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Archive for 11 de Outubro, 2007

por Claudia Midori

Entro no site do bar Original, são 17h50, a primeira coisa que leio é:

O BOTEQUIM DOS MELHORES PETISCOS

Agora, penso eu, por onde começo??? Sexta passada fizemos (eu, Carol, Carla, Larissa e uns amigos da Carol) um happy hour pra aproveitar que o frio parece ter ido de vez! Pedi um chopp – delicioso (Brahma) – outro chopp e, depois, uma porção de pastéis misto – carne, queijo e palmito (duas unidades de cada sabor – R$ 14,50).

Os primeiros chopp foram ótimos, ótimos até completarmos 6 pessoas na mesa, um punhado de bolachas rosas na mesa para contar a quantidade de chopp pedido pela galera, uma zona!

A segunda parte da bagunça… a casa participa do Boteco Bohemia e não tinha Bohemia! Agora sei que os petiscos vão bem com Brahma, muito bem! rs. Liguei para conversar com o gerente depois para perguntar da falta da cerveja… mas é melhor não falar a resposta dele!

A pior parte do happy hour foi ter pedido a segunda porção de pastéis, mas todos de queijo! O happy hour acabou para mim era quase 1h, a hora que a porção chegou certa na mesa – após 1h30 de espera e quatro porções erradas!!!

De qualquer maneira, o site deveria dizer “o botequim do melhor chopp Brahma”!

http://www.piraja.com.br/

Av. Brigadeiro Faria Lima, 64
Pinheiros – Tel: (11) 3815-6881

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Villa Grano

por Claudia Midori

Quando a Camila falou pra mim que era perto a rua Wisard do metrô Vila Madalena, acreditei! Tudo bem, nem é tão longe, mas com o sol de hoje (33 graus!) estava insuportável, fazia tempo que não sentia tanto calor!!!

Depois da bela caminhada de 20 minutos (que parecia 40 min), com fome e sede, parei para almoçar na Villa Grano Pães. Apesar de não ter visto todas as opções do cardápio, fiquei com um lanchinho básico e rápido, mas servem almoço e jantar. O salão estava lotado, provavelmente a comida é boa! Se não for boa, é cara – R$ 23,90! Minha conta deu R$ 11,05, menos da metade… e saí bem alimentada!

Villa Grano Pães
Rua Wisard, 500, Vila Madalena
http://www.villagrano.com.br/
Tel.: 3817-4695 ou 3031-6636

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Ação valoriza 30 restaurantes e culinária da maior cidade da região sul do Rio Grande do Sul

Da ASN/RS

Pelotas – Proprietários de 30 restaurantes de Pelotas (RS), município distante 251 quilômetros de Porto Alegre, estão satisfeitos com os resultados da primeira semana da 4ª Quinzena Gastronômica da cidade. Promovida pelo empresário Felipe Lang e pelo músico e gourmet Sady Homrich, a iniciativa estimulou o crescimento do movimento dos restaurantes em 60%. A quinzena é realizada de 29 de setembro até o dia 14 de outubro.

“A Quinzena Gastronômica é muito importante para destacar a qualidade, a diversidade e o preço da rede de restaurantes do principal pólo gastronômico da Região Sul do Estado”, explica a supervisora da unidade regional do Sebrae no Rio Grande do Sul em Pelotas, Rosâni Ribeiro. Entre os restaurantes participantes da promoção, quatro são atendidos pelo Sebrae/RS Sul por meio do Arranjo Produtivo Local (APL) de Turismo na Costa Doce, projeto impulsionado localmente em parceria com Secretaria de Turismo de Pelotas.

Para Leonice Nunes, sócia do restaurante Cebola Mix, que fica na Praia do Laranjal (balneário distante 12 quilômetros do Centro de Pelotas), a quinzena superou as expectativas. A empresária, que adquiriu o restaurante recentemente, está estreando na promoção, mas o estabelecimento já participou três vezes da ação.

