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Archive for the ‘Regina Lara Stevanatto’ Category

por Regina Lara Stevanatto

No sábado, dia 19, eu, a Clau e o “esposo” dela saímos em busca de aventuras para o Comidinhas.

Para comemorar o início do Ano Novo Chinês (estamos no ano do Rato) fomos na Liberdade (surprise, surprise “nunca” vamos lá…). Após estudar todos os cardápios (a Claudia escreveu dois posts sobre isso) optamos pelo Banri – onde o prato parece bom, assim como o preço, além de dar tempo de irmos experimentar um salão de cabeleireiro que descobrimos por ali.

 

Quanto aos pratos e o perrengue que passamos para conseguirmos comer… a Clau, com certeza, vai contar no texto dela!!!

 

Mas é importante dizer que no almoço e no jantar passamos por problemas sérios com o serviço, a demora e com o descaso de funcionários (não, não jantamos no mesmo lugar). A Clau estava tão nervosa que até usou a minha famosa frase usada para a gerente da Tim, quando eles recentemente tiveram problemas para conseguirem receber meu dinheiro (sim, eles não queriam que eu pagasse). Enfim a frase foi:

 

– Você é formiga? Só anda em linha reta?  

Você só anda em linha reta? 

Todo mundo que viu Vida de Inseto sabe bem do que eu estou falando!

Quando cai uma pedra no meio da fila de formigas, o pânico é instaurado, pois elas não conseguem desviar do caminho!!! São programadas para andar um linha reta!!! E a Clau ainda tava com um humor ótimo, que brigou tanto com o garçom. Tenho certeza que nossa comida veio cuspida! Como um amigo me dizia, nunca maltrate a mão que te alimenta…

Voltando ao assunto, o Banri. Experimentamos três drinks diferentes. Na verdade, eu só tomei dois deles. O terceiro – o suco Banri 1 – tinha manga. Eu DETESTO manga. Gosto de todas as frutas menos esta, então, evitei.

O Banri 2 é um suco de maçã, pêssego, laranja e gengibre. O gengibre fica bem evidente, mas não fica ardido ou agressivo. Na verdade, seu frescor combina muito bem com as frutas, para nossa surpresa! O Banri 1 é um versão do 2, mas com manga. Na aprecia é mais amarelado e tem umas coisinhas verdes flutuando, algo como hortelã.

Outro drink foi o Vanilla Coke. Em um copo foi colocado um tipo de xarope de baunilha e Coca-Cola. Eu gostei bastante, assim como o And, mas a Clau achou muito doce. Na verdade, me lembra Vaca preta, aquela mistura de sorvete de creme e Coca-Cola. Muito bom geladinho!

Depois de nossas aventuras e meu novo penteado de personagem de Mangá (obrigada Taka!) fomos no Cinemark ver “Meu nome não é Johhny”. Acredite se quiser, mas paguei R$2,75 em uma garrafa de água Cristal de 500ml!!! Considerando que os Banris saíam por volta de R$4, é um roubo. E o Cinemark é o chefão de uma grande quadrilha de superfaturamento de comes e bebes!!!

Imagine o julgamento “Meu nome não é Cinemark e eu não superfaturo a pipoca cobrando em um saco o mesmo que se paga em 10kg de milho e fuck tú”.

Na janta, fomos a Pizza Hut da avenida Bandeirantes. Engraçado que não lembro de uma vez que tenha ido lá e tenha tido uma experiência agradável de atendimento do início ao fim!!! Depois de uma espera de 30 minutos por uma mesa embaixo da chuva e de mais 30 minutos para que fôssemos servidos, a Pepsi ainda veio sem gás!!!!

 

Pelo menos no final pude tirar uma casquinha dando um abraço no imenso urso que fica nas escadas…
              Rê - terapia do abraço

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por Regina Lara Stevanatto

Na semana passada descobri que o Melona chegou ao Ipiranga!!!

Almoçando em um restaurante por quilo chamado Mr. Fred na rua Silva Bueno (rua de grande comércio na região), encontrei um freezer de Melona completo. Até o sorvete em formato de peixinho tinha. O Mr. Fred também é muito bom. A comida é honesta (apesar do quilo custar R$24,00), variada e fresca.

O lugar também é bem bonito. Grande, organizado e com cara de sofisticado. Televisão em quilo é comum, mas lá tem duas plasmas grandes incrustadas em uma parede de madeira. O local fica em frente ao prédio Ipiranga Offices que, se não me engano, é a nova sede da Universidade Metodista, campus São Paulo.

