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Archive for 15 de Outubro, 2007

A linha de cafeteria da Kopenhagen acaba de ganhar mais uma novidade. A Grife acabou de desenvolver o Chocolate Martin, uma deliciosa bebida gourmet. O produto, vai chegar às 182 unidades que comercializam café no mês de outubro, foi idealizado pela franqueada de Salvador, Joana Arcoverde.

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Por Camila Verbisck

Assistindo televisão ontem à noite, me surpreendi com a propaganda na TV a cabo de um tradicional restaurante de Santo André, o Baby Beef Jardim, que está promovendo o Festival do Risoto. Aliás, muito bom o comercial, que conta a história do prato.

Foi mais ou menos assim que nasceu o risoto….

O risoto com arroz branco ou Risotto alla Milanese foi inventado pela mão do mestre Valerio di Fiandra, responsável pela criação dos vitrais da Catedral de Milão.

O artista era muito sábio no dosar e mesclar as cores em suas obras de arte e conhecido também por apreciar a boa comida e bebida de sua Terra.

Fiandra ia seguido a uma taberna local onde podia apreciar um bom vinho. Sem imaginar, sempre que mestre Fiandra estava em meio aos vinhos e às delícias da cozinha italiana, sua filha observava escondida tudo o que acontecia naquele “local proibido”.

Com o tempo, a jovem acabou apaixonando-se pelo filho do proprietário da taberna, e em setembro de 1574 os dois casaram-se. Durante os preparativos da festa de casamento, Fiandra deixou cair um pedaço de açafrão dentro do risoto. A lenda conta que a atitude de Fiandra foi uma demonstração de ciúmes pela filha.

O resultado dessa mistura acidental foi conhecido no final da noite quando os convidados começaram a procurar o cozinheiro da saborosa invenção.

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15/10/2007

da Efe, em Pequim

Cerca de 300 restaurantes de Pequim se comprometeram com o Greenpeace a não usar mais os hashis, tradicionais pauzinhos de madeira descartáveis para comer. A intenção é frear o desmatamento da China.

A organização ambientalista pediu aos restaurantes e hotéis de Pequim que parem de utilizar os palitos de madeira para conter a derrubada de árvores no país asiático, informa o jornal “Beijing Today”.

A China produz 45 bilhões de pares de pauzinhos descartáveis anualmente, para abastecer sua enorme rede de restaurantes. Segundo o Greenpeace, isso significa a derrubada de 25 milhões de árvores por ano.

“Eu gostaria de parar de usar os pauzinhos de madeira por causa do meio ambiente, mas alguns dos meus clientes os pedem por razões higiênicas”, diz Wang Cheng, o dono de um restaurante citado pelo jornal.

Com o objetivo de reduzir o consumo, o governo do país impôs em abril de 2006 uma taxa adicional de 5% sobre o preço dos hashis.

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 Análise dos óleos vendidos no Brasil segundo o Greenpeace

ARO (Makro) BIG
Óleo de soja Óleo de soja
CAMPESTRE CARREFOUR
Óleo de soja Óleo de milho
GREAT VALUE (Wal-mart) Óleo de soja
Óleo de milho CERES (Vida)
Óleo de soja Óleo composto de soja (todos os tipos)
LIZA (Cargill) CHAMPION
Óleo de soja Óleo de milho
Óleo de milho Óleo de soja
OLIVA (Cargill) COCAMAR
Óleo composto de soja e oliva Óleo de soja
OLIVARES (Paladar) COMPRE BEM / BARATEIRO
Óleo composto de soja e oliva Óleo de milho
SALADA (Bunge) DOIS AMORES (Caramuru)
Óleo de milho Óleo de soja
Óleo de soja EXTRA
SOYA (Bunge) Óleo de soja
Óleo de soja LEVE (Imcopa)

* em rosa são os alimentos transgênicos  
A lista completa com outros alimentos está no site Web Academia.

Fonte: http://www.greenpeace.org.br

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Segundo o Relatório Mundial Sobre a Fome – 2006 da ONU,  acredita-se que existam 300 milhões de crianças que passam fome no mundo.

O mundo produz comida suficiente pra alimentar todos nós, mas uma pessoa morre a cada 3,5 segundos de fome. Só no Brasil são desperdiçados, anualmente, R$12 bilhões em alimentos, que poderiam alimentar 30 milhões de pessoas carentes.

Grande parte do que é produzido se perde durante a colheita, a distribuição e no processamento, isso sem falar no que estraga dentro de nossas casas.

Pensando em tudo isso, o que a gente pode fazer pra desperdiçar menos os nossos recursos naturais?

Um das maneiras de colaborar é comer menos carne vermelha, porque a produção de protéina de origem animal requer muito mais solo, água e energia do que a produção de vegetais e grãos.

A pecuária é o maior responsável pelo desmatamento no Brasil, isso sem falar que cerca de 70% do milho produzido no mundo vira ração.

Aqui você encontra algumas dicas para evitar o desperdício dentro de casa.


