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Archive for 2 de Outubro, 2007

Pudim (de doce) de leite

por Jaci Brasil

Num surto de vontade de comer pudim de leite condensado, fiz um no fim de semana. Fazia muito tempo que não se fazia um pudim aqui em casa, porque minha mãe deu pro meu irmão o caldeirão que usava pra cozinhar o pudim no banho-maria.

Aí não sei se porque assei em banho-maria no forno, ou se porque coloquei a calda no fundo da assadeira, o pudim ficou muito doce e “moreninho”, e mais parece pudim de doce de leite. Mas tá tão bom….. segue a receita (mega fácil)

Pudim de leite condensado

3 ovos
1 colher de café de essência de baunilha
1 lata de leite condensado
2 latas de leite (usar a lata do leite condensado pra medir)

Calda
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água

Primeiro faça a calda. Coloque o açúcar em uma panela, até que ele derreta por inteiro e fique meio marrom, jogue a água (cuidado pra não se queimar). Deixe ferver até que a calda esteja borbulhando. Reserve.

Bata os ovos e a baunilha no liquidificador, depois acrescente os outros ingredientes e bata bem. Coloque a calda no fundo da forma de pudim, depois despeje o conteúdo do liquidificador. Coloque numa panela própria pra cozinhar pudim em banho-maria ou no forno dentro de uma assadeira com água. Deixe assar por cerca de 45 minutos em fogo médio. Desenforme depois de frio e aproveite!

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Semana passada vi o Guia na Fnac, adorei! 

São Paulo é uma das seis capitais mundiais gastronômicas, ao lado de Paris, Nova York, Roma, Buenos Aires e Lisboa.

Para provar que é possível ser um viajante, sem necessariamente viajar, a Publifolha, em parceria com a AF Guias de Viagem, criou o Guia Fique em São Paulo – Gastronomia.O guia, que apresenta um roteiro completo com mais de 80 endereços de São Paulo, retrata a culinária de 51 países espalhados pelos cinco continentes. O leitor vai explorar as variações gastronômicas de 71 regiões e cidades espalhadas pelo planeta, da América do Sul ao extremo Oriente e Oceania, passando por Américas do Norte e Central, Europa, África e Oriente Médio.

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da Efe, em Roma

A atriz Catherine Zeta-Jones disse em entrevista à Efe que foi uma experiência “cheia de frescor” participar do longa “Sem Reservas”, no qual ela coloca um avental e se transforma na “chef” de um chique restaurante nova-iorquino que busca a receita do amor para sua vida.

Divulgação
Em “Sem Reservas”, Catherine Zeta-Jones (esq) vive “chef” e busca a receita do amor

Para Zeta-Jones, Kate é “uma personagem diferente” e distante dela em aspectos como a frieza. Mas a intérprete reconheceu que também gosta de tudo organizado, porque isso torna a vida muito “mais fácil”.

O filme, dirigido por Scott Hicks, é uma comédia romântica na qual dois “chefs” muito diferentes começam a trabalhar juntos. Eles inicialmente passam a maior parte do tempo brigando, mas, depois, acabam descobrindo que estão apaixonados.

Kate é uma mulher perfeccionista, fria, segura de seu trabalho, que controla cada detalhe de sua vida como se fossem os ingredientes de suas receitas e que só sabe se expressar através de seus pratos.

“A vida é imprevisível”, adverte o terapeuta indicado pela dona do restaurante no qual Kate trabalha. Mas ela replica: “Não em minha cozinha”.

Os ingredientes inesperados em sua vida são sua sobrinha Abigail Breslin, interpretada pela atriz que protagonizou “Pequena Miss Sunshine”, que é obrigada a morar com a tia, e um novo “chef” que começa a trabalhar no restaurante, interpretado por Aaron Eckhart, conhecido pelo filme “Obrigado por fumar”.

A receita do longa, segundo o diretor, é a busca de “uma forma de equilíbrio” entre duas personalidades diametralmente opostas como a dos cozinheiros, e saber que ‘nada pode ser controlado, que é preciso relaxar um pouco e deixar que as coisas entrem em sua vida’.

Eckhart, no papel de Nick, é um “chef” de origem italiana extrovertido, otimista, que gosta de ouvir ópera enquanto cozinha, de divertir todos na cozinha e que é recebido mal por Kate, salvo por um detalhe: é a única pessoa que consegue se comunicar com sua sobrinha.

Sobre seu personagem, o ator destacou que ele “tem uma energia quente e positiva”, e é capaz de ouvir, de fazer a fria Kate falar e de ajudar a pequena Abigail enquanto passa por um mau momento pessoal.

Além disso, a comida “é uma forma muito boa de se conhecer uma pessoa, de estabelecer uma confiança”, afirma o ator.

“Sem Reservas” é uma versão americana do filme germânico-italiano “Bella Martha” (2001), e, para Hicks, o maior desafio foi transferir a história e os personagens da Alemanha para Manhattan.

“Principalmente quando é preciso adaptar uma cultura a outra, é preciso ter certeza de que tudo está culturalmente em sintonia com a nova locação”, disse.

Tanto para Zeta-Jones como para Eckhart, a filmagem permitiu um mergulho no mundo da alta gastronomia, já que eles estiveram cercados de “chefs” profissionais, que “experimentam, acreditam e pensam de outra forma sobre os alimentos”, segundo o ator.

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