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Archive for the ‘Livros’ Category

Alegria de chocolate

Agora tá super na moda me darem presentes de grego: livros de receitas, e ganhei um da Claudia, o 200 Receitas Inéditas.

Mas sabe que gostei muito. Ontem testei a primeira receita. Fácil, simples e eficaz! Fica aqui a dica do livro e também a receita q testei.

Crepe de Chocolate

1 xícara de leite
3/4 de xícara de farinha
1/4 de xícara de chocolate em pó
1/4 de xícara de açúcar
2 colheres de manteiga derretida
1 pitada de sal

Coloque os ingredientes no liquidificador, seguindo esta ordem: leite, ovos, sal, farinha, chocolate em pó e açúcar. Bata até obter uma massa homogênea. Deixe descansar por 30 minutos. Na hora de preparar os crepes, acrescente a manteiga derretida e misture bem.

Unte uma frigideira antiaderente com um pouco de óleo. Aqueça, coloque um pouco da massa, girando a frigideira para distribuí-la bem. Assim que as bordas começarem a secar, vire o crepe e doure por 1 minuto. Coloque em um prato e repita a operação até a massa acabar. Arrume os crepes em uma travessa. Sirva com sorvete de creme, ou com uma calda de chocolate feita a base de leite condensado, leite, chocolate em pó, cravo batido e manteiga (tipo um brigadeiro mole). Fica uma delícia!

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Ganhei Julie & Julia!!!

                         Carol, valeu!!!

por Claudia Midori

Dentre todos os presentes de Natal, preciso dizer que ganhei 3 que mais gostei. O primeiro é do meu namorado – amei o rádio branquinho, lindo (!!!) e que posso escutar meu iPod. O segundo foi dos meus pais (rs) – pedi que minha mãe arrumasse minha bagunça. Não sei se todos (ou a maioria) dos jornalistas são bagunceiros, desorganizados, mas a questão é que meu cantinho tava insuportavelmente de cabeça pra baixo. Agora, vamos ao que interessa. Ganhei na sexta o livro Julie & Julia. Eu adorei!!! Foi presente atrasado da Carol, mas um p**** presente bacana. Me empolguei tanto que comecei a ler no mesmo dia e devorei no final de semana. Ainda não terminei porque aproveitei para dar uma descansada… mas consegui passar da página 150, rs! Espero terminar no final de semana… é que hoje comprei o livro Papel Manteiga!

2008 começou bem!!! 

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do blog do Josimar

O crítico de restaurantes da Folha, Josimar Melo, lançou ontem à noite no Barretto, o piano-bar do hotel Fasano, a edição 2008 de seu guia de restaurantes da cidade de São Paulo, com 777 casas, das quais 74 incluídas neste ano. Na ocasião, será lançada ainda a primeira edição do Guia Josimar Melo Brasil -ambos publicados pela DBA -Dórea Books and Art.

No sobe-e-desce dos restaurantes paulistanos, classificados por avaliações que vão de nenhuma estrela (regular) a três estrelas (excelente), a principal novidade da edição 2008 é a descida à categoria duas estrelas de duas casas: o Massimo e o atual Le Coq Hardy by Pascal (que mudou de cara, nome e chef neste ano). Nenhum outro restaurante foi alçado ao topo do ranking -permanecem nessa categoria o Antiquarius, o D.O.M., o Fasano, o Pomodori e o Vecchio Torino.

Já o Amadeus e a La Brasserie Erick Jacquin ganharam mais uma estrela na atual edição e passam agora a dividir espaço com as casas duas estrelas. Já o restaurante Kinoshita, que tinha duas estrelas, ficou fora da lista, pois será reaberto pelo chef Tsuyoshi Murakami em novo endereço só em 2008.

Algumas casas inauguradas ao longo deste ano, como o Aizomê, o AK Delicatessen, o Bananeira, o eñe e o Ran, entram no guia pela primeira vez com a avaliação “bom” (uma estrela). Os restaurantes estão divididos por qualidade, especialidade e localização. Há ainda um capítulo só de bares e botecos para comer e uma seção com bons endereços para encontrar vários tipos de ingredientes.

Guia Brasil

Diferentemente do guia dedicado à cidade de São Paulo, esta primeira edição do Guia Josimar Melo Brasil tem, comparativamente, um número menor de restaurantes por cidade. Além disso, não há quatro categorias de avaliação, como no primeiro, mas apenas uma indicação das casas que se destacam entre as demais. O guia contempla os restaurantes de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife (e Olinda), Rio, Salvador e São Paulo.

