock)
19h15 – Ronnie Packer – Elvis Cover (rock internacional)
20h30 – O Teatro Mágico (musical)

19/07 – Sábado
17h – The Diones (pop-rock)
18h15 – Lipstick (pop-rock)
19h30 – Sandro Matos (forró)
20h30 – Pato Fu (pop-rock)

20/07 – Domingo
10h – Radio Taissô (ginástica oriental)
11h – Grupo Ajissai Bunka (dança japonesa)
11h30 – Rafael Matsunaga (campeão brasileiro e mundial de ioiô freestyle)12h – Maurício Miya (sertanejo)
13h30 – Grupo Ajissai Bunka (dança japonesa)
13h40 – Taikô de Fukuhaku (percussão)
14:15 – The Oriental Magic Show (ilusionismo)
15:10 – Pik Massaru (cantor pop)
16h – Grupo Okinawa Miyo – Gakushukan (folclórico)
16h30 – Minbu, Taiko e Kenko Taissô (percussão e dança)
17h15 – Miss Centenário Brasil-Japão – Karina Eiko Nakahara (desfile)

Mais informações

A Ceagesp criou no último ano um calendário de eventos para promover produtos de época e mostrar ao consumidor como enriquecer a alimentação fazendo economia.

O mel sempre foi reconhecido por suas propriedades terapêuticas. É energético, bactericida, antisséptico, vasodilatador e sedativo. E além de dar um gosto diferenciado a muitas receitas, deixando as comidas com um gosto especial.

Além de açúcares (glucose e frutose) é constituído por minerais (cálcio, cobre, ferro, magnédio, fósforo, potássio e outros) e por metáde dos aminoácidos existentes. Apresenta, ainda ácidos orgânicos (acético e cítrico), vitaminas do Complexo B, vitaminas C, D, e E e considerável teor de antioxidantes (flavanóides e fenocólicos).

Por suas características adstringentes e suavizantes, o mel tonifica e rejuvenece a pele. Mais nutritivo e menos calórico que o açúcar, ele também reduz o colesterol nas artérias e previne problemas cardíacos.

Serviço

Aberta ao público consumidor, a Campanha do Mel acontece de 16 de julho a 31 de agosto nos Varejões Ceagesp — todas as quartas-feiras, das 16h às 22h, na Praça da Batata (portão 7); sábados e domingos, das 6h30 às 13h, no MLP, portão 3 da Av. Dr. Gastão Vidigal (altura do nº 1946), ou portão 13 da Marginal Pinheiros.

Fonte: Gastronomia e Negócios

do site Gastronomia e Negócios

A chamada Lei Seca, que restringe a quase zero a tolerância à ingestão de bebidas alcoólicas por parte de condutores de veículos automotores e que tem causado polêmica nos últimos dias, também pode representar oportunidade para alguns ramos de atividade, um deles, o do agronegócio café. É o que aponta Celso Vegro, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola, ligado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (IEA/Apta/SAA).

Os reflexos da lei, segundo ele, vão desde efeitos sobre os estabelecimentos especializados na bebida (cafeterias e quiosques) e os do ramo da alimentação, mas não especializados em café (bares, lanchonetes, restaurantes, doçarias, sorveterias, dentre outros), até sobre outras casas comerciais e de serviços (revenda de automóveis, bancos, clínicas, laboratórios e cabeleireiros, por exemplo), além das modificações nos hábitos de consumo dentro de casa.

Vegro prevê uma “corrida” dos estabelecimentos em busca de oferecer alternativas. “Disso resultará um aumento do interesse em profissionalização do serviço de café, com a introdução do tipo expresso e a especialização do barista na execução do preparo da bebida, a seleção de grãos gourmet ou superior e ainda a introdução das cartas de café para diversificação das origens, preparações e combinações não-etílicas”, diz.

Ele alerta, no entanto, que é necessário um esforço de marketing para que essa alternativa se firme no âmbito das escolhas dos apreciadores de bebidas alcoólicas. E não só: “Esses estabelecimentos demandarão alguma repaginação de desenho, propiciando ambientes em que prevaleça a frugalidade, a simplicidade e a valorização do ócio criativo. Cresce, portanto, o apelo para que sejam agregados serviços como o acesso à web, com decoração de cunho moderno e jovial”.

As mudanças nos hábitos e preferências dos consumidores são graduais, mas deve haver, por parte dos comerciantes, empenho em ampliar o “leque”. As estratégias sugeridas pelo pesquisador são a introdução de outras formas de preparação, como as bebidas lácteas à base de café e o iced coffee. “Ademais, deveriam avaliar a possibilidade de estender o funcionamento para as 24 horas do dia e promover uma desconcentração do menu alicerçado nos tira-gostos e pão de queijo, introduzindo pratos requintados e especialidades em doces e salgados”.

Vegro afirma que a reglamurização das cafeterias poderá ganhar ímpeto ainda maior, “desde que o segmento se empenhe em manter a oferta de produtos de alta qualidade (cafés gourmet, superiores, especiais), e lidere os esforços em publicidade que motivem a troca de hábito que a nova legislação induz”.

Sábado fui com a minha família no Rito de Obon do templo budista Higashi Honganji, na Saúde. Além da missa, havia um restaurante que servia os visitantes.

O ingresso do festival de comidinhas dava direito a um yakissoba. Não contente, aproveitei para provar o salmão grelhado (que adorei, e custava apenas 8 reais) e por 3 reais me acabei de comer o bolinho de kani kama (amei e quero a receita!!!).

Enquanto não descolo a receita com uma das obatchans que pilotavam as panelas, separei uma receita do site Cybercook.

Ingredientes

– 200 gramas de kani kama
– 1 unidade(s) de ovo
– 1 colher(es) (sopa) de farinha de trigo
– 3 colher(es) (sopa) de farinha de rosca
– 1 colher(es) (sopa) de salsinha picada(s)
– 2 dente(s) de alho amassado(s)
– 1 colher(es) (sopa) de cebola ralada(s)
– quanto baste de pimenta-do-reino branca moída(s)
– quanto baste de sal

Modo de preparo
Corte três bastões de Kani em quatro pedaços, reserve para o recheio. À parte, desfie o restante dos bastões de Kani e coloque em uma tigela juntamente com a farinha de trigo, uma colher (sopa) de farinha de rosca, o alho, a cebola, a salsinha e um ovo. Tempere com sal e pimenta-do-reino branca. Misture tudo muito bem. Faça bolinhas, achate e coloque um pedaço de kani em cada uma e transforme em bola novamente. Passe em um ovo batido e depois na farinha de rosca, frite até dourar.

Tomates recheados

Ingredientes
4 tomates médios
3 colheres (sopa) de coalhada seca
2 xícaras (chá) de ricota amassada
2 colheres (sopa) de cebola ralada
sal e pimenta-do-reino branca a gosto
2 colheres (sopa) de manjericão fresco
4 colheres (sopa) de azeite

Preparo
Corte uma tampa de cada tomate. Com uma colher retire, com cuidado, o miolo e reserve os tomates. Misture em uma vasilha a colhada seca, a ricota, a cebola, o sal, a pimenta e o manjericão. Recheie os tomates com essa mistura e coloque em uma travessa. Regue o azeite e sirva a seguir.

Rende 4 porções