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Archive for Junho, 2008

por Jaci Brasil

Um assunto que une homens e mulheres: Petit Gâteau. Não há quem diga que não é uma delícia. E hoje navegando pela net, encontrei uma receita do pequeno bolinho, ensinada de maneira muito divertida, no blog do Inagaki. O texto é antigo, mas vale uma lida pela diversão e também pela receita.

Mas você você não quiser se aventurar derretendo chocolate em banho-maria para agradar o seu amor, fique com uma receita antiga postada aqui no blog, que eu peguei num rótulo de creme de leite. E garanta seu jantar inesquecível! 

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Os novos mercadores do sal

Por Jairo Junior

Eles viajam o mundo todo atrás de novas opções de sal marinho. Sal não é basicamente cloreto de sódio para os “Salt Traders”. Sais tem diferentes texturas, qualidades e aparências, fazendo a diferença nos mais diversos pratos.

Esses fanáticos por sal conseguiram valorizar e criar uma nova visão para esse produto e em seu web site encontramos dezenas de produtos que valorizam pratos, sobremesas, saladas e drinks que se justificam e melhoram conforme o ingrediente utilizado.

São sais e condimentos que combinados fazem a diferença nas mais diversas cozinhas, além de garantir a história gastronômica de cada pais de origem do produto. Tem o sal defumado dos vikings (dinamarques), sal para ser utilizado em bolos de origem francesa, sal grosso da Australia entre tantos outros encontrados na Asia e America.

Rótulos e embalagens diferenciadas garantem um belo presente para os aficcionados por cozinha com idéias de acessórios exclusivos a venda no site. Os Salt Traders valem a visita com sua criatividade e curiosidade que podem inspirar outros negócios. Você já pensou em ser um “Sugar Trader” (Mercador de Açúcar)?

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Um cheirinho de Alecrim

Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e assim o coração fica triste.  É para a nossa alma uma verdadeira noite escura e sombria. Vou lhes contar-lhes um fato que se passou comigo…Era meu aniversário e justamente um destes dias super estranhos, quando uma voz interior me disse:

– ‘Você precisa tomar chá de alecrim!’

Fui ao jardim e lá estava nosso viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito por esta planta. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e o servi em uma xícara especial. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, sentia a minha mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo meu corpo e senti enorme felicidade no coração. Fiquei muito impressionado com a capacidade dessa planta transmitir inclusive alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi a partir de então pesquisar a respeito e, veja só que maravilha!
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O alecrim – Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea – foi muito apreciado na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a ‘Água da Rainha da Hungria’, famosa solução rejuvenescedora.

Elizabeth da Hungria, aos 72 anos recebeu a receita de um anjo (um monge) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedi-la em casamento!

Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, e também para recuperar a alegria.
Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo.

Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o nosso corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos nossos órgãos, estimulando seu metabolismo.

Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão de Jesus que o tornou capaz de livrar-se do vício. Jesus lhe sugeria que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris.

O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual.

É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa; ainda para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.

*Existe uma interessante lenda a respeito do alecrim:

Quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. O lírio quebraria sob o peso, e o lilás seria alto demais.
O que fez então Maria…
Colocou-as sobre o pé de alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. Obrigada, gentil alecrim! – disse Maria. Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas serão aromáticos todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus. ‘Eu abençôo suas folhas, caules e flores, e à partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão saúde e alegria…’

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Mini alfajor

por Jaci Brasil

Estou quase de férias da usp. Tô só esperando as últimas notas pra ter certeza que passei. Mas ontem já fiz uma comemoração pelas férias, porque foi o meu último dia de aula, e também porque consegui uma nota boa num trabalho que eu tava com medo de tirar zero.

Tudo isso pra contar como conheci o Bocado Negro, que aqui você encontra pra comprar.

A minha comemoração foi uma saída do regime que estou sempre tentando fazer: não comer guloseimas o tempo todo, mas ontem não resisti, depois de 3 meses olhando pro Bocado Negro, resolvi experimentar.

É uma delícia!! É um mini alfajor, parece um bombom tipo trufa, na base tem uma massa que lembra o alfajor, o recheio é todo de doce de leite e a cobertura de chocolate escuro. Pequeno na medida pra poder ser bem doce.

É fabricado no Uruguai pela Alfajores Punta Ballena, e se eu encontrei na lanchonete da Letras, não deve ser tão difícil de achar por aí.

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O tempo acabou com o sabor

Por Leonardo Dias

A cada dia que passa fica mais claro para mim que o sabor das coisas está sumindo, perdendo o encanto e ficando cada dia mais sem graça. Na minha memória me parece que muitas coisas que ainda são fabricadas eram mais sabororosas, mais vivas.

Já falei aqui que o suflair, por exemplo, derretia mais, era mais doce e muito mais gostoso. E a Coca-Cola? Mudou demais. Aquela que vinha na garrafa de 1 litro de vidro era ótima, com o gás na medida certa e sabe-se lá o porquê, bebíamos menos refrigerante, já que essa mesma garrafa de 1 litro era consumida em casa por 4 pessoas e sobrava. Hoje tomamos 2 litros facilmente.

Hoje de manhã, em meu café da manhã corrido, abri um pacote de Ovomaltine. Fiquei ansioso pelos flocos de chocolate e pelo forte sabor. Ao beber, uma decepção. Sem açúcar, sabor, sem flocos, sem graça mesmo. Fiquei pensando então o que mudou e me assustei com a conclusão: tudo mudou!