“Nosso movimento é concentrado principalmente nos finais de semana. É difícil estabelecer uma comparação com as casas do centro da cidade, mas o prato que destacamos para a quinzena tem tido uma boa saída todos os dias”, afirma. O Cebola Mix investiu em ‘Medalhões de filé ao molho’ para conquistar a clientela na Quinzena Gastronômica. O empreendimento é um dos 10 restaurantes da Praia do Laranjal atendidos pelo Sebrae/RS por meio do APL.

Oferecido com preço especial, o prato promocional dos restaurantes participantes também dá direito ao Selo da Quinzena. Sete selos valem dois ingressos para o espetáculo de encerramento da ação, no dia 14 de outubro, no Teatro Guarany. O espetáculo é a comédia musical Rádio Esmeralda AM, interpretada pelas cantoras e atrizes Simone Rasslan e Adriana Marques, em cartaz há sete anos.

O proprietário do restaurante Mercado Del Puerto, Javier Nuñez, comemora a venda de 160 pratos ‘Entrecot a la Salsa de Romero’, prato escolhido pelo restaurante para a promoção, registrando 60% de aumento na sua comercialização. “Contando que, no ano, passado foram 200 pratos durante todo o período, isso representa um grande acréscimo de movimento este ano”, comemora.

No restaurante Luna Inti, um dos estreantes na quinzena, o primeiro sábado contabilizou 44 pedidos do prato promocional, conforme informa o proprietário Ebinho. “Dos 15 pratos oferecidos no nosso cardápio, o promocional sem dúvida é o mais pedido”, explica. Isso significa que as vendas do ‘Filé Luna Inti’ triplicaram nesses sete dias de promoção. “Nossa expectativa é que aumente mais ainda”, afirma animado.

A procura pelos selos do passaporte fidelidade também aumentaram este ano. “As pessoas já pedem o selo e alguns já estão com o passaporte quase completo”, comenta o organizador da promoção, Felipe Lang.

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por Rebeca Rocha

Recife – Conhecimento, cultura, história e muita riqueza literária. Isso se encontra na VI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. E não existe ambiente mais propício para o lançamento do livro ‘A Civilização do Açúcar’.

Resultado do projeto iniciado em 2006 pelo Sebrae e a Fundação Gilberto Freyre, a publicação é fruto de seis seminários que estudaram a cultura, civilização, patrimônio, gastronomia, religiosidade e presença judaica em Pernambuco. O trabalho foi lançado nesta quarta-feira (10), às 19h, no estande do Sebrae, na Bienal, em Recife.

O livro foi elaborado com a colaboração de seis estudiosos que, a partir dos conhecimentos na história da sociedade açucareira, contribuíram para desenvolver um conteúdo literário que engloba diversos campos de uma civilização. Cada capítulo foi escrito por um colaborador e todo o trabalho foi organizado pela antropóloga e ensaísta Fátima Quintas, que também escreveu quatro capítulos da publicação.

Em 109 páginas, a escritora aborda a cultura, o patrimônio, a cana, os engenhos, a família patriarcal, os personagens, os costumes, a moda e sua força social na sociedade açucareira.

No tópico seguinte, o arquiteto, urbanista e historiador José Luiz Mota Menezes fala da casa grande, capela e senzala, abordando a unidade produtora de açúcar no Brasil. Conta sobre as primeiras casas do século XVI, as mobílias, as capelas rurais, as senzalas e os engenhos.

O antropólogo e museólogo Raul Lody escreve sobre religiosidade, fé, festa e cotidiano. Toda a culinária da sociedade dos senhores de engenho é contada pela pesquisadora gastronômica Maria Letícia Monteiro Cavalcanti. Por fim, a história da cultura dos judeus em Pernambuco é relatada pela historiadora Tânia Kaufman, num capítulo dedicado à memória judaica no mundo do açúcar.

Projeto

A obra é o primeiro resultado do projeto turístico de Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar. O trabalho pretende analisar as potencialidades turísticas dos estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas, os quais formam a rota. A partir desta análise, destacar ações para atraírem visitantes, a fim de observar um outro lado da região, com muita riqueza histórica e fugir do clichê de praias e Carnaval, natural aos locais do Nordeste.

