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Archive for the ‘Dá pra acreditar?’ Category

Publicado no site Geek

Uma pesquisa realizada por analistas de segurança da Infosecurity Europe revelou um resultado intrigante: quase metade das mulheres inglesas trocariam suas senhas de email por uma barra de chocolate.

Segundo o site The Inquirer, para a pesquisa foram entrevistados 576 funcionários de empresas de Londres. Para atrair as “iscas”, as entrevistas foram feitas em forma de pesquisas que ofereciam uma barra de chocolate pelas informações. De todas as entrevistadas, 45% entregariam suas senhas para estranhos que se passassem por pesquisadores de mercado. Com os homens, o número cai para 10%. Os números subiram para 62% das mulheres e 60% dos homens quando a oferta foi mudada para uma viagem à Paris, noticiou o site VNUNet.

Os entrevistados também revelaram outras informações pessoais, como datas de aniversário, que seriam úteis em roubo de identidade, e praticamente a metade admitiu utilizar a mesma senha para múltiplos serviços.

Os resultados são alarmantes, mas são melhores se comparados a uma pesquisa semelhante conduzida em 2007, que revelou que 64% dos entrevistados trocariam a senha por uma barra de chocolate, número que caiu para 21% neste ano.

Para o site The Register a queda pode ser por uma melhoria nas noções de segurança, mas mais provável é que as pessoas estejam mais preocupadas com seu peso.

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Bentô

Por Claudia Midori

Ontem a Regina passou para mim esse link! Claro que não ia perder a oportunidade de colocar aqui no Comidinhas essa coisa… nem sei como chamar esse bentô com a cara do Mario Bros!

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por Jaci Brasil

Torta madalena, Bife à cigana, Filé de peixe à baiana, Copa lombo ao molho de mostarda, Lagarto ao molho roty, Carne à fantasia, Frango à caçadora, esses são alguns dos pratos servidos no bandejão da USP. E pelos nomes o que fica logo na cara é a criatividade de quem monta o cardápio. Só tem um detalhe, quase tudo tem o mesmo gosto… hehehe.

Como boa uspiana, eu não podia deixar de conhecer um bandejão e vou ter que confessar. É gostoso. Toda segunda feira eu janto no bandejão da Química, um dos 5 que existem na USP.

Mas na primeira vez que você vai, se assusta, porque não pode comer mais de um bife (é um por pessoa), e uma pessoa te serve, essa pessoa também serve uma colher de verdura cozida (cenoura sauté, batata sauté, abobrinha refogada). A salada e o arroz com feijão são livres, você põe o tanto que quiser, então dá pra imaginar a montanha que algumas pessoas fazem.

A refeição custa R$1,90 para os alunos e vem com suco e sobremesa. E aqui é possível conferir o cardápio da semana toda.

Os restaurantes universitários são chamados de bandejões porque, costumeiramente, as pessoas comem numa bandeja daquelas de metal com várias divisórias, parecidas com as de hospital.

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por Camila Verbisck

Eu já tinha ouvido falar no Ice Cream Maker em algum lugar, mas não lembro onde.

Vi no blog do Katsuki de novo e achei interessante.

Só fiquei com algumas dúvidas. Esse tal rock salt é o sal que a gente tem aqui ou é diferente? A gente tem que fazer ou comprar o tal creme para colocar dentro da bola? Tem que comprar corante artificial para esse sorvete?

Acho que vale mais a pena fazer a receita super fácil de sorvete que fizeram aqui no trabalho outro dia.

Sorvete fácil

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
3 colheres de chocolate em pó

É só misturar tudo e bater no liquidificador durante 3 minutos. A quantidade de chocolate em pó pode variar de acordo com o gosto do freguês.
Depois de tudo bem misturadinho, coloque no freezer. Segundo o pessoal aqui, estava escrito na receita que ficava bom para comer em uma hora, mas a gente descobriu que é mentira. Tem que deixar pelo menos de um dia para o outro.
O resultado é um sorvete bem cremoso e com gosto de Chicabon.

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LUIZA FECAROTTA
da Revista da Folha

Divulgação
Raimundo Nonato, protagonista do filme "Estômago", é vivido pelo ator João Miguel
Raimundo Nonato, protagonista do filme “Estômago”, é vivido pelo ator João Miguel

Um toque de alecrim e pimenta-do-reino foi o segredo de Raimundo Nonato para dar sabor à comida insossa do presídio. Vivido pelo ator baiano João Miguel, 37, o personagem protagoniza o longa “Estômago”, que teve estréia paulista na sexta, dia 11. É se dedicando aos prazeres e ofícios da cozinha que Nonato vai vencendo as agruras da vida na cidade grande.

