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Archive for 16 de Agosto, 2007

por Claudia Midori

Acho que todo jornalista sofre de ansiedade – não sou exceção. Ontem a Carol não tava muito bem, então resolvemos ir embora no horário ao invés de malhar um pouquinho.Enfim, não preciso contar que pegamos um baita trânsito às 18h. Segundo a Carol: “A gente não tem o direito de chegar em casa cedo”, rs.

Nosso dia começou bem, bem mal. Fomos na Fnac Pinheiros, escolhemos as revistas, fomos passar no caixa e… atendimento péssimo, mas, coitada, ela podia estar na TPM. No meio da tarde, uma entrevistada surta, rs, completamente! Ai ai, outra mulher com TPM? Pode ser, mas é muita zica para um dia só.

Ao ir embora, resolvemos pegar a Consolação porque vimos um assalto no dia anterior e ficamos com medo, a cidade está um terror!!! Aliás, amanhã é dia do movimento Cansei – mostre sua indignação e faça um minuto de silêncio pelo Brasil, com ato cívico na Catedral da Sé. Voltando ao assunto, o trânsito estava tão bommmmmmmm que não havia para onde fugir, aliás, tinha!

Aqui entra a parte da ansiedade e a história do papelzinho da bandeja. É que depois do post da Jaci sobre o restaurante com nome de raça canina, ficamos (eu, a Rê e a Camila) com vontade de visitar o cãozinho vesgo! Como a Consolação (haja consolação na hora de pegá-la) estava uma droga, a solução foi procurar um roteiro alternativo para tomar uma cervejinha… eis que entra o Chiuaua na história com história. É que achei interessante a história do que significa TEX MEX e resolvi trazer para colocar aqui a história:

Você sabia que Tex Mex é uma abreviação de “Texan Mexican”? Pois é, a mistura das culturas americana e mexicana na década de 40 se refletiu também sobre a cultura desses povos. Tex Mex foi o nome dado para essa comida de raízes mexicanas criada em solo americano.

A culinária tex mex não é como a mexicana tradicional, possui pratos únicos e diferentes como o Chili e os famosos Nachos. Burritos e Tacos, apesar de levarem o mesmo nome tanto na cozinha tex mex quanto na mexicana, são preparados de formas tão diferentes que há quem diga que são pratos distintos.

Agora você já sabe a história da cozinha do Chiuaua! A casa tem apenas quatro meses, estava bem vazia quando chegamos, mas na saída tinha umas 8 pessoas. É bacaninha, mas a falta de opção no restaurante (ou da culinária, não sei) deixa você preso a tacos (R$ 2,95) e burritos. A gente experimentou todos os molhos,todos não, faltou o cheddar. Acheio molho sour cream muito enjoativo – creme de leite puro! argh

Fotos

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Festival de gastronomia

por Claudia Midori

Até 1° de setembro (sábado), a belíssima Ilhabela recebe concursos de petiscos e coquetéis.

www.ilhadagastronomia.com.br

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por Jaci Brasil 

Minha comida favorita é sorvete, mas dizem que não dá pra considerar sorvete como comida (apesar que a idéia de viver só de sorvete não é má…). Sendo assim, minha segunda comida favorita é batata. E pode ser cozida, assada, frita, na carne cozida, na salada de maionese, em purê….

E essa é a maior vantagem da batata, virar um monte de outras coisas. Nhoque é basicamente… batata.  Massa de coxinha com batata fica muito mais gostosa. E por aí vai.

A batata surgiu no Peru, onde é cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de “papa“por eles. Em 1520, a batata foi levada para a Espanha, de lá se espalhou pela Europa e depois para todo o mundo. Atualmente a cultura mundial produz mais de 300.000.000 toneladas/ano. E é o 4º alimento mais consumido no mundo, após arroz, trigo e milho.

Rica em carboidratos e pobre em gordura, a batata é uma grande fonte de energia. Contém ainda sais minerais, fósforo e vitamina C.

Na wikipédia encontrei milhares de dicas pra aproveitar  o melhor  da batata. E a Associação Brasileira da Batata tem centenas de receitas.

Mas se você não tem muito tempo é quer um acompanhamento pro teu bife, pegue duas batatas, descasque, pique em quatro e cozinhe em água com um pouco de sal. Deixe que fiquem bem molinhas, tire da panela e coloque em uma vasilha, em seguida tempere com bastante azeite, pimenta do reino e acerte o sal. E quando estiver misturando aproveite pra amassar um pouco as batatas. Fica ótimo!

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por Claudia Midori

Sou chata. Assumo que sou muito chata! Para eu gostar de um lugar, ele não pode ser apertado (esbarrar nos outros e escutar a conversa alheia não é legal), a comida deve chegar quente à mesa (a não ser que seja sushi e sashimi), não deve ser apimentada demais (a não ser que avisem antes para eu não pedir ou pedir para tirarem), deve ser rápido (a não ser que esteja lotado), deve ser limpo (lugar sujo não dá, inclusive o banheiro), o atendimento cordial (mulheres a gente releva e pensa que podem estar na TPM – mas não sempre), e o pior, entregar nota fiscal após pagar a conta sem ouvir: “Você quer mesmo a nota fiscal?”. Nada me deixa mais irritada que restaurante perguntando se queremos algo que é de direito!

Tudo isso para eu falar de uma festa, ufa! Semana passada fui na Achiropita, confesso que adoro a idéia da festa, mas a falta de organização, a sujeira, a bagunça, o empurra-empurra me deixa irritada. Comparei a Achiropita com a Festival do Japão e ouvi da Regina que os japoneses são organizados até para dar festa. A questão é: concordo plenamente! rs

Para fugir da muvuca da rua preferimos comer num ambiente mais calmo (isso quer dizer sem gente gritando),  alegre, com música ao vivo (não poderia faltar numa festa italiana), serviço muito bom, atendimento excelente e comida gostosa. Estou falando do Conchetta.

A hospitalidade começou na rua, com o sorriso do “Seu João”. Calmamente explicou o esquema da casa e entregou nossa senha para a mesa, cuja espera de 5 minutos foi mais que 20, mas a gente deu muita risada antes e nem deu pra perceber os 15 minutos a mais…..rs

Entre as opções, preferimos o rodízio de massas (R$ 20 por pessoa) e não me arrependi! Experimentamos vários tipos de massa, alguns que nem sei o nome, mas pesquisei na internet para saber: spaghetti, caneloni, fetucine, ravioli, nhoque, talharim, capeletti, lasanha, conchilione, rondelli e penne. Só tenho uma coisa a recomendar quem vai conhecer o lugar – não coma demais antes, se acabe de comer depois! Sem peso na consciência e feliz da vida!!!

Ah, ainda tem um sino na entrada, mas aí vale a pena ler a coluna da minha amiga Regina no site Fábrica de Quadrinhos.

Fotos no flickr

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