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Archive for 12 de Fevereiro, 2008

Cerveja mais cara do mundo

Cada garrafa da cerveja Carlsberg custará cerca de R$ 700. Quem não quiser comprar pela web, pode viajar à Dinamarca para experimentar a bebida.

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Cachaça é luxo no exterior

Empresas investem pesado em marketing e qualidade para aumentar mercado. Considerada a prima pobre entre as grandes bebidas, a cachaça tem passado por uma “revolução”. Leia mais no site da Web Luxo.

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11/02/200813h35

da Folha Online

O brasileiro gastou em média R$ 14,87 para almoçar fora de casa nos últimos três meses do ano passado, o que representou uma alta de 11,6% sobre o que foi gasto um ano antes, quando uma refeição custava R$ 13,32, aponta levantamento feito pela Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) e divulgado nesta segunda-feira.

A pesquisa concluiu, assim, que o trabalhador que recebe auxílio-refeição precisa completar a diferença, já que o ticket médio está entre R$ 8 e R$ 9.

“O principal objetivo é identificar os preços médios para que as empresas possam avaliar o valor do benefício que concedem aos seus funcionários, atendendo às determinações do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) em termos de alimentação adequada”, explica o vice-presidente da Assert, Roberto Baungartner.

O estudo avaliou os preços do almoço padrão com prato principal (500 gramas), bebida (não alcoólica), sobremesa e cafezinho em 2.360 estabelecimentos nas cinco regiões do país, durante os três últimos meses do ano passado.

Coordenada pela TNS InterScience, a pesquisa avalia o valor médio por refeição pago pelos usuários de vales e tíquetes desde 2003. Os estabelecimentos foram divididos em três categorias básicas: os que servem pratos populares, os bufês com preço fixo ou por quilo e os restaurantes a la carte, em que o consumidor escolhe o prato no cardápio.

Por região, o Centro-Oeste apresenta preço médio mais alto do país, de R$ 19,05. Na região Norte, o preço médio foi de R$ 16,48 e, no Nordeste, R$ 14,92. As duas regiões com preços abaixo da média nacional, de R$ 14,87, são o Sudeste (R$14,52) e Sul (R$ 12,68).

Em São Paulo, o valor médio de uma refeição era de R$ 12,40, o mais barato do país, enquanto no Rio um almoço custava R$ 16,97. Brasília foi a a capital com maior valor: R$ 17,83 (alta de 24% sobre 2006).

A elevação no preço dos alimentos foi apontada por todos os institutos de pesquisas econômicas como responsável pela alta da inflação no ano. Segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), os alimentos subiram 10,8% em 2007, maior alta desde 2002. Só a carne aumentou mais de 22%; leite e derivados, 20%, e feijão, 110%.

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Wolf’s

por Leonardo Dias 

Neste final de semana tive o prazer de visitar o Wolf’s (Rua Lisboa, 284 – 3088-4376). O restaurante tem todo um charme pela colônia austríaca e alemã que são freqüentadoras fiéis e que não falam sequer o português. Idiomas à parte, o restaurante foi aberto faz apenas 2 meses e tem todo um charme na decoração. O tom vermelho prevalece assim como o bom atendimento dos garçons e da proprietária Mônica, que tinha a delicadeza de atender de forma pessoal e muito agradável. A luz não é tão baixa, o que poderia dar um clima mais romântico ao local, mas a decoração é muito apropriada.

As entradas são muito charmosas e servidas em conchinhas típicas da Áustria. Pedi um risoto ao funchi com presunto cru espanhol que demorou os exatos 30 minutos informados do cardápio. O meu risoto estava muito bem preparado, com um tempero não tão forte quanto a culinária européia e de muito bom gosto.

A carta de vinhos foi o ponto que a questionei. Por haver um Austríaco no comando da cozinha e como também proprietário do local, a carta é totalmente voltada para a Europa e com alguma atenção aos chilenos. Segundo a Mônica, que pertence à ABS, a idéia dela é oferecer também vinhos da África do Sul, Austrália e até Califórnia. Ela sabe da ótima relação custo X benefício e com certeza a carta de vinhos deles estará mais recheada em breve. A atual carta dela é de nível mais elevado e de preços à altura dos vinhos.

O preço da comida não é barato, mas a receptividade, a decoração clean e charme valem a pena!