Entre as cidades que fazem parte do roteiro estão: Bananeiras, Borborema, Serrania, Guarabira, Pilões, Areia, Alagoa Grande, Alagoa Nova e João Pessoa, na Paraíba. Em Pernambuco: Goiana, Vicência, Nazaré da Mata, Itamaracá, Igarassu, Carpina, Olinda, Recife, Cabo de santo Agostinho e Ipojuca. E os municípios de Maragogi, Porto Calvo, Pilar, Marechal Deodoro e Maceió, em Alagoas.

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Entre os pratos produzidos com inhame estão lasanhas, patês, sopas, assados, cremes, pizzas, pudim, sucos e até picolés

Do Sebrae em Alagoas

Maceió – No próximo sábado (13), a partir das 13h, Viçosa (AL) será palco de uma grande festa gastronômica, o Festival de Inhame. O evento apresentará aos visitantes algumas delícias da culinária regional produzidas a partir do beneficiamento da raiz. São lasanhas, patês, sopas, assados, cremes, pizzas, pudim, sucos e até picolés.

De elevado valor nutricional, o inhame é uma excelente fonte de minerais, carboidratos e vitaminas. Contribui para o aumento das taxas do colesterol bom (HDL) e, dentre os pratos típicos da culinária nordestina, é um dos menos calórico, comparado à mandioca e à batata. Pode ser utilizado para fabricação de diversas massas, mas, na comercialização, ainda prevalece a venda do produto in natura, em feiras e supermercados.

O Festival do Inhame é uma ação do Projeto Cultura do Inhame no Vale da Paraíba em Alagoas, desenvolvida com o objetivo de difundir as diversas possibilidades de aproveitamento da raiz. “Queremos estimular o beneficiamento do inhame para agregar valor ao produto e aumentar os ganhos das centenas de agricultores que trabalham na cadeia produtiva em Alagoas”, afirmou o gestor do Projeto, Manoel Ramalho.

O projeto tem como objetivo estimular o associativismo e desenvolver os pequenos empreendimentos rurais nos municípios de Quebrangulo, Paulo Jacinto, Chã Preta, Mar Vermelho, Viçosa, Cajueiro, Pindoba e Atalaia.

Desenvolvido pelo Sebrae em Alagoas, congrega diversas instituições parceiras, como Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Escola Agrotécnica de Satuba, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas, Cooperativa Regional de Pequenos Produtores Rurais do Vale do Paraíba / AL (Coopevale) e as associações de produtores rurais. Outras informações pelo telefone (82) 3216-1683.

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Nesta época do ano, as ações solidárias se multiplicam, ajude você também. Com isso, crianças, idosos e pessoas carentes ganham um Natal mais alegre!

O Projeto Arrastão tem um projeto de qualificação profissional na área de gastronomia – que inclui aulas práticas de higiene dos alimentos, modo e preparo de novas receitas, além das aulas de informática, leitura e escrita. 

Nesta reedição, que começou em 2006 e segue em 2007, serão capacitados mais 100 jovens. O objetivo é que eles se apropriem do trabalho com os alimentos, e a partir da prática empreendora, criem alternativas de geração de renda a partir dos conteúdos trabalhados durante as aulas no Projeto Arrastão.

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Por Camila Verbisck

Depois do comentário de Nádia Cordeiro Machado, também ficamos muito curiosas para saber a história da coxinha. Como a gente nunca tinha pensado nisso antes?

Encontrei um site que fala de uma lenda sobre o surgimento do salgado. Não sabemos se foi isso mesmo, mas dizem que no interior de São Paulo, em Limeira, morava na fazenda Morro Azul o filho da Princesa Isabel e do Conde D’Eu. O menino cresceu isolado da corte porque era considerado deficiente mental.

Entre os caprichos do menino, quando ele gostava de algum alimento, comia só esse tipo de comida. Ele gostava muito de peito e coxas de galinha.

Uma vez, a cozinheira da fazenda percebeu que não tinha frango suficiente e resolveu transformar uma galinha inteira em coxas. Assim surgiu a coxinha de frango!

A história também diz que a Imperatriz Tereza Cristina experimentou a iguaria em uma de suas visitas a Limeira e resolveu levar a receita para ser servida nas festas da realeza brasileira.

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