GUIA JOSIMAR MELO SÃO PAULO 2008
GUIA JOSIMAR MELO BRASIL
Autor: Josimar Melo
Editora: DBA
Quanto: R$ 37 (352 págs.) e R$ 30 (191 págs.), respectivamente

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PATRICIA DE CIA
Colaboração para o UOL

Em princípio, nada contra a diva doméstica. Mas cá pra nós: por mais que Martha Stewart e Nigella Lawson pareçam sempre impecáveis e glamourosas, quem enfrenta forno e fogão numa cozinha comum, longe das câmeras, tem pela frente muitos imprevistos e louça suja que, com o acréscimo de um belo punhado de bom humor, podem render grandes histórias

Esse lado mais imperfeito, humano e divertido da culinária está em “Julie & Julia – 365 Dias, 524 Receitas e 1 Cozinha Apertada”, livro adaptado do blog de uma norte-americana em crise que decide afogar os problemas não comendo, mas fazendo comida.

DivulgaçãoCapa do livro que nasceu do blog da norte-americana Julie Powell

Mas não qualquer comida. Julie Powell, uma texana de 30 anos que mora em Nova York e está cansada das pressões profissionais e reprodutivas, resolve encarar o livro “Mastering the Art of French Cooking” (“Dominando a Arte da Cozinha Francesa”), escrito em 1961 por Julia Child, uma espécie de proto-Martha Stewart e a primeira a levar as técnicas da culinária francesa para os lares norte-americanos.

A escolha ajudou a afastar ainda mais a experiência de Julie do mundo dos “foodies” versão 2000. Em vez de produtos orgânicos, muita manteiga e cremes. No lugar de ingredientes pré-preparados e extraídos, o corpo-a-corpo com peças inteiras de carne, ossos e vegetais. O livro virou best-seller nos EUA e deve chegar aos cinemas em 2009, com Meryl Streep cotada para interpretar Julia Child.

Julie conta histórias engraçadíssimas, como quando decidiu extrair o tutano de um osso sem os instrumentos adequados. “Você tem uma serra elétrica?”, sugere o irmão da autora. É possível ler um trecho da tradução brasileira do livro no site da editora Conrad e a íntegra no blog “The Julie/Julia Project”, em inglês é claro.

Cozinha brasileira
A Memória Visual, uma nova editora do Rio de Janeiro, chegou ao mercado lançando dois livrinhos bem saborosos que unem o amor pela comida e pelos blogs: “Papel Manteiga – Cartas Culinárias”, de Cristiane Lisbôa, e “A Peleja do Alecrim com o Coentro e Outros Causos Culinários: Receitas e Cordel”, de Tatiana Damberg.

O primeiro é um mix de romance epistolar e livro de receitas (todas fornecidas por Tatiana Damberg, autora do site Mixirica. Antônia conta à bisavó sua experiência inusitada como aprendiz de cozinheira da “Senhorita Virgínia”, que “abandonou Paris e decidiu abrir o Mi Casa (…), um restaurante no alto de uma montanha com apenas duas mesas”. Entre a história dessas mulheres semi-alegóricas, há desde dicas para fazer o purê perfeito e um simples croque monsier até receitas de peito de pato com violetas e coroas de carneiro.

No segundo, ingredientes bem brasileiros viram personagens de pequenos exercícios de cordel que antecedem as receitas propriamente ditas. Farinha, macaxeira, dendê, siri, charque, cordeiro, quibebe se tornam mais acessíveis para cozinheiros inexperientes e desacostumados a preparar receitas tão tradicionais da culinária brasileira. Menção honrosa para o primeiro capítulo, que ensina a cozinhar arroz e feijão, dessalgar carnes, abrir côco seco e fazer pimenta em conserva.

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Guta

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Segredos

Em “Segredos de Chefs”, mais de 80 renomados mestres da gastronomia mundial revelam dicas e preciosas técnicas, explicadas passo a passo, fundamentais para quem quer cozinhar bem. São inúmeras sugestões de famosos chefs de restaurantes consagrados do Brasil e do mundo. Entre eles, destacam-se François Payard, Jennifer Newburry, William Bradford Gates, Flávia Quaresma, Laurent Suaudeau e Sergio Arno. O livro traz entrevistas com cada um dos chefs, nas quais eles revelam seus gostos e realizações. As dicas são úteis a todos os cozinheiros: dos iniciantes aos mais sofisticados. “Segredos de Chefs” é uma referência essencial para todo amante da culinária!

Para comprar

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da SwissInfo

O livro “Leite para todos” analisa as mutações da economia leiteira suíça durante o século XX. Entende-se então como o leite foi promovido a bebida nacional.

