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Archive for 19 de Fevereiro, 2008

            Bom….

por Claudia Midori

No sábado fui com uma amiga, a Paula, comer num rodízio de comida japonesa – o Matsuya. Nunca tinha escutado falar no restaurante, mas a Paula frequenta o lugar com certa frequência com o marido.

Fomos na unidade de Moema, que é pertinho do shopping Ibirapuera, perto mesmo! O restaurante tem outras quatro unidades – Morumbi, Vila Mariana, Aclimação e Perdizes. Acho que a Paula costuma ir na Vila Mariana, mas não tenho certeza, vou perguntar para ela se as unidades são parecidas.

A unidade Moema é aconchegante, bem iluminado e tem garçons que atenderam a gente muito bem – gostei bastante do atendimento rápido e eficiente.

Como qualquer outro rodízio, o cardápio não vai além dos sushis, sashimis, salmão grelhado, tempurá, yakissoba, missô, guiozas e temakis. Comecei a comilança com uma sopinha de missô. Passei para um temaki de salmão grelhado e depois encaramos duas rodadas de sushi, sendo o Skin o preferido da dupla.

Apesar de regularem os sashimis, o lugar vale a pena para quem não resiste às delícias japas. PS: o custo X benefício vale sua ida a alguma unidade da rede. De segunda a sexta no almoço custa R$ 22,90 por pessoa. De segunda a quinta você paga R$ 22,90 no jantar. E, como é  esperado, no final de semana custa R$ 24,90, considerado barato!

Matsuya

Vila Mariana
Rua Leandro Dupret, 848
Tel.: 5589-1108

Morumbi
Rua Henri Dunant, 367
Tel.: 5181-4400

Sumaré
Rua Bruxelas, 99
Tel.: 3871-2121

Moema
Avenida dos Imarés, 457
Tel.: 5044-5976

www.matsuya.com.br

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            gostoso!!!

por Claudia Midori

Faz um tempinho que comprei e fiz em casa… mas como havia esquecido de publicar a foto, fica aqui a dica. É uma delícia!!!

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Autor do best-seller “Cozinha Confidencial”, chef norte-americano lança no Brasil a coletânea de artigos “Maus Bocados’ Apresentador do “Sem Reservas” afirma se sentir mal por críticas feitas ao colega Jamie Oliver: “Ele ficou chateado com o que eu disse”

JANAINA FIDALGO
DA FOLHA DE SÃO PAULO

Ele é pago “para ter uma vida boa” e diz se sentir “culpado e envergonhado” por correr o mundo viajando e se hospedando de graça, enquanto seus velhos camaradas suam a camisa, de pé, o dia todo na cozinha.

Ouvir algo assim de alguém que trabalhou quase 30 anos como cozinheiro pode soar pura demagogia; não, porém, se a declaração vier de Anthony Bourdain, 51, o chef que ganhou fama, dinheiro e reconhecimento, não tanto pelo exercício de sua profissão, mas revelando (e descrevendo saborosamente) os meandros nada abonáveis das cozinhas profissionais.

Autor do best-seller “Cozinha Confidencial”, Bourdain lança agora no Brasil “Maus Bocados”, no qual compila, principalmente, artigos publicados em jornais e revistas. Lançado pela Companhia das Letras, chega às livrarias no dia 26 (R$ 49; 360 págs.).

Em entrevista à Folha, ele credita seu sucesso como escritor ao fato de nunca ter tido “absolutamente nenhuma expectativa”. “Nunca penso no que as pessoas vão gostar ou no que esperam. Apenas conto a história da melhor maneira que eu posso”, diz.

Curioso contumaz
Se, por um lado, ele tem uma vida capaz de despertar inveja até no mais virtuoso dos homens -afinal recebe um salário polpudo para viajar ao redor do mundo atrás de comidas e boas histórias-, por outro tem de abdicar de uma convivência mais próxima da família. Fica fora de casa de duas a três semanas por mês para gravar o programa “Sem Reservas”, exibido no Discovery Travel & Living. “É muito tempo. Sou pai agora, está ficando difícil.”

Viajar ainda é uma bênção ou já virou condenação? “Com certeza é uma bênção, eu tenho o melhor emprego do mundo. Sou incrivelmente sortudo. Não tem nenhuma parte ruim. Porém, sinto falta da minha mulher e da minha filha. E, ocasionalmente, experimento comida ruim, mas disso não reclamo”, diz. “Por 28 anos, trabalhei de pé numa cozinha; então, para mim, isto, sim, parece trabalho. Qualquer coisa que eu fizer agora, vai parecer que estou ganhando dinheiro fácil.”