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do site Los Tiempos

Hace 10 años que los alimentos transgénicos han pasado a formar parte de la dieta en varios países del mundo. Sus beneficios y riesgos son analizados por los científicos

En la década del 90, la aparición de los alimentos modificados genéticamente despertó temores por parte de los consumidores. Diez años después se comercializan cerca de 70 alimentos transgénicos en todo el mundo, la gran mayoría de ellos en países como Australia, Canadá, Japón y Estados Unidos. Aunque la modificación genética de los organismos que constituyen la dieta cotidiana de la humanidad ya es un hecho, no falta controversia al respecto, pues si bien unos consideran que ofrece múltiples beneficios, otros cuestionan su eficacia y le atribuyen varios peligros.

Beneficios

“Por el momento, los beneficios que aportan los alimentos transgénicos no son tan evidentes para el consumidor como lo son para el productor y el medio ambiente”, afirma el doctor John Thomas, investigador del Health Science Center de la Universidad de Texas (Estados Unidos). Los vegetales transgénicos disponibles permiten reducir la utilización de pesticidas y herbicidas, haciendo posible reducir los costos y aumentar la productividad de la tierra. Además, la disminución del uso de productos tóxicos como los herbicidas y pesticidas es positiva para el medio ambiente y permite evitar costosas secuelas para la salud de los trabajadores del agro.

Además, de acuerdo a los científicos, los alimentos fortificados con vitaminas y micronutrientes esenciales, por ejemplo, serán de gran utilidad para combatir las deficiencias nutricionales que padece un elevado porcentaje de la humanidad.

Los riesgos

Hasta el momento no existe ninguna evidencia científica que respalde los temores de riesgos en estos alimentos. “Los alimentos modificados genéticamente son tan seguros y presentan tantos riesgos para la salud como los alimentos convencionales”, señala el doctor Thomas. Respecto a la preocupación de que la nueva proteína desencadene alergias alimentarias, esta posibilidad es bastante predecible siempre y cuando se realicen en forma exhaustiva los distintos tests destinados a evaluar el potencial alergénico de un nuevo producto alimenticio. Todos los especialistas consultados coinciden en que el impacto que la modificación genética de los alimentos tiene sobre el medio ambiente no debe ser medido en relación con un ecosistema virgen o ideal, sino que debe ser comparado con la situación real de las tierras que se hallan cultivadas en la actualidad. El hecho de reducir el empleo de sustancias tóxicas para el ser humano y los demás integrantes del ecosistema, como lo son los herbicidas y los pesticidas que se utilizan rutinariamente en la actualidad, constituye un paso positivo.

No obstante, según el profesor Daniel Ramón Vidal, del Instituto de Agroquímica y Tecnología de Alimentos del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), resulta mucho más complejo desarrollar estos alimentos que las semillas con genes de resistencia a herbicidas, ya que en el primer caso es necesario trabajar sobre varios genes distintos, mientras que en el segundo basta con introducir un sólo gen.

Por el momento sólo una docena de los 300 alimentos que están esperando las últimas autorizaciones para salir al mercado en el mundo es de este tipo, es decir que incluyen una mejora nutricional para el consumidor, algo que hoy sólo aporta un aceite de soja que se vende en Estados Unidos. (Datos de La Nación, Consumer y BBC)

¿Qué es un transgénico?

Por alimento transgénico o modificado genéticamente se entiende aquel organismo en el cual, mediante ingeniería genética, se ha introducido un gen de otro organismo o se le ha suprimido o modificado un gen propio. Esta modificación genética permite que el organismo, en este caso vegetal, produzca una nueva proteína o deje de producir una proteína del organismo original.

Los alimentos transgénicos pueden ser clasificados en dos grupos: los organismos transgénicos que llegan a la mesa del consumidor en su forma original (actualmente se encuentran en el mercado tomates, papas, hortalizas, yogures y otros lácteos fermentados) y los organismos transgénicos que son utilizados como materia prima para elaborar otros alimentos (los que se nutren de los productos derivados de la soya modificada genéticamente son ejemplo de esta segunda categoría).

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Com um público diário de mais de três mil pessoas de 15 países, São Paulo será pela segunda vez o palco da BioFach América Latina e Expo Sustentat, consideradas as maiores feiras  e conferências de orgânicos sustentáveis do mundo. Os eventos, que acontecem de 16 a 18 de outubro, no Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mario Villas Boas Rodrigues, 387, em Santo Amaro), trazem uma série de palestras e conferências que apresentarão tendências de mercado, oportunidades de negócios e a regulamentação do setor orgânico no Brasil e no mundo, entre outros assuntos.