HORÁRIO DE ATENDIMENTO
Segunda a Sexta, 11h às 15h
Sábados e Domingos, das 11h30 às 15h30
Telefone: 69149084 ou 61697375
Rua Silva Bueno, 1657 – Ipiranga

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por Regina Lara Stevanatto

                       fotinho da Rê

Na semana passada revi uma grande amiga. Fui desejar um Feliz Ano Novo e presenteá-la pelo seu aniversário que é (pasmem!!!) em 01/01. E, com certeza, a Déb honra as peculiaridades de seu dia de nascimento, pois suas histórias são sempre magníficas.

Para dar uma ajudinha na condução, já que era uma quinta-feira (ela namora e sair com ela de fim de semana é uma missão difícil), nos encontramos no metrô Santa Cruz. Em meio à “tantas opções”, escolhemos a grande Braumeister (que agora esta com o nome de Braugarten) para a comemoração.

Uma coisa que adoro lá é que mal chegamos e já trazem o couvert, que vem com um pedaço de queijo, uma fatia de algo parecido com peito de peru e uma deliciosa coxinha… Amo coxinha!

Para beber lá tem que ter um cálculo custo x benefício, pois a cerveja não vem em tulipas, mas sim em imensas canecas que custam R$7,80 (a mais barata) e dão apenas para uma pessoa. Apesar da vontade de tomar um choppinho escuro, os 600 ml seria um certo exagero, por isso optamos pela Therezópolis – em garrafa – e que sairia mais barato, e daria para as duas. A cerveja é boa, encorpada, mas com um gosto suave e vem em uma linda garrafa, com cara de cerveja importada, mas fabricada no Rio. Ficou ótima acompanhando os micro pastéis de vento e com as salsichas com legumes grelhados e creme de pupunha.

Na porção de mix de salsinha, uma era de vitela e a outra de boi. Sinceramente, achei que a de boi teria um gosto mais churrasco, mas é bem parecida com a de porco, só que com menos gordura. Eu já tinha comido pupunha antes, mas não era igual, tinha cara de palmito, e sim umas bolinhas que comi quente e com margarina. Essa bolinha veio de Belém trazida por um amigo nativo da região, e que fez eu e a Déb chegamos à conclusão que comida alemã, na verdade, é Paraense!

Apesar da opinião de nosso simpático garçom Gomes, o prato serviu generosamente duas pessoas. Até porque, além da coxinha, uma cestinha com diversos tipos de torrada e patês também veio no couvert. Na verdade, só isso já era uma refeição!!!A Therezópolis foi criada em 1912, data que na verdade foi fundada a cervejaria Comary, fabricante dela em homenagem ao mestre cervejeiro dinamarquês Alfredo Classen. Encontrei muitos fãs elogiando a cerveja e até a classificando como a melhor.

Não sei se é a melhor, mas tá no TopTop!

Therezópolis Gold – http://www.therezopolisgold.com.br/tgold/Braugarten – http://www.brau.com.br/index.php

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publicado no UOL 

Dois arqueólogos irlandeses tentaram fazer cerveja da mesma forma que os seus ancestrais faziam, 3 mil anos atrás, em uma tentativa de descobrir o objetivo de antigos amontoados de pedra comunitários

Angelina Franz

Foi uma manhã áspera. De ressaca após uma noite em Galway, o arqueólogo Billy Quinn padecia de uma dor de cabeça enquanto tomava um substancial café-da-manhã irlandês, avaliando os mistérios do seu sítio arqueológico e pensando com um pouco de auto-interesse na antiga curiosidade da humanidade em relação às substâncias alteradoras da consciência.

Foi então que a idéia surgiu: o seu sítio arqueológico era uma cervejaria.

O local, perfeitamente comum, era um monte de terra liso e coberto de grama, conhecido em gaélico como fulacht fiadh. Esses sítios possuem tipicamente uma depressão rodeada por um crescente elevado em forma de ferradura feito de pedras queimadas.

Até o momento, os arqueólogos já descobriram 4.500 dessas estruturas na Irlanda, e a cada ano novas são identificadas. A datação com carbono radioativo sugere que a maioria dos fulacht fiadh foi construída entre 1.500 e 500 a.C.

Esses montes de pedras são há muito tempo um enigma. Alguns especialistas argumentavam que eles serviam para cozinhar carne: pedras quentes teriam sido utilizadas para ferver água e preservar a carne. Outros afirmavam que tratam-se de saunas pré-históricas. Ou curtumes, forjas ou tinturarias. O único ponto com o qual todos concordavam é que nesses locais se aquecia água.

Quinn e o seu colega Declan Moore convenceram-se de que o site tinha um propósito mais relacionado à mitigação da sede: eram cervejarias. “Também é possível que o sítio possa ter sido multi-funcional – uma espécie de pia de cozinha da Idade do Bronze.