Viciado em conhecer, o que imprime um ritmo ainda mais frenético à sua vida, Bourdain diz que ninguém pode dizer já ter visto o suficiente. “Sou sempre curioso, nunca paro e relaxo. Quanto mais viajo, menos sei. Você percebe quão grande é o mundo e quanto mais tem para aprender. Mesmo se eu tivesse dez vidas, ainda assim não seria suficiente.”

O chef-escritor titubeia quando o assunto é o quanto de sua narrativa é real e o quanto é ficcional: “Não tenho idéia, escrevo da maneira como eu vejo. Gosto de hipérboles e recorro a elas, porque quero que o leitor sinta do jeito que eu senti”.

“Magoei Jamie”
Por trás da pose de sarcástico, também há espaço para mudar de idéia e voltar atrás em comentários nem sempre elogiosos, como os que já fez sobre Jamie Oliver. Em um dos capítulos de “Maus Bocados”, publicado nos EUA há quase dois anos, ele chama o apresentador britânico de petulante.

Na entrevista, relativiza: “Ele é um fã, gosta dos meus livros e ficou realmente chateado com o que eu disse. Honestamente, eu me sinto mal por isso, porque eu costumava odiar “The Naked Chef”, mas, dos programas que vi recentemente, gostei. Está fazendo algumas coisas boas. Tenho um pouco de remorso por ter tirado sarro do Jamie. Aparentemente, magoei os sentimentos dele e me sinto mal por isso”.

Chef critica aventureiros da televisão

Em “Maus Bocados”, Bourdain fala em vários momentos sobre o “boom” dos chefs celebridades (embora também seja um deles) e de cozinheiros atraentes, “com madeixas juvenis e adoráveis” que são puxados para um estúdio de TV e que, apesar de montarem um restaurante em “torno de sua cara estúpida e bem conhecida”, não podem ser considerados chefs.

Mas eles não têm a função de aproximar o público não-iniciado? “Se você está na TV ensinando pessoas comuns a preparar comidas que podem ser feitas em casa, eu admiro. O que me irrita em muitos programas é que há gente cozinhando pratos que são uma merda. Deveriam dar bons exemplos, mas são preguiçosos.”

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Na roça com Jamie

Em seu sítio na Inglaterra, o jovem chef Jamie Oliver mostra à Folha a horta de onde saíram ingredientes para livro de receita a ser lançado no Brasil e diz que gosta de “caos” e de comida caseira, sem “frescuras francesas’

PEDRO DIAS LEITE
ENVIADO ESPECIAL A ESSEX (INGLATERRA)

Jamie Oliver detesta os programas de TV com chefs de 50 anos e seus potinhos com tudo já cortado. Jamie Oliver não tem o menor interesse na “alta culinária”, com seus pratos sofisticadíssimos. Jamie Oliver odeia que digam a ele o que fazer. O jovem chef britânico, aos 32 anos, gosta mesmo é do caos.

Passam das 15h de uma sexta com clima de primavera (sol e 12º C) em Essex, vilarejo calmo a uma hora de Londres, quando Jamie senta para a entrevista com a Folha, no sítio que comprou há alguns anos e que foi palco de seu mais recente programa, “Em Casa com Jamie”.

No enorme galpão envidraçado, de um lado há uma pequena cozinha, com fogão, panelas, pia; e queijos, temperos, verduras. Do outro, uma bateria num canto, um sofá no outro. Na estante, dezenas de livros de culinária, alguns muito antigos, outros do próprio Jamie, um do superchef norte-americano Mario Batali.

“Quando você vê alguns programas de culinária, tudo já está cortadinho em pequenos potes, reparou? Pote disso, pote daquilo. Mas, quando chega em casa e decide fazer o jantar, está tudo na geladeira! Você cria o maldito caos para cozinhar. Não dá para acreditar em alguns programas, tudo em ótimos potinhos, e vai, esvazia esse, esvazia aquele. Ah, isso é cozinhar? Não, não é”, argumenta, apaixonadamente, enquanto move os braços, ajeita-se no sofá e faz uma série de sons com a boca, para deixar clara a imagem dos potinhos sendo esvaziados. Evitou, no entanto, citar os programas nos quais não se pode “acreditar”.

A divergência de Jamie com os outros chefs vai além dos potinhos. Ele não gosta da culinária sofisticada, com pratos milimetricamente arranjados e ingredientes irreconhecíveis.