O secretário do meio ambiente Xico Graziano fará palestra no dia 18, Antônio Waldez Góes da Silva, governador do Amapá, apresentará o diferenciado projeto de preservação da mata em seu Estado e as oportunidades de investimentos sustentáveis da região e Roberto Giannetti da Fonseca – diretor da FIESP- falará sobre etanol, no dia 18. Veja programação completa: www.biofach-americalatina.com.br  e www.exposustentat.com.br 
 
Já estão confirmadas na abertura do evento, amanhã, dia 16, a partir das 10h30, a presença do ministro Altemir Gregolin, da Secretaria Especial da Aqüicultura e da Pesca (SEAP), do presidente da Câmara Setorial da Agricultura Orgânica, José Pedro Santiago, e de um dos maiores especialistas em cosméticos orgânicos da atualidade, Claus Rättich, responsável pela BioFach e pela feira de cosméticos naturais Vivaness. O governador do Amapá, Antônio Waldez Góes da Silva, o presidente da IFOAM (International Federation of Organic Agriculture Movements), Gerald A. Herrmann, e a diretora geral da Nuremberg Fair, Herta Krausmann também marcam presença nas feiras.

De acordo com a Fundação Agricultura e Ecologia da Alemanha (Soel), o consumo mundial de orgânicos cresce 30% ao ano. No Brasil, a produção orgânica ocupa uma área de 800 mil hectares, segundo levantamento do Ministério da Agricultura. E APEX-Brasil revela que no País a estimativa de negócios de produtos orgânicos é de US$ 250 milhões. Anualmente, o Brasil exporta em orgânicos de US$ 100 a 120 milhões e mais de 90% das 150 empresas nacionais exportadoras são micro ou pequenas. Estados Unidos, Alemanha, França, Japão e Reino Unido são os mercados mais atendidos pelo Brasil. No ranking mundial, o País está entre os seis maiores produtores de orgânicos do mundo.

Especialistas estimam que no ano passado, na Alemanha, o segmento movimentou cerca de 650 milhões de euros. Segundo o Relatório da Indústria sobre Cosméticos Naturais, isso significa dizer que desde 2003 esse setor dobrou. A Food And Agriculture Organization of the United Nations, FAO, em  2006, na recente  revisão sobre a situação global da aqüicultura no mundo, aponta as tendências para o desenvolvimento da aquicultura sustentável. Algumas delas são: ampliar a produção da atividades em áreas não agrícolas, diversificar as espécies cultivadas, principalmente as espécies marinhas de alto valor de mercado, diversificar os sistemas de produção, incluindo praticas de integração da aqüicultura com outros sistemas agropecuários, aumentar a influencia do mercado, do comercio e dos consumidores sobre a atividade, buscando a qualidade e segurança dos alimentos provenientes da aqüicultura.

A  programação da Exposustentat 2007  traz a discussão da Aqüicultura e Pesca Sustentável para enriquecer o debate técnico e cientifico, além de colocar o tema com uma importância estratégica para o desenvolvimento de novos modelos sustentáveis de produção.

Expositores e lançamentos

A quinta edição da BioFach América Latina/ExpoSustentat no Brasil contará ainda com a presença de empresas de cosméticos naturais ou que só usam matéria-prima orgânica e produzem cosméticos dentro dos critérios da BioFach de Nuremberg. Produtores brasileiros, como Cassiopéia, AyurVida, Florestas e Weleda, serão destaque no espaço de cosméticos. Cada um tem suas peculiaridades, mas todos usam produtos naturais ou orgânicos para consumidores conscientes e interessados no seu bem-estar físico. Estes produtos são elaborados com matéria-prima de extratos de origem vegetal, natural e não sintética – cerca de 99% dos os produtos tradicionais usam materiais sintéticos como os derivados do petróleo. Produtos naturais são benéficos à saúde da pele, pois tudo o que é usado sobre o corpo é absorvido pela corrente sangüínea. Os produtos livres de sintéticos são alergênicos, não causam irritação na pele, o que pode acontecer pela rejeição do organismo causada pela origem não natural de matérias-primas.
 
Para falar sobre sustentabilidade na Amazônia e produção de carne orgânica no Pantanal, a Expo Sustentat contará com técnicos e gestores da ONG ambiental WWF-Brasil, que promoverá conferência na quarta, 17, às 10h e 15h30. Além das palestras, o WWF-Brasil marcará presença na Expo Sustentat com estande onde serão divulgadas as associações que contam com o apoio da ONG de preservação do meio ambiente por desenvolverem produtos de forma ambientalmente sustentável. Ainda na quarta será possível conferir o seminário “Amapá: novos horizontes”, com o governador do Estado, Antônio Waldez Góes da Silva. 

Entre os lançamentos orgânicos da BioFach América Latina 2007, a Native apresentará cookies sabores baunilha, chocolate, café e banana. A Korin lançará uma linha de frango orgânico certificado e a Usibrás apresentará castanhas de caju orgânicas com a Dunorte Orgânica para o varejo em sachets de 50g e a Granel, em caixas de 22,68 kg. A Barry-Callebaut com fábrica em Ilhéus, na Bahia, traz o pó de cacau natural 10/12%, o pó de cacau Vermelho 10/12%, liquor de cacau natural e manteiga de cacau desodorizada. Já a Friboi mostrará aos participantes a linha Organic Beef, com 15 opções de cortes in natura embalados a vácuo e um congelado, o primeiro hambúrguer orgânico do Brasil. E a Solarius demonstrará as linhas gourmet de produtos em azeite extra virgem e a terapêutica com o Agaricus Blazei, conhecido como o cogumelo do sol.

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