Mas eles necessitavam de provas. A pesquisa era difícil, mas alguém teria que realizá-la: Quinn e Moore fizeram uma peregrinação até locais vinculados a antigas tradições ligadas à arte de fabricação de cerveja.

Eles trabalharam como aprendizes para cervejeiros amadores nas Ilhas Orkney. Na Bélgica e na Baviera aprenderam a fazer cerveja com pedras quentes. Em Barcelona participaram de uma conferência sobre fabricação de cerveja na pré-história, e identificaram as raízes da cultura da cerveja no Oriente Médio.

No início do verão passado, eles estavam prontos. Uma multidão reuniu-se no quintal de Quinn, em Cordarragh, na Irlanda. Os arqueólogos mataram um porco – fazer cerveja é algo que abre o apetite -, e fizeram uma fogueira para aquecer pedras. Perto dali eles cavaram uma vala e dentro dela colocaram um reservatório d’água, feito de madeira, de 350 litros. Duas horas depois, as pedras (e o porco) estavam muito quentes.

Os arqueólogos colocaram-nas com uma pá na água até que a temperatura desta chegou a 66°C. A seguir, eles adicionaram a cevada. Após 45 minutos mexendo o líquido e adicionando de vez em quando uma ou outra pedra quente, eles lançaram ervas doces na mistura.

“Para obtermos um sabor agradável, simplesmente olhamos em volta e pegamos tudo que parecia ser bom”, diz Quinn, ao expor o seu método não muito científico. Os arbustos locais conhecidos como bayberry e meadowsweet foram alguns dos ingredientes utilizados na mistura. A seguir o líquido foi acondicionado em barris de plástico de 75 litros, adicionou-se um pouco de fermento e os pesquisadores da cerveja sentaram-se e aguardaram.

Três dias depois, os dois abriram os barris e descobriram uma “cerveja muito saborosa, espumejante e com cor de cobre”, conta Quinn. A fim de testar a cerveja, Quinn e Moore organizaram uma festa. Quinn conta que os convidados consideraram a experiência um sucesso: “As pessoas beberam aos litros”.

Atualmente, os arqueólogos se orgulham de serem chamado de “pico-cervejeiros”, a designação para os cervejeiros que ficam no estágio intermediário entre a categoria dos que fabricam cerveja caseira e a dos que possuem micro-cervejarias.

Infelizmente, a sorte de iniciantes não se sustentou. Cada tentativa subseqüente resultou em uma bebida de pior qualidade. Quinn diz que a culpa não é dele, mas dos ingredientes encontrados no seu jardim, que desapareceram e perderam o sabor a medida que o verão terminava. “Na quarta tentativa a cerveja que obtivemos era apenas um caldo leitoso e insípido”, conta Quinn.

Agora eles estão aguardando a primavera, quando o bayberry e o meadowsweet voltarão a florescer. Nesse ínterim, eles voltaram às suas atividades profissionais diárias. “Voltamos a desenterrar ossos”, diz Quinn. “É algo bem maçante”.

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                  Poesia

Em Araxá, clientes recebem pão embalado em poesias sobre o cotidiano e a natureza. Iniciativa da Academia de Letras pretende popularizar a literatura.

do G1, em São Paulo, com informações da Globo News

Uma parceria entre a Academia Araxense de Letras, em Araxá (MG), e uma padaria da cidade está mudando o café-da-manhã dos moradores. As embalagens de pão têm poesias impressas.

“É uma inclusão cultural porque estamos oferecendo a oportunidade às pessoas, de uma maneira simples e acessível, de levar para suas casas o pão, que alimenta o corpo, e a poesia, que alimenta a alma”, afirma Teresinha Oliveira, presidente da Academia Araxense de Letras.

São poesias que falam da natureza, do cotidiano e do próprio pão. Nessa primeira etapa do projeto, foram publicadas 60 mil embalagens com dez poemas diferentes. A entidade pretende renovar as poesias.

A poetiza Vilma Cunha, que já tem 12 livros publicados, resolveu colaborar com a iniciativa e levar literatura para todas as classes sociais. “Muita gente não tem acesso e nem motivação [para ler poesia]. Nós já notamos que várias pessoas das mais diferentes idades começaram a se interessar por poesia a partir desse projeto.”

Letícia Santos, policial rodoviária e cliente da padaria que participa do projeto, aprovou a idéia. “A gente vai comendo o pão, pega o papel, começa a ler a poesia e fica inspirado o resto do dia”, comenta.

