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Archive for 2 de Abril, 2008

C&ABiscoitinho

por Claudia Midori

Toda vez que como ou ganho os tais bolinhos da sorte – sempre – lembro do Claudio. Apesar de não conhecê-lo pessoalmente, já trocamos algumas dicas e comentários pelos blogs. Claudio, ganhei o bolinho (pois é, comida é marketing) na inauguração da loja no novo shopping de São Paulo. Mais uma praia de paulista!!!

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02/04/2008 – 08h01 – Atualizado em 02/04/2008 – 10h51

Especialista usa produtos típicos do Brasil para fazer doce que comia em Tóquio. Nas mãos de Shizuko Yasumoto, eles viram bolinhos com um creme de açúcar.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Nas panelas, uma combinação que todo brasileiro conhece e aprecia: arroz e feijão. Mas no fogão da especialista em culinária japonesa Shizuko Yasumoto, a famosa dupla vira sobremesa.

Usando a técnica oriental do paninho ela envolve os bolinhos de arroz com um creme de açúcar e feijão. A receita faz a especialista em culinária japonesa voltar ao passado. Cada bolinho lembra o tempo em que ela morava com a família em Tóquio.

Ela vive no Brasil há 40 anos e apesar de defender o sabor da cozinha japonesa confessa que logo que chegou por aqui se apaixonou por uma delícia bem brasileira. “Primeiro, cheguei no Brasil e assustei com quindim. Por que era tão amarelo? Achei que colocava tinta. Depois eu estudei e aprendi que era a gema”, diz. “Achei gostoso” .

Shizuko conta que o doce saudável tem 2 nomes. No outono é “orragui”. Na primavera, em homenagem a esta flor, se chama “botamoti”. “Dentro tem arroz sem açúcar, então não é tão doce”.

Os amigos da anfitriã fazem questão de provar o docinho que acabou de sair da panela. “Parece um coco ralado e chocolate, mas é arroz e doce de feijão fora. É delicioso. Pra mim é sabor da infância lembra muito da minha mãe, da minha irmã, que a gente fazia junto”, afirma um deles. “Está saboroso. Nunca tinha comido tão gostoso”, diz outro.

Apesar de doce, o orragui não deve ser saboreado depois do almoço ou do jantar. É um lanche da tarde, diz quem entende do assunto. E pode ser saboreado com chá verde.

 Chá verde

O chá verde que na casa de Shizuko é o acompanhamento obrigatório pro docinho de arroz e feijão, em uma confeitaria de São Paulo se transforma na matéria prima principal de um rocambole. Aqui tem chá verde na massa, na cobertura e em boa parte do recheio.

O bolo é uma invenção de um confeiteiro japonês que há 10 anos se mudou com a mulher para São Paulo. Jully Lumi é brasileira e conheceu o chef Shinobo Sasaki do outro lado do mundo. “Eles testavam e eu provava. Os clientes começaram a gostar e assim criamos os ovos de chá verde, o bolo de chá verde”, conta Jully.

A mistura deu certo. O pó de chá verde, chamado de “matchá”, dá cor e um sabor oriental à massa do rocambole. O bolo com recheio de frutas também tem o gostinho da folha.

Até o sorvete e o chantilly sáo feitos com chá verde. O doce de feijão e o capricho do confeiteiro dão um toque especial à sobremesa.

Pensando nos apaixonados por chocolate, o casal investiu em novas receitas, como as trufas verdes. Além de gostosa, a sugestão é uma boa maneira de homenagear esses imigrantes que ajudam há 100 anos a incrementar os sabores do Brasil.

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Papo de boteco

                       Julinho

por Claudia Midori 

Nada de cozinhar em banho-maria, nem comer mingau pelas beiradas. Um blog que não deveria faltar em nenhuma lista de “melhores blogs de gastronomia” é o do chef Julinho, do restaurante Sinhá. O Papo de boteco não é daqueles que fica enchendo linguiça, de colocar azeitona nas empadinhas, que chora as pitangas, muito menos do grupo “farinha do mesmo saco”… o blog é igual à cozinha do Sinhá – nota 10! Então, pare de ler meu post e vá ler os bons posts do Julinho! 

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