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Archive for 24 de Setembro, 2007

Bakery

             Bakery

por Claudia Midori

Em São Paulo costumo ir na Itiriki, na Liberdade, quando sinto falta dos pãezinhos que como em Hong Kong. Acho que a Aloha, no Centro, é mais parecida com as bakerys da China. Tudo muito organizadinho, pouco espaço, comidinhas que a gente come com os olhos.

Sempre comprei pães na Arome. Sempre até conhecer as outras duas que tirei fotos. Em nenhuma delas a gerente deixou eu fotografar por dentro, mas fotografei por fora para quem estiver com viagem marcada para lá… não deixar de provar os pães e bolos de massa macia, tão macia, que tenho até a impressão que estão derretendo na boca. O melhor de tudo é que tudo é muito barato, nada comparado ao preço da Itiriki, mas, entretanto, porém, é a que temos mais próxima de nós…

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Barbatana de tubarão

         Barbatana de tubarão

por Claudia Midori

Sempre que volto de Hong Kong perguntam se já comi carne de cachorro, grilo, gafanhoto e outras iguarias chinesas. A única coisa que já experimentei numa festa foi barbatana de tubarão, pena que naquela época não escrevia no blog. De qualquer maneira, resolvi fotografar um anúncio de um restaurante conhecido pelas sopas com barbatana. Curioso sobre o gosto? Vai continuar curioso ou curiosa…

O preço que aparece na foto é de HK$ 688 (US$ 90)! O endereço não vou contar porque sou contra a matança dos tubarões na Ásia.

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da Associated Press, em Nova York (24/09/2007)

Com uma média de idade de 76 anos, eles organizam protestos para receber doces no centro para idosos William Koehler Memorial no Condado de Putnam, ao norte da cidade de Nova York, nos Estados Unidos.

Sete internos do centro se organizaram com placas que pedem: “Dê-nos nossas sobremesas” e “São carboidratos, não contrabando”, entre outras mensagens.

Joe Larese/AP
Idosos querem voltar a ter doces doados como parte de sua refeição nos Estados Unidos
Idosos querem voltar a ter doces doados como parte de sua refeição nos Estados Unidos

O protesto foi motivado pela recusa do centro em distribuir donuts, tortas e pães que haviam sido doados aos idosos. Os funcionários decidiram barrar o doces preocupados com um precedente de nutrição ruim.

Os manifestantes afirmam que não se opunham a restrições a doces, mas afirmaram que não foram consultados sobre o veto.

“Isso é sobre falta de respeito”, disse Joe Hajkowski, 75, um sindicalista aposentado, que organizou o protesto.

C. Michael Sibilia afirmou: “Eu tenho 86 anos, não oito”.

No centro, alguns dos idosos que não participaram da manifestação disseram sentir falta dos doces, enquanto outros afirmaram que estavam felizes em não vê-los mais.

“Era nojenta a maneira com a qual as pessoas vinham atrás deles [os doces]”, disse Rita Jorgensen, 80. “Eu acho que o centro fez um favor em retirá-los”, disse ela.

Stan Tuttle, coordenador de serviços nutricionais para o Condado, disse que os doces saíram fora do controle.

O debate sobre os doces ilustra a dificuldade de balancear nutrição e a escolha de alimentação para os mais idosos, segundo funcionários do centro.

Maureen Janowski, diretora de recursos nutricionais para idosos em Atlanta, disse que serve refeições para mais de 370 comunidades de terceira idade e afirmou que a preferência por comida varia conforme a idade. Os nascidos entre 1901 e 1925, segundo ela, geralmente preferem carne e batatas, já os nascidos entre 1925 e 1942 são mais aventureiros e se arriscam em alimentos da moda.