“Ah, não, nunca cozinho isso. É como você gostar de rave e alguém pedir para você gostar de jazz; gostar de Audi e pedirem para usar Volvo; ter cabelo comprido e pedirem para usar curto”, reage. “Gosto de cozinhar boa comida caseira. Sei fazer essas frescuras francesas, mas [mais gestos] acho tão destrutivo, não significa nada. Não me faz sorrir. Faz tocar demais a maldita comida, e não gosto disso. Minha filosofia, na medida do possível, é tocar a comida que estou fazendo o mínimo possível e tirar o menos possível de suas características.”

A culinária, argumenta Jamie, é o oposto. Sua filosofia é usar ingredientes bons e frescos e “mandar ver”. “Minha regra é manter as coisas simples. Quando estou fazendo boa comida, nunca é comida de chef. É só cozinhar comida caseira. Gosto de azeite de oliva em vez de manteiga, ervas, vegetais, massa, temperos.”

“Maldito hippie”
“O importante é: divirta-se e seja corajoso. Você não acreditaria como algumas pessoas viram covardes na cozinha. Você vê uns caras enormes que ficam medrosos. Tem de ir e fazer, mandar ver. Quer dizer que não vai errar? É claro que vai. Mas, se não fizer com um mínimo de convicção, vai fazer ainda mais erros”, afirma.

A sua horta, a alguns passos do galpão, é um exemplo vivo do modo Jamie Oliver de fazer as coisas. Dela saíram os ingredientes e a inspiração para seu atual programa e seu livro de receitas, que será lançado no Brasil no próximo semestre.

“As pessoas pensam que você tem de ter certa idade para cultivar vegetais, ou parecer um maldito hippie para cuidar de uma horta. Não mesmo! É simplesmente colocar umas coisas no chão, um pouco de luz, de água e, na maioria das vezes, vai crescer algo. Pode não ser bonito nem ordenado, ficar meio bagunçado, mas, do que sai, você consegue seu jantar.”

O chef está no meio da explicação quando uma mulher com um desses aparelhos de fazer chapinha se aproxima e começa a arrepiar ainda mais seus cabelos loiros já estrategicamente levantados para o alto. “Desculpe, ela está tentando me deixar lindo”, explica-se ele. Na verdade, já é a preparação para uma filmagem que será feita em uma hora, para um vídeo para seus funcionários.

Mas, então, é natural a dúvida: é tudo mesmo espontâneo ou não passa de marketing?
“É real. Eu nunca ensaio, nunca mesmo!”, diz Jamie, para logo engatar em mais uma história, a de como aprendeu a ensinar. Aos oito anos, começou a cozinhar no pub dos pais, perto de onde comprou o sítio. Aos 11, já usava uma faca de chef e dava ordem em gente com o dobro de sua idade e seu tamanho: “Então tive que, rapidamente, desenvolver um jeito de falar com as pessoas e ensinar para, basicamente, não chutarem a minha cabeça”.

Mais uma pausa -outro funcionário, que veio trazer um chá. “Meu Deus, o que esse cara pôs aqui?”, diz Oliver, sorrindo para o assessor que trouxe seu chá com leite. “Está uma porcaria. Pode falar, você cuspiu [na verdade, uma palavra pior, impublicável] na minha bebida, não é?”, reafirma, de bom humor, e toma mais um gole.

“Disseram que vou querer morar na Bahia”

DE ESSEX (INGLATERRA)

“E aí, cara, me conte do Brasil. Ano que vem vou lá, com certeza!”, começa Jamie Oliver. “Dizem que a Bahia é muito bonita. Só ouvi coisas boas, disseram que eu vou querer morar lá. É violento, é barra pesada?”, pergunta, empolgado.

“O fato é que já trabalhei com muitos brasileiros e nunca encontrei um que fosse babaca, são sempre muito, muito boa gente. Muitos brasileiros vêm, trabalham duro, guardam um dinheiro e voltam e abrem seus restaurantes”, conta Jamie, logo depois de discorrer sobre as qualidades dos brasileiros como animadores de festas.

O chef quer passar alguns meses descansando, viajar pelo mundo, mas, por enquanto, seus projetos são só trabalho.

Por trás do jeito descontraído, da cara de moleque, dos palavrões constantes, Jamie comanda uma empresa com 180 funcionários, tem um restaurante em Londres (o Fifteen, com fila de espera de meses) em que treina jovens de comunidades pobres, faz os programas de televisão e ainda vai lançar uma cadeia de restaurantes no interior do Reino Unido, a Italiano do Jamie. “É para ser rápido, com boa relação custo-benefício”, diz.