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             Nando Reis - você não é lindo, mas seu show foi maravilhoso!

por Regina Lara Stevanatto

Não entendo qual é a da galera de pegar almoço e transformar em doce! A Jaci já falou aqui sobre o doce de jiló, mas hoje eu vou falar sobre o milho.Na quarta-feira (14/11), eu, a Claudia e a Carol fomos ao maravilhoso show do maravilhoso Nando Reis. Como no Credicard Hall tudo é uma fábula, fui munida da minha Fanta uva de casa mesmo. Depois de duas horas e meia de um show com momentos de emoção, muita gritaria e pulos (apesar de lugares no meio, sentados, conseguimos chegar perto do palco!!!), estávamos verdes de fome e, claro, de sede.

Às duas da matina não é fácil encontrar um lugar gostoso e barato para comer. Decidimos ir até a Bella Paulista, uma padaria na Haddock Lobo – que fica aberta 24 horas – e tem um rodízio de sopa maravilhosa.

Como a casa estava muito lotada, sentamos no balcão e rapidamente ficamos maravilhadas com um monte de coxinhas de aparência maravilhosa! Mas as aparências enganaram, como enganam! A coxinha era massuda, estava fria e o catupiry ficou para a história – talvez tivesse meia colher de chá misturado na massa.

O banheiro também estava parecendo de balada. Estava cheio de papel para todos os lados. Isso sem falar da privada que era quadrada com assento redondo!

Suco de milho

E o mais chocante da madruga foi o suco de milho do Rancho da Pamonha. Ele tinha aquela pá que ficava fazendo aquela meleca amarela nojenta e grudenta rodar e rodar. Parecia que estava rodando desde as seis da manhã…

Por que as pessoas não entendem que milho é verde, na espiga e é para comer igual ao Mickey, que ia comendo as fileirinhas e fazendo o barulho de máquina de escrever?

Também é permitido como pipoca, na pizza, salada de maionese, enfim, em coisas salgadas. Curau? Pamonha?

A invenção é tão desastrosa que o único jeito de vender é colocar um cara em um carro gritando “Pamonha, curau e milho verde” aos domingos, às 9h da manhã, que te obriga a comprar senão ele não sai da sua rua!!! Deveria haver uma lei que proibisse doce de feijão, doce de arroz, suco de couve… Eca…

Sim ao milho no prato! Não ao milho no copo!

Bella Paulista
Rua Haddock Lobo, 354
www.bellapaulista.com.br

 

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por Regina Lara Stevanatto

Este sábado fui em mais uma de minhas aventuras drinkonômetras (de onde a Rê tirou isso????). Aproveitando o aniversário de minha irmã mais velha, fomos ao Rey Castro dar uma bailada.

 O lugar é ótimo para dançar. Mas, antigamente, mesmo indo desacompanhado, você se divertiria muito. Esta impressão mudou um pouco. Não sei se por ter ido apenas com casais ou se pelo meu luto (minha tia-avó faleceu esta semana), achei que havia muitos casais e muitas mulheres. Só.

Foi um pouco decepcionante, a princípio. Depois acabei conhecendo algumas pessoas e a coisa melhorou.

Mas conheci também a grande amiga Marguerita. Muito gostosa, na verdade. Suave mas levemente embriagante. Na medida certa. O problema é o sal na borda. No primeiro gole o choque é tão grande que até tremi. O sal queima a boca. Experimentei tomar com e sem o sal (girando o copo, já que o sal fica apenas na borda). Prefiro sem. E também mesmo depois de um tempo, o sal continua ardendo no lábio inferior.

 Antes só havia provado a versão Frozen da bebida, que na minha opinião é muito sem graça, sem gosto de nada. É quase uma raspadinha de limão aguada.

Procurei na internet receitas de Marguerita. Descobri que é muito fácil. Encontrei também diferença na quantidade de Contreau e de Tequila, mais contreau que tequila. Algumas tinham a mesma medida para as duas bebidas, outras doses iguais.

 O drink é relativamente novo. Criado em 1948 por um marido que, para agradar a esposa, misturou suas duas bebidas favoritas em um dia de Natal. 

O resto da noite fui acompanhada pela boa e velha Smirnoff Ice, já que além da borda da marguerita, o preço da bebida era bem salgado: R$13. A Smirnoff também não era barata: R$ 8,00. A casa ainda cobra a entrada de R$20 para mulheres e R$30 para homens, e como todos sabem, é proibida a consumação mínima, então a grana morre mesmo. 

Balanço final da noite:

– Dois pra lá e dois prá cá só se for com muito remelexo

– Marguerita é “coisa fina”

– Da próxima vez acho que vou levar bolo pra festa, mesmo que seja algum amigo gay que ame se “jogar” na pista… 

Links

Homens na cozinha – Medidas iguais

 http://www.homemnacozinha.com/?p=35 

Wikibooks – Medidas diferentes

http://pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Tequila_Marguerita  

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