No momento em que o preço do leite sobe, após quinze anos de queda, o livro explica porque a Confederação Helvética havia estatizado um setor que agora volta a liberalizar.

Vacas, queijos e chocolate, alguém duvida de que está falando da Suíça? Pois eles têm em comum o leite, estreitamente ligado a vários símbolos da identidade helvética.

 

Foi durante o século XX que o leite passou a ocupar um lugar importante na vida cotidiana dos suíços e também da vida política do país.

 

Publicado por ocasião do centenário da Federação dos Produtories Suíços de Leite(FPSL), “Leite para todos”, disponível em francês e alemão, conta em imagens como o leite passou do estatututo de alimento para tornar-se uma bebida nacional.

Um serviço público

Antes da Primeira Guerra Mundial, o ambiente social era tenso na Suíça as variações do preço do leite provocam ainda mais insatisfação nos meios operários. Nessa época, a dificuldade de se alimentar eram uma realidade e as autoridades decidiram regulamentar o setor leiteiro.

 

Em 1916, o governo federal atribui à União Central dos Produtores Suíços de Leite o mandato de abastecer o país. Os diferentes setores – agricultores, produtores de leite, produtores de queijo – que até então se afrontavam nas famosas “guerras do leite”, transformaram-se progressivamente em organismos de regulação do mercado.

 

“Houve um consenso político pela idéia de que os habitantes do país deviam ter a possibilidade de beber leite diariamente. Foi montado um circuito de distribuição segundo o princípio de um serviço público”, explica Peter Moser, diretor dos Arquivos da História Rural (AHR) e co-autor do livro.

 

Daí as imagens de Epinal que marcaram a consciência coletiva suíça, como a de carrinho de leite puxado por um cão e conduzido por crianças. Ou a imagem do leiteiro que ia de bairro em bairro, de caminhonete, vender a bebida em garrafas.

 

A revolução da pasteurização

 

Ao longo das páginas, o livro descreve as condições de vida e os hábitos de consumo dos suíços. Assim, nos anos 50, a parteurização foi uma autêntica revolução.

 

Altamente perecível, o leite passa a ser um produto que se conserva graças às embalagens em sacos plásticos. Esse progresso beneficiou a rede de supermercardos Migros – então em franca expansão e hoje a maior do país – que se populariza com o hábito das pessoas de ir buscar seu leite diariamente.

 

Em meados do século XX, todo o setor leiteiro é afetado pelos avanços técnicos. As vacas passaram a produzir mais e melhor, os leiteiros dos vilarejos foram substituídos por centrais de coleta e de distribuição e os produtores de queijo organizam a resistência frente a industrialização.

 

Uma central de propaganda

 

Em um sistema que visa garantir o abastecimento geral surge o problema da gestão e utilização dos excedentes. “Até a Primeira Guerra Mundial, o leite era muito raro e portanto não havia necessidade de publicidade. Em contrapartida, depois da guerra a produção era excedentária e então foi preciso recorrer à publicidade”, sublinha Peter Moser.

 

“Beba leite!”, intima o primeiro cartas, em 1922. No mesmo ano foi criada a Central de Propaganda da Economia Leiteira. Foi o começo de uma série de campanhas publicitárias para fazer do leite uma bebida nacional.

 

Além de estandes de degustação, a central usa todos os recursos disponíveis – cartazes, anúncios nos jornais, filmes etc – para louvar os benefícios do leite. Ela ocupa também os espaços públicos. A partir dos anos 30, as distribuições de leite se multiplicam nas escolas, no exército, em festas populares, locais de lazer e estações ferroviárias.

 

Entre estatização e liberalização

 

As campanhas intensificam-se em todo o país e, em 1960, a mensagem era clara: “Os homens fortes bebem leite”, em uma espécie de paroxismo publicitário. Paralelamente, a distribuição de leite nas escolas começa a ser criticada. Certos médicos julgam-na “estúpida” porque “o estômago dos alunos que bebem 200 gramas de leite ainda está cheio na hora do almoço”.

 

A mesma idéia é defendida atualmente por dietetistas em muitos países mas desmentidas pela explosão da demanda de leite em países com a China e a Rússia, o que provoca o aumento dos preços depois de anos de queda.

 

E Peter Moser conclui como historiador: “Na época, a Suíça julgou necessário regulamentar um setor que hoje está sendo liberalizado. Ora, a sociedade tem dificuldade em aceitar as oscilações de preços em matéria de alimentação. Os discursos poderão, portanto, mudar rapidamente.”

 

swissinfo, Carole Wälti

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