Além disso, sabe muito bem do poder que a TV lhe trouxe. Famoso desde que estreou no “The Naked Chef”, há dez anos, Oliver estourou mesmo quando conduziu uma campanha para melhorar a qualidade da comida nas escolas britânicas, em 2005. “Trabalhei com o governo por três anos, pedindo mais dinheiro para melhorar a comida das escolas e era sempre não, não, não. Três dias depois que o programa foi ao ar, surgiram 288 milhões de libras [R$ 1,1 bilhão] de onde?”.

Jamie tem sua própria receita para manter os pés no chão. “De segunda a sexta, é trabalho. Fim de semana é aqui, com a família. Não temos ninguém para cozinhar nem para cuidar das crianças [duas filhas, de 5 e 4 anos], somos só nós.”

E, no final, jura que o sucesso não mudou sua vida. “Para falar a verdade, é esquisito pra cacete. Não foi culpa minha!” (PDL)

Livro chega ao Brasil no final do ano 

“Jamie em Casa”, o livro mais recente do chef, será publicado no Brasil no segundo semestre, pela editora Globo. Outras três obras já têm tradução para o português: “A Itália de Jamie”, “O Chef sem Mistérios” e “O Retorno do Chef sem Mistérios”.
Na TV, ele pode ser visto no GNT, em “Truques de Oliver” (qui., às 18h) e “Em Casa com Jamie Oliver” (sáb., às 21h). Em março, o canal reapresenta “O Show de Culinária de Jamie”.

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por Camila Verbisck

Esse último domingo (17/2) a Folha de S.Paulo estava super gastronômica. Além da matéria sobre hábitos alimentares que a Jaci postou aí embaixo, a capa do caderno Ilustrada trazia uma matéria sobre o livro do chef mais fofo do mundo – ele mesmo, o mega lindo Jamie Oliver!!!

Outra matéria super gastronômica foi a com o chef que apresenta o programa “Sem reservas”, o Anthony Bourdain.

As matérias estão a seguir.

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16/02/2008

da Folha Online

De 20 a 24 de fevereiro, o SescTV exibe cinco programas sobre gastronomia –um debate inédito com o físico-químico Hervé This sobre culinária e ciência, o debate “Alimentação, Saúde e Identidade Cultural” e os documentários “Les Pioners”, “La Cuisine de L’Extreme” e “La Revolution Culinaire”.

No dia 20, vai ao ar o documentário “Les Pioners”. No dia 21, será exibido “La Cuisine de L’Extreme” e, no dia 22, “La Revolution Culinaire”. Os programas, com início sempre às 22h, mostram chefs europeus falando sobre gastronomia molecular –uma forma de culinária que inclui conhecimentos de física e química– e integram a série “Alquimistas da Gastronomia”, produzida pela Arte France.

A exibição do debate “Hervé This: Gastronomia e Ciência” acontece no dia 23, às 21h. No programa, o físico-químico francês mostra seu conhecimento sobre gastronomia molecular, faz algumas experiências com alimentos e esclarece dúvidas de estudiosos convidados. O debate foi gravado no Sesc Pinheiros, na capital paulista, em outubro de 2007.

Já o debate “Alimentação, Saúde e Identidade Cultural” será exibido no dia 24, às 20h. O episódio da série “Saberes” tem participação de especialistas que refletem sobre as transformações alimentares ocorridas desde a era primitiva à contemporânea, influenciando civilizações, culturas e religiões. Entre outros temas, o programa discute os novos estilos de vida e alimentação, as políticas públicas direcionadas à pobreza e a obesidade.

A série “Saberes”, mediada pelo jornalista Florestan Fernandes Jr., tem a meta de desenvolver e estimular a reflexão sobre temas da atualidade.

“Slow food”

No programa “Alternativa Saúde” (GNT – canal Globosat) do dia 20, as apresentadoras Patricya Travassos e Cynthia Howlett visitam a região serrana fluminense para mostrar a importância de um movimento crescente chamado “slow food”.

O “slow food” busca o resgate das tradições culinárias, do prazer da alimentação e da importância da procedência e do sabor dos produtos. Margarida Nogueira, líder do Convivium Slow Food, é recebida por Patricya Travassos para uma conversa no restaurante Alvorada, em Araras (RJ).

O programa exibirá receitas com produtos plantados na região, como vagem com queijo parmesão, repolho no forno a lenha com azeite e shiitake ao molho de ervas. Já Cynthia Howlett mostra uma horta de produtos orgânicos no Brejal, localidade rural do distrito de Posse, em Petrópolis (RJ), além de uma cultura de shiitake.

“Alternativa Saúde” vai ao ar às 21h30, com horários alternativos às sextas, às 18h30 e às 1h30, aos sábados, às 22h30, aos domingos, às 8h e às 15h30, e às segundas-feiras, às 13h30.

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