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Em relação à recente pesquisa realizada pela Pro Teste, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo – Abitrigo, faz as seguintes considerações com o objetivo de informar adequadamente os consumidores de farinha de trigo no País:


§         A presença de carunchos inertes é inevitável nas farinhas provenientes dos grãos (milho, arroz, trigo, etc.), pois eles fazem parte do ciclo de produção e beneficiamento dos cereais. A sua extinção contraria as mais modernas regras ambientais e de sustentabilidade, pois para isto é necessário aumentar significativamente o uso de agro defensivo; 
§         A legislação vigente no Brasil não proíbe a presença de resíduos oriundos do processo de fabricação da farinha de trigo, mas sim regula o percentual de cada item, bem como a carga residual de defensivos agrícolas – o que é rigorosamente respeitado pelos moinhos; 

§         A pesquisa não revela as verdadeiras e modernas práticas de fabricação adotadas pelas empresas produtoras de farinha de trigo, que seguem as mais rígidas normas nacionais e internacionais para garantir produtos seguros, saudáveis e isentos de qualquer risco para o consumidor;

§         As avaliações feitas pelo Pró Teste devem ser feitas com rigor utilizando sempre produtos dentro da validade, para serem confrontadas com as amostras guardadas pelo controle de qualidade, chamadas de “contra-provas”, evitando, assim, posições não conclusivas ou  resultados irreais para o consumidor;

§         Além das normas gerais, cada fabricante adota normas complementares certificadas por órgãos competentes, como os monitoramentos metrológicos, físico, químico, microbiológico e sensorial, para garantir padrões de alta qualidade em todas as etapas de produção, distribuição e vendas; 

§         Independentemente do controle realizado pelas próprias fabricantes, o Ministério da Saúde realiza sistematicamente análises de amostras para aprovar as marcas para consumo humano;

§         A Abitrigo ressalta que a Indústria brasileira da moagem de trigo é considerada uma das mais modernas do mundo, capaz de produzir todos os tipos de farinhas de trigo e misturas para bolos, pães e outros produtos, com a máxima qualidade e segurança para atender à legislação e ao consumidor.

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Churras

por Jaci Brasil

Uma das coisas que a minha família mais gosta é de se reunir, e por qualquer motivo. No último sábado fizemos um churrasco só dos primos para marcar a passagem da Mônica, minha prima que mora em Recife, por São Paulo.

Só que a gente não é muito organizado (risos) e ficou tudo para última hora e sem nenhuma tia ou mãe pra ajudar na cozinha, sobrou pra mim. Fiz a salada de maionese, a farofa e o vinagrete. Ah, a Mônica lavou o alface, a Marília (outra prima) cortou o pão, o Bruno (namorado da Marília) lavou a louça, e a Ciça (esposa de um outro primo) fez o arroz.

Isso sem falar no churrasqueiro que esqueceu o espetinho na brasa até virar um pretume só.

Mas o melhor de tudo isso é reencontrar a família, principalmente a Mônica, prima querida que eu não via há mais de três anos.

E sem mais chororo de despedida, segue a receita da farofa:

Farofa

(é tudo meio a olho)
bacon
lingüiça toscana fresca (aquela de churrasco)
lingüiça calabresa fresca
cebola
azeitona
ovo cozido
farinha de mandioca

Corte o bacon, tire a capa da lingüiça e pique a carne de dentro, fazendo uma “carne moída” , pique a cebola, a azeitona e os ovos.

Frite o bacon. Reserve o bacon frito num prato, use a mesma gordura pra fritar a lingüiça, quando estiver bem frita acrescente o bacon e depois a cebola e frite até que ela fique transparente. Junte a azeitona e o ovo, misture bem. Por último coloque a farinha aos poucos, desligue o fogo, e continue colocando a farinha até ficar do seu gosto. Sirva quente.

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por Claudia Midori

Apesar de não ser “a” cozinheira, me preocupo com a limpeza da cozinha. Lá em casa a cozinha é um pouco bagunçada, mas é branca com o intuito de ser e parecer limpa. Achei no site da revista Saúde um teste para avaliar a limpeza do local. Que tal fazer???

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