As bolachas, ou biscoitos para os cariocas, não tinha essa vilã chamada gordura trans, era crocante e muito gostosa. Hoje em dia precisam enchê-la desse veneno para que fique atrativa. E o frango? Não era pálido, não tinha anabolizante e era uma delícia. Atualmente não tem gosto e faz mais mal que a carne de porco (isso mesmo!).

A qualidade das farinhas decaiu bastante, virou mais farelo e menos sabor, são sem graça. As frutas estão maiores, menos doces, assim como os sucos, que viraram polpa congelada na maioria dos lugares e se tornou tão chato quanto beber água.

 É a essa conclusão que eu cheguei, está tudo mais moderno, mais sem sabor e mais prejudicial à saúde. Talvez seja a pressa, os prazos ou os “budgets’ a serem cumpridos que fizeram da indústria alimentícia uma fábrica de dessabores.

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Nem das outras dez, ou vinte. Quem acha que fazer comida nos fins de semana é coisa muito séria quer uma cozinha à altura. Custe o que custar


por Bel Moherdaui da Veja 

O paulistano Eduardo Mazza, 41 anos, trabalha de segunda a sexta como diretor financeiro de uma construtora. Nos momentos de lazer, vai ao cinema, viaja ou bate bola com o filho Bruno, de 8 anos. O almoço com a família nos domingos é sagrado. Por trás dessa perfeita normalidade, Mazza alimenta um vício incontrolável, que o leva a gastar milhares de reais em questão de minutos: ele é louco por utensílios de cozinha. Em nome da compulsão, calcula já ter torrado uns 15.000 reais em vinte panelas de ferro fundido esmaltado, todas da marca francesa Le Creuset, na cor vermelho flamejante. São caçarolas, frigideiras, jarras, tigelinhas e até um elegante recipiente para fazer pratos marroquinos como cuscuz e tagine (690 reais). Com orgulho de colecionador, Mazza acomoda-os num armário com portas de vidro especialmente instalado em frente ao fogão. “É um exagero mesmo. Já tenho tudo de que preciso em matéria de panelas e talheres. Também troquei recentemente todos os pratos e tenho um jogo de doze facas fantástico, que inclui uma para desossar e outra de serra, faca para cortar tomate, filetar cebola, preparar sushi”, descreve, entusiasmado. Mazza é um exemplar típico de uma espécie em constante evolução, os chefs de fim de semana, em geral profissionais bem-sucedidos que gostam de exibir seus dotes culinários.

O fato de que o façam nos melhores equipamentos que o dinheiro pode comprar produz fenômenos que escapam à compreensão dos cozinheiros eventuais, aqueles do macarrão e da omelete, como pagar 56.000 reais por um imenso fogão da marca Viking com dois fornos, chapa, grelha e seis bocas (todas capazes de reproduzir o efeito banho-maria); 45.000 reais por uma geladeira Sub-Zero, que regula sozinha as variações de temperatura e umidade conforme a porta é aberta; 18.000 reais por uma coifa Wolf, que sobe e desce, por controle remoto; e 8.000 reais pela gaveta térmica, também da Viking, que mantém a pipoca crocante por várias horas (no muito improvável caso de a tigela não ser abatida em quinze minutos). É um mercado aquecido, em todos os sentidos do termo. “De 2006 para 2007, notamos um crescimento de 50% nas vendas”, avalia Beatriz Zwarg, gerente de marketing da americana Viking, uma espécie de Versace dos eletrodomésticos, cujo fogão mais vendido é um monumento de quase 1 metro de largura que custa 30.260 reais. O equivalente a um carro médio, mas quem consegue fazer crème brûlée sobre quatro rodas?

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da Folha de S.Paulo

Bolo pé-de-moleque, bolo de grude, munguzá… Esses e outros quitutes tradicionais nas festividades juninas do Nordeste poderão ser provados em São Paulo até o dia 29 deste mês.

Paralelamente ao projeto “Anfitriãs do Brasil”, do Obá, o Cordel e o Mocotó também vão homenagear os santos juninos.

No Cordel, uma barraquinha, tal qual as dos forrós pernambucanos, será montada junto ao bar. Ali, à tarde e à noite, os clientes poderão provar tapiocas salgadas e doces, bolo de grude, bolo de tapioca com sorvete de milho e, claro, o tradicional bolo pé-de-moleque -que em nada lembra a barrinha dura de açúcar e amendoim consumida por aqui. Para beber, licor de cana-de-açúcar.

No Mocotó, as estrelas serão os derivados de milho: canjica (nas bandas de cá, conhecida como cural) e munguzá (ou mugunzá, o equivalente à nossa canjica), nas versões doce -cozido no leite de coco e servido com cocada cremosa e canela polvilhada- e salgado -com costelinha de porco, lingüiça defumada, carne-seca e bacon.

Cordel
Onde: r. Aspicuelta, 471, Vila Madalena, São Paulo, SP, tel. 0/ xx/11/3375-0471

Mocotó
Onde: av. Nossa Sra. do Loreto, 1.100, Vila Medeiros, São Paulo, SP, tel. 0/xx/11/2951-3056

Obá
Onde: r. Dr. Melo Alves, 205, Jardins, São Paulo, SP, tel. 0/xx/11/3086-4774

 

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