Com simplicidade e carisma, o cearense consegue emprego em um boteco para fazer faxina, coxinhas e pastéis (com pinga na massa); vira ajudante em um restaurante italiano e, assim, aprende a selecionar os melhores ingredientes no mercado. Conquista ainda o estômago de uma prostituta por quem se apaixona e também ganha confiança (e poder) entre seus companheiros de cela.

Para marcar sua estréia, a produção do longa, dirigido por Marcos Jorge e baseado em conto de Lusa Silvestre, criou um livro de receitas virtual com pratos elaborados por blogueiros de gastronomia.

Nomes conhecidos no mundinho gourmet virtual, como Tatiana Damberg, do blog “Mixirica”, Neide Rigo, do “Come-se” e Alessander Guerra, do “Cuecas na Cozinha”, foram convidados a assistir a uma sessão especial de “Estômago” e, então, desenvolveram pratos inspirados no longa.

A única exigência era o número de receitas, limitado a duas por chef. Alessander Guerra, por exemplo, usou ingredientes que enriqueceram os pratos de Nonato, como o nhoque de batata ao alecrim com molho de gorgonzola, damasco e nozes. Fabiana Zanelati, do blog “Rainhas do Lar”, entrou na brincadeira e criou uma receita exclusivamente para a Revista, também utilizando alguns dos produtos prediletos do protagonista. O resultado é o tomate recheado à Nonato, com gorgonzola e nozes.

Correria no boteco

Baiano de família italiana, o ator João Miguel sempre carregou o desejo de conhecer os lugares por meio da comida e aceitou sem titubear o convite para ser o protagonista. “Eu tinha seis anos e meu pai disse: “Se um dia você ganhar dinheiro e tiver se sentindo duro, triste, vá no melhor restaurante e peça a comida que quiser que você vai se sentir rico””, relembra o ator.

Para encarnar Raimundo Nonato, ele fez estágios em um boteco e em um restaurante italiano em Curitiba. “Eu lavava louça, servia cerveja na correria. Também acompanhei a preparação de pratos dentro da lógica de um restaurante, onde tem silêncio, diálogo, relações, concentração. Tudo isso foi importante para criar o meu Nonato.”

Hoje, o ator olha a comida de outro jeito. Mas seu prato predileto continua o mesmo desde a infância: “É um que comi minha vida toda, em Salvador, um arroz-de-hauçá”. Receita afro-baiana que, na versão que ele gosta, vai ao forno com carne-seca, um crocante com castanha de caju, camarão-seco e amendoim com molho de dendê e um toque de leite de coco.

Este último é um dos ingredientes mágicos com que seu personagem, Raimundo Nonato, incrementa o arroz servido aos seus companheiros de cela, numa espécie de festa de Babete dos condenados.

Colaborou Giuliana Bastos

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             abalone

por Claudia Midori

Tinha esquecido da foto acima. Na verdade, queria escrever um post bacana sobre o assunto, mas não rola. Alguns comentários de nossos leitores sobre as iguarias chinesas e asiáticas fizeram que eu tentasse escrever sobre o abalone.

Mas, a questão é: eu provei o bicho, fiz cara de nojo, olhei pra ele e desisti! Não rolava comer aquilo, ainda mais depois da explicação:

– É uma iguaria cara e muito apreciada na China, só os ricos comem, explicou a jornalista chinesa que estava ao meu lado. PS: Ela comeu o abalone de outros dois jornalistas que nem quiseram provar, rs.

Fiquei com medo! Putz grila, o que será isso? Só pode ser nojento, rs. No fundo, o bicho não é nojento, mas o fato de não curtir muito carne de porco (quase crua), troquei o abalone pelo prato seguinte… a carne de siri… muito melhor!!!

Para quem não sabe o que é um abalone, como eu não sabia, procurei no wikipédia a resposta e a fotinho do animal.

Haliote ou abalone é um gastrópode, o único na família Haliotidae. Sua carne é um prato muito apreciado na Ásia.

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por Camila Verbisck

Não existe aquela comunidade no Orkut dos fãs de Yakult que querem a bebida em embalagens de dois litros?

Pois é, descobri que a Nestlé faz o concorrente do Yakult, o Chamyto, em embalagem de 120g (mais ou menos 120ml).

Quem sabe a Yakult não faz uma pesquisa de mercado e percebe que já que o concorrente lançou uma versão com mais produto, tem gente que compraria um litro (ou dois) de Yakult?

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