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01/02/2008

da BBC Brasil

“Chocorango” ou, se quiser, “morangolate” é uma curiosa mistura de morango com chocolate criada pela engenhosidade técnica de uma empresa japonesa. A fruta guarda por fora sua aparência natural, mas quando partida na boca libera o chocolate branco em seu interior e oferece uma surpreendente sensação ao paladar.

Um dos compostos que a incipiente tecnologia de infusão possibilita produzir são suplementos vitamínicos infundidos em alimentos para torná-los facilmente digeríveis pelas pessoas.

No processo de produção, primeiro faz-se a secagem por congelamento (liofilização) do morango –ou outra fruta– para desidratá-lo. Em seguida, chocolate branco é colocado no espaço deixado pela ausência de água. Nasce assim o “morangolate”.

Chamada de infusão em alimentos, a tecnologia foi patenteada pela indústria FCOM, de Tóquio, que no ano passado lançou, em quantidade limitada, uma linha de produtos em diferentes embalagens, contendo morangos, grãos de milho, kiwis ou cassis infundidos com chocolate branco.

Vantagens

Uma das vantagens desta técnica, segundo a empresa, é a preservação da qualidade natural do alimento, algo essencial na indústria alimentícia e nem sempre possível com o uso de métodos tradicionais.

A tecnologia de infusão tem sua origem fora do setor alimentício. A indústria japonesa Placeran, precursora da FCOM no uso da tecnologia, aplica o método a vários campos industriais.

Um exemplo de uso são rolamentos do chassi de vagões de trens-bala no Japão. Eles parecem ser feitos de metal maciço, mas na verdade o metal tem buracos no interior que foram preenchidos com uma substância isolante.

O motivo é a alta velocidade de rotação dos rolamentos, que pode gerar eletricidade estática e interferir nos vários sistemas de controle dos trens.

Por meio da infusão de substâncias com alta capacidade de isolamento nos buracos abertos previamente no metal dos rolamentos previne-se a formação de eletricidade estática.

Atum gordo

A aplicação do mesmo conceito na indústria alimentícia partiu de uma sugestão de produzir atum gordo, um corte de peixe muito apreciado no sushi japonês, por meio da infusão de gordura de atum na carne comum do pescado.

A indústria Placeran teve êxito na experiência, mas reorientou a pesquisa para a produção de algo que fosse realmente inovador, o que levou à fundação da empresa FCOM, em 2003.

A nova empresa embebeu então vinho tinto em maçãs e exibiu o composto na Exposição de Alimentos Fabex de 2004, em Tóquio, onde o novo produto chamou a atenção por sua originalidade.

Muitas pessoas se disseram surpresas porque o vinho ficava completamente impregnado nas maçãs e, ainda assim, a textura da fruta permanecia inalterada.

Mais tarde a empresa infundiu cassis com uma mistura de chocolate e a substância vitamínica Coenzima Q10, criando um modo de facilitar a ingestão de suplementos vitamínicos por quem necessita deles.

Mesmo que a originalidade da tecnologia de infusão em compostos alimentares tenha atraído o interesse da indústria alimentícia e da mídia, a empresa parece enfrentar problemas para promover seus produtos.

A indústria FCOM informou à BBC Brasil que, depois do lançamento limitado do ano passado, o produto passou a ser vendido somente em grandes lotes por atacado para, entre outros revendedores, a cadeia de lojas de conveniência Lawson, uma das maiores do Japão.

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05/02/2008 

da Folha Online

Projeto desenvolvido pelo chef João Belezia, do café C. Kamura, os Encontros Gastronômicos Empresariais têm sido adotados por algumas empresas com o objetivo de manter o equilíbrio e a harmonia no ambiente de trabalho.

Os encontros podem ser realizados na cozinha do próprio chef ou no local de preferência do cliente. O cardápio também é escolhido de acordo com a intenção da empresa –é possível incluir no menu receitas com ingredientes de diferentes países.

Arquiteto por formação, João Belezia desenvolve atividades ligadas à culinária desde 1995. Atualmente, também chefia um serviço de gastronomia personalizado, com criação de menus exclusivos, além de oferecer semanalmente encontros gastronômicos para interessados em aprender ou se aprofundar na arte culinária.

Os valores por pessoa variam de acordo com o tema proposto. Mais informações podem ser obtidas no site www.joaobelezia.com.

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Que tal?

Bolo do divórcio

Vi na Record hoje sobre uma empresa que faz o bolo